Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

 O que a rede pode fazer por mim? Estou desempregado a bastante tempo,estou num beco sem saída

apesar de ter um passado profissional e social sem mácula,tenho cartas de referência e já trabalhei no exterior.

Além disso tudo já ajudei a muitos colegas em reposições ,hoje encontro-me ná rua da amargura e não

encontro ajuda e isso doi muito.

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Ola Antonio,

Vejo seu desabafo e fico imaginando quantos outros colegas temos na mesma situação e não encontram forças ou coragem para admitir.

Pensando em todos pretendo compartilhar algumas reflexões sobre a possibilidade de redes sociais como a Rede Agronomia.

Mostrando a cara

Um dos princípios de uma rede social é articulação, conexão que se dão em bases de acolhimento e confiança. Para isso é fundamental vc mostrar sua cara: cadê sua foto? Como é seu curriculum? Pode expô-lo, detalhá-lo (sem necessariamente expor dados pessoais)?

 

Quanto mais interage, mais conhecido, maior a chance de contatos e articulação. Aliás isso vale para as redes virtuais e presenciais.

 

Vale ainda o princípio de articular e conectar com o maior número de pessoas, o que naturalmente tbem é válido para redes virtuais e presenciais.

 

O que vc pode fazer pela rede?

A provocação acima veio da célebre (nem por isso mais bela) frase: "Não pergunte o que a Pátria  pode fazer por vc, pergunte o que vc pode fazer pela Pátria". Horrível, não? Podia fazer sentido há 50 ou 100 anos, mas para quem está sem emprego parece uma piada sem graça, eu sei.

 

Mas no meio disso tudo, há um fundo aproveitável. Veja bem, tenho articulado redes sociais e comunitárias em favelas no Rio de Janeiro. Encontros em roda, fazemos a seguinte combinação: um minuto para apresentações mútuas e vc diz o que vc está à procura e o que tem a oferecer.

O que pode oferecer alguém que só está à procura de sobrevivência? Surgem coisas inesperadas: o espaço na comunidade, o conhecimento para construir, consertar, ou simplesmente a atenção e carinho. Elementos fundamentais em mtas ocasiões.

 

No âmbito da agronomia há sempre por perto, especialmente aí em Olinda, uma Associação de Engenheiros Agrônomos. Acredito, não é certo, que articular junto a AEA é uma porta de entrada válida.

 

Por fim, aqui na Rede Agronomia, temos o Grupo Mercado de Trabalho que sempre são postadas oportunidades de trabalho.

Boa sorte e sucesso a todos!

José Antônio, boa tarde!

Você conhece Agrobase? É uma ferramente muito interessante, através de cadastro eles enviam informações do mercado de trabalho, com vagas para agrônomos, concursos, estágios e outros eventos. Segue link: http://www.agrobase.com.br/oportunidades/vagas/emprego-agronomia/

Desejo boa sorte! Abraços

Ficar em casa mandando CV para oa Agrobase é complicadissimo.  Caímos em uma situaçõa depressiva.  De fato é preciso o famoso QI.  E como citou o colega Fugimoto, quem não é visto, não é lembrado.  é preciso colocar a cara no mundo, mesmo que seje por um salário não muito compatível. Porque daí surgem os conhecimentos e os contatos para subir profissionalmente.

Nossa classe é bastante desunida e desengajada. A partir do momento que se consegue um lugar ao sol, esquece-se de lutar pela melhoria contínua das condições para os Eng.Agrônomos. É bem notória a "prostituição profissional" em vigor, com técnicos agrícolas competindo ferreamente conosco, e por salários cada vez mais minguados!        Já temos bastante escolas de Agronomia e cursos de técnico agrícola!!!     inchar o país com diplomas não é a solução.      Deixo minha opinião.

Eu como colega de profissão desempregado aprovo amplamente o que foi falado e alardeado por sua pessoa.

Caro José A.Cavalcanti.

Estou repassando á voce,uma cópia do e-mail enviado á SMEA-SOCIEDADE MINEIRA DE AGRONOMIA.

Voce não está só nessa jornada.nossa profissão vem sendo lapidada ás escuras,e as empresas, e o governo tem participação direta.cada um a seu modo.Sugiro que leia o decreto 4560,de 30 de dezembro de 2002.

Este decreto está disponivel na Internet.

Segue o e-mail:

Enquanto ficamos a discutir nossa titularidade profissional, levamos mais um golpe dos tec. Agrícolas que se tornam nossos concorrentes.

A ``última´´ conquista dos técnicos agrícolas.

 

Jornal- A Folha Regional-27-01-2012

 

Conquista é fruto de investida política de Arantes a pedido de sindicato da categoria

 

O Instituto Estadual de Florestas (IEF) divulgou a nova portaria no 20 de 6 de janeiro deste ano que permite legalmente agora que técnicos agrícolas façam a elaboração de laudo técnico-ambiental para fins de regularização de reserva legal. Esta reinvindicação chegou ao presidente da Comissão de Política Agropecuária e Agroindustrial da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), deputado estadual Antônio Carlos Arantes no ano passado por intermédio do presidente do Sindicato dos Técnicos Agrícolas de Minas Gerais (Sintam -MG), Carlos Roberto Alves. Em novembro do ano passado, Arantes e Carlos Roberto, acompanhados de assessores técnicos da Assembleia de Minas, de diretores do próprio sindicato e também do deputado Dr. Viana (DEM), membro da Comissão de Agropecuária, se reuniram com o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adriano Magalhães para pedir a inclusão destes profissionais capacitados no trabalho de efetuação de averbação legal. Segundo a portaria antiga, só eram permitidos engenheiros florestais, agrônomos e agrícolas, biólogos, geógrafos, entre outros a realizarem esta atividade. Pelo que vejo, nosso espaço está sendo tomado por profissionais de menos preparo. Fica a seguinte pergunta:

-Qual o futuro da Agronomia e dos profissionais, Eng. Agrônomos, já que não temos um sindicato e um conselho especifico da classe?

Só temos visto a perda de nosso território profissional.Pergunta-se :

-Quando, e qual foi a última e significativa conquista de nossa classe?

Fiquei sabendo dessa noticia da forma mais frustrante. Um cliente meu, preferiu fazer a averbação de uma A.P.P. com um técnico agrícola que cobrou mais barato. De que valem tantos anos de Universidade?

Devemos alertar os próximos estudantes dos cursos de Agronomia, que devido a investida dos técnicos agrícolas e a falta se representatividade dos Eng. Agrônomos, nosso futuro é incerto.

Não é a toa que só nos sobraram vagas de vendedores de veneno, os ditos, defensivos agrícolas e adubo, isto é, quando temos sorte, pois pode chegar um técnico agrícola bem mais barato...

Nossa situação vem se agravando desde 30 de dezembro de 2002,com o decreto 4.560 assinado pelo ex-presidente FERNANDO HENRIQUE CARDOSO, colocando em pé de ``igualdade´´, téc. agrícolas e Eng. Agrônomos. Após este decreto, ficou muito mais difícil um Eng. Agrônomo  ser  contratado com R T de empresa de defensivos e afins.

Duvido que alguém me responda contestando o que digo, me provando que estou errado.

Desse jeito estamos perdidos,colocação para Eng. Agrônomos vai se tornar mais difícil.

hoje penso que joguei cinco anos fora quando tive média para entrar em Eng. química.

Caro Cavalcanti.

Tenho algumas considerações e sugestões que podem lhe ajudar.Porém gostaria de saber em que região vc está,pois teria

uma melhor visão de sua área de atuação.

Tenha um bom domingo.



Wesley Assenheimer disse:

Caro Cavalcanti.

Tenho algumas considerações e sugestões que podem lhe ajudar.Porém gostaria de saber em que região vc está,pois teria

uma melhor visão de sua área de atuação.

Tenha um bom domingo.



José antonio cavalcanti disse:



Wesley Assenheimer disse:

Caro Cavalcanti.

Tenho algumas considerações e sugestões que podem lhe ajudar.Porém gostaria de saber em que região vc está,pois teria

uma melhor visão de sua área de atuação.

Tenha um bom domingo.

 Morava e trabalhava no vale  do são francisco, trabalhei em firmas conveniadas com a Shesf, coodevasf, cooperativas e assentamentos. Trabalhei no exterior onde juntei um bom dinheiro mas fui roubado. Hoje estou em Olinda-PE ná casa de parentes passando o maior sufoco. Não estou em condições de arriscar ,tenho que ter a certeza de um emprego.

Sou Carioca e gostaria de trabalhar no sul,sudeste ou centro oeste tenho um conhecimento muito grande dá área Agrônomica,Mande seu E-mail para que possa mandar meu currículo e você avaliar as possibilidades.



José antonio cavalcanti disse:

 Morava e trabalhava no vale  do são francisco, trabalhei em firmas conveniadas com a Shesf, coodevasf, cooperativas e assentamentos. Trabalhei no exterior onde juntei um bom dinheiro mas fui roubado. Hoje estou em Olinda-PE ná casa de parentes passando o maior sufoco. Não estou em condições de arriscar ,tenho que ter a certeza de um emprego.

Sou Carioca e gostaria de trabalhar no sul,sudeste ou centro oeste tenho um conhecimento muito grande dá área Agrônomica,Mande seu E-mail para que possa mandar meu currículo e você avaliar as possibilidades.

Caro José Antonio ,

Depois do Decreto 4560,de 30 de dezembro de 2002,o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso,detonou a profissão de agrônomo, dando aos técnicos agricolas as funções e responsabilidades, eram nossas por direito.Todo agrônomo deveria ler este decreto.

Portanto fechou as portas daqueles trabalhavam como R.T.

Eu mesmo fui vitima disto,virei vendedor de fertilizantes,Hoje trabalho como perito e estou entrando na área de residuos para formulação de adubo orgâno-mineral..Hoje só procuro trabalhar em áreas onde só entra o profissional de engenharia agronômica.

Meu e-mail: w.a.eng.agro @hotmail.com

Aguardo seu contato.

Acredito que ao invés de ficar lamentando a existência do decreto dos técnicos é perda de tempo, pois em termos de mercado de trabalho isso influencia pouquíssimo. Pois atualmente o mercado olha muito menos para sua formação e muito mais para sua capacidade profissional.
José Antônio, eu não conheço o mercado de trabalho aí em pernambuco, mas acredito que há espaço para vc se inserir, talvez o que esteja faltando é vc encontrar uma oportunidade. Aí me vem o questionamento, você está buscando um trabalho ou um emprego? Está é uma questão fundamental, pois irá influenciar diretamente em como você buscará sua oportunidade.

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