Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Vejam o que chamo de afronta com amis de 30 (trinta) anos de formado, depois de assinar e elaborar centenas de projetos de reflorestamento, praças e jardins, construções rurais, etc.. Agora tenho meus direitos adquiridos por merecimento além de ter os pré-requisitos necessários e suficientes para garantir e elaborar um bom projeto tem meu direito interrompido pelo próprio CREA/PA, que absurdo e esse, além do constrangimento!
Sou autônomo, minha atribuições são de consultoria e elaboração de projeto, como fica minha atividade agora restrita e reduzida em Olericultura! Alguém poderia me explicar isso!
Aguardo que algum colega possa me sugerir o que posso e/ou a quem poderia me orientar de ter meus direitos garantidos por lei!
Grato!
Aguardo sugestões.
Samuel Corrêa Pereira – CREA 5716-D

VEJAM

Prezado(a) Senhor(a) SAMUEL CORREA PEREIRA,

A presente mensagem eletrônica destina-se a informar Vossa Senhoria que a ART nº 5716D PA/44 foi analisada, tendo sido recusada pelo seguinte motivo: Conforme orientação da Assessoria Técnica informamos que a parte do serviço relativa a SILVICULTURA não está compatível com suas atribuições (atribuição do Eng. Florestal).
Para alterar os dados da ART Recusada, acesse o sistema de ART, opção "Acervo de ART".

Esta é uma mensagem enviada automaticamente pelo sistema de ART, por favor, não responda esse e-mail.

Atenciosamente,

Setor de Atendimento do CREA-PA.

Telefone:(91)3219-3402/3403/3404

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Respostas a este tópico

Caro Samuel,

Essa é uma luta da Agronomia!

Eu defendo que nós engenheiros agrônomos temos atribuição para Silvicultura, sim!

Essa é uma área de sombreamento de atribuições: cabe tanto a agrônomos como a florestais.

Nesse caso cabe recorrer da decisão na Câmara de Agronomia.

Se essa posição se mantiver, cabe ainda recurso ao Plenário do CREA.

E mesmo assim, cabe recurso ao Plenário do CONFEA.

Vamos produzir um ou vários fatos (aí e nos diversos estados da federação) de enfrentamento para garantirmos nossa atribuição.

Vamos à luta nem que seja na Justiça Comum!

Temos as Associações Estaduais de Engenheiros Agrônomos a nos apoiar.

Nos mantenha informado.

Sucesso para nós!

Que absurdo, infelizmente estamos sendo lesados aos poucos...o medo é que daqui a poucos anos não seremos mais "aptos" a planejar projetos de irrigação, e outras atividades comum a nossos direitos.

Caro Colega Samuel,

 - Estamos em apoio ao seu argumento, pois esta é a luta de todos nós engenheiros agrônomos. 

 - Precisamos divulgar o ocorrido, pois estão fatiando nossa carreira, muitas vezes, por falta de oportunidades nas atividades específicas, tentando ajustar reserva de mercado para carreiras especialistas ai cito: (i) zootecnistas; (ii) engenheiros agrícolas e assim por diante.

 - Podemos trabalhar juntos com os demais profissionais, como o colega Gilberto colocou, há sombreamento natural com estas carreiras, que é natural que provoque maior competição no mercado. Daí por diante, nos cabe especializar, atualizar, buscar melhor formação nas escolas de engenharia agronômica. Isto tudo é bom para o mercado!

 - Porém quando o profissional que é especialista, por falta de mercado, pois trabalhará com mercado muitas vezes reduzido (cito por exemplo a minha atividade em irrigação), tentam ajustar a reserva de mercado como solução para empregabilidade dos profissionais, impedindo muitas vezes atuar neste segmento o engenheiro agrônomo especializado nesta atividade!. Que em geral será muito competente pois entende do assunto e das demais abrangência. Demanda global das empresas.

 - O efeito da reserva de mercado é igual ao do subsídios à determinadas atividades. No primeiro momento se salva um ramo capenga, fadado a desaparecer!. Momento posterior, este ramo conta com material sucateado, não competitivo e que traz prejuízo, precisando de outro subsídio maior.

 - Veja nossa indústria textil? Fora as grandes diferenças com o produto asiático, NÃO TEMOS CONDIÇÃO DE COMPERTIR, POIS SOMOS DEFASADOS TECNOLÓGICAMENTE!

 - Então. Há dois pontos que gosto de discutir e queria aproveitar para sugerir ao Gilberto, que é um engenheiro muito articulado, a opinião sobre:

1 - Formação profissional: Quais a formação básica dos engenheiros agrônomos para atuação num mercado mais competitivo: (i) necessitamos ter especialização já durante a graduação; (ii) currículo mínimo atualizado com maior formação em engenharia e ambiente? ou demais assuntos necessários atualmente?

2 - Organização profissional: Precisamos levantar nossa bandeira pelo CREA/CONFEA para evitar essas articulações carreiristas absurdas. Precisamos de aparato rápido para evitar tais anomalis;

3 - Precisamos inserir mais no contexto urbano/agrícola. O engenheiro agrônomo é cada vez um profissional urbano que trata da atividade AGROpecuária, AGROindustrial, AGROambiental e de AGRObusiness. Logo precisamos nos repensar como a sociedade nos VÊ! Somos atribuídos a atividade apenas de fitotecnia? Não somos maiores que isto.

Temos qualificação para toda a cadeira do AGRObusiness, porém nosso marketing não nos promove. Esta é nossa batalha. A sociedade precisa nos enxergar como engenheiros "fitotécnicos" e "zootécnicos".

Se a sociedade nos enxergar como profissional completo, nosso caminho será menos tortuoso.

Acabei me empolgando pela discussão e peço desculpas pelas colocações muitas vezes grosseiras. Mas acredito que esta também é minha batalha à 20 anos (desde que entrei na faculdade) e será pra sempre!

Precisamos de organização!

Atenciosamente 

O colega Marco Antonio está coberto de razão. Nossas atribuições profissionais vem sendo diminuídas gradativamente. Antes eram Eng Florestais, depois ;Eng. Agrícolas e agora até mesmo biólogos querendo entrar na produção de sementes. Eu venho combatendo sistematicamente esta super especialização, com a retirada de atribuições de uma profissão ampla, como é a agronomia. Aos que me perguntam se gosto da agronomia, respondo que hoje, com 50 anos de atividade na profissão, se retornasse aos meus 18 escolheria novamente a profissão. Por que? Uma das principais razões é a ampla gama de conhecimentos que a profissão proporciona, Podemos transitar na área biológica, na de química, física, ciências sociais, etc. E agora estão querendo nos castrar os direitos de aplicar os conhecimentos.

O que fazer? O colega usou o termo MARKETING. De fato, nosso marketing, enquanto profissionais, é péssimo. Vejam só a exposição à mídia que os médicos ganham quando tentam mexer em seus direitos (sem entrar no mérito da questão). E nós? Quando os agrônomos aprecem na mídia:? Onde estão nossas associações que não movem uma campanha nacional para mostrar à sociedade quem somos, o que fazemos e, principalmente, o que poderemos fazer por nosso país?

Desculpem, também me entusiasmei. 

Abraços e votos de muita união. 

Caros colegas 

A cada ano que passa estão mutilando o profissional de Engenharia Agronômica. O que estão fazendo com nossa profissão não se vê em nenhuma outra, isso mostra o quanto estamos desarticulados e maus representados. Cito como exemplo o curso de medicina, não se vê criarem cursos de graduação em cardiologia ou oftalmologia ou pediatria ou outra especialidade, mas já na nossa área temos tecnólogo em irrigação, tecnólogo em agronegócio, tecnólogo em agroecologia e por aí vai. Resta saber se vamos esperar o tiro de misericórdia ou vamos fortalecer e cobrar das nossas entidades representantes uma postura mais firme perante a esse senário caótico perdendo espaço para técnico agrícola conseguiram tem as mesmas atribuições do engenheiro agrônomo e os biólogos tem estão conseguindo direito de acompanhar produção de semente, atribuição essa de nos Eng. Agrônomos, estamos por outro lado sendo ceifados de atribuições historicamente exercida por nós e que agora é requerida como exclusiva de zootecnista e como denuncia Samuel a área de silvicultura segundo o CREA/PA agora é exclusiva dos eng. florestais. Ou nos unimos para mudar esse senário ou Engenheiro Agrônomo será uma profissão em risco de extinção.

Abraços a todos

obrigado Alexsandro, é uma verdadeira afronta aos direitos adquiridos! Minha carga curricular vem contemplada com a Silvicultura,  recheada com estudos de Taxonomia, fisiologia Vegetal, estudos físico, químico e bacteriologia do solo, entomologia, além de outras, como disciplinas de peso, para que depois de 30 (trinta)  anos, sejam ignorado pelo CREA!

Alexsandro Oliveira da Silva disse:

Que absurdo, infelizmente estamos sendo lesados aos poucos...o medo é que daqui a poucos anos não seremos mais "aptos" a planejar projetos de irrigação, e outras atividades comum a nossos direitos.

Agradeço ao companheiro Gilberto, pode ter certeza que não ficarei acomodado, afinal ja venho execendo essa atividade desde minha formação (30 anos), e sempre fui considerado um técnico renomado em plantio de florestas, agricultura, seja ela de SAFs Agro florestais e/ou simplesmente florestal aqui na Amazônia, abrigado pelo apoio vou precisar! 

Gilberto Fugimoto disse:

Caro Samuel,

Essa é uma luta da Agronomia!

Eu defendo que nós engenheiros agrônomos temos atribuição para Silvicultura, sim!

Essa é uma área de sombreamento de atribuições: cabe tanto a agrônomos como a florestais.

Nesse caso cabe recorrer da decisão na Câmara de Agronomia.

Se essa posição se mantiver, cabe ainda recurso ao Plenário do CREA.

E mesmo assim, cabe recurso ao Plenário do CONFEA.

Vamos produzir um ou vários fatos (aí e nos diversos estados da federação) de enfrentamento para garantirmos nossa atribuição.

Vamos à luta nem que seja na Justiça Comum!

Temos as Associações Estaduais de Engenheiros Agrônomos a nos apoiar.

Nos mantenha informado.

Sucesso para nós!

Mas o fato é que não adianta só reclamar. Por que não uma campanha nacional, organizada pela CONFAEAB, com lobby político e com exposição à mídia para resgatar os valores de nossa profissão? Um amplo debate nacional deveria preceder esta campanha.

Mas que absurdo, mas a área de silvicultura sempre foi de atribuição dos engenheiros agrônomos, onde esta a câmara de agronomia do CREA-PA, que não tem as devidas observâncias dessa atribuições, será falta de atenção, ignorância  ou acovardamento diante de pressões de outras categorias. Só tenho mais uma palavra a dizer INADMISSÍVEL.

Caros colegas, boa tarde.

Em atenção à restrição que afeta profissionalmente o colega Samuel, fiz um levantamento das decisões do Conselho Federal que reforçam nossas atribuições no campo da Silvicultura. Não procurei apreciar cada uma, por considerá-las autoexplicativas. Esse documento está á disposição dos que pretenderem consultá-lo e estou enviando por correio eletrônico ao colega Gilberto Fugimoto para publicá-lo na Rede. Lembro que a Confaeab está com nova direção e disposta a apoiar as reivindicações profissionais dos colegas.

Por oportuno, conclamo ao comparecimento ao Congresso Brasileiro de Agronomia, este ano em Cuiabá-MT.

Obrigado Amiistander, precisamos se unir para evitar constrangimentos dessa natureza a outros colegas profissionais..., se não vão ter que diminuir com as disciplinas curricular obrigatórias para os Eng° agrônomos, que tem no sue arcabouço o medico dos vegetais, que tem como meta ensinar a plantar e diagnosticar os vegetais. 

Amistander Santos disse:

Caros colegas 

A cada ano que passa estão mutilando o profissional de Engenharia Agronômica. O que estão fazendo com nossa profissão não se vê em nenhuma outra, isso mostra o quanto estamos desarticulados e maus representados. Cito como exemplo o curso de medicina, não se vê criarem cursos de graduação em cardiologia ou oftalmologia ou pediatria ou outra especialidade, mas já na nossa área temos tecnólogo em irrigação, tecnólogo em agronegócio, tecnólogo em agroecologia e por aí vai. Resta saber se vamos esperar o tiro de misericórdia ou vamos fortalecer e cobrar das nossas entidades representantes uma postura mais firme perante a esse senário caótico perdendo espaço para técnico agrícola conseguiram tem as mesmas atribuições do engenheiro agrônomo e os biólogos tem estão conseguindo direito de acompanhar produção de semente, atribuição essa de nos Eng. Agrônomos, estamos por outro lado sendo ceifados de atribuições historicamente exercida por nós e que agora é requerida como exclusiva de zootecnista e como denuncia Samuel a área de silvicultura segundo o CREA/PA agora é exclusiva dos eng. florestais. Ou nos unimos para mudar esse senário ou Engenheiro Agrônomo será uma profissão em risco de extinção.

Abraços a todos

A situação é critica e já a tempo que venho observando que os próprios congressos de agronomia teimam em debater o futuro e esquecem que nossa profissão vive uma situação critica no presente,  acho que ante de pesar o agrônomo do futuro em energia, agroeconomia e por ai vai seria bom debater-discutir os verdeiros desafios de nossa grande profissão.Os conflitos e saídas para o fortalecimento da classe como aumento das escolas de especialização em vez da pulverização do curso em graduações.

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