Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Olá Pessoal!!

Gostaria de levantar essa questão, sobre qual a opinião dos engenheiros agrônomos frente aos técnicos agrícolas. Se realmente existe técnicos agrícolas em atuações e até mesmo ocupando posto que seria para agrônomos. Lembrando que em outras profissões existem os técnicos que podem fazer quase tudo que um graduado faz, como na enfermagem por exemplo.

Exibições: 14316

Responder esta

Respostas a este tópico

O mercado de trabalho é dinâmico e existe espaço para todos. Nas minhas aulas no curso técnico agrícola, costumo comparar a relação técnico agrônomo, como em um hospital. Quem diagnostica, define tratamentos, prescreve medicações é o médico (de modo análogo nós agrônomos fazemos o mesmo). Porém quem realmente cuida do paciente, monitora os sinais vistais, aplica medicamentos, identifica alterações comportamentais, entre outras atividades são o pessoal da enfermagem (que em minha analogia são os técnicos). 

Além disso para quem não conhece o curso técnico agrícola a fundo não sabe de uma coisa muito importante, os alunos dos cursos técnico ficam muito mais tempo em campo aprendendo na prática que a grande maioria dos estudantes de agronomia. O técnico em agropecuária não traz a bagagem teórica tão grande como um agrônomo e nem poderia, pois são níveis educacionais diferenciados.

Assim eu não vejo uma competição como muitos afirmam existir, pelo contrário eu vejo a complementariedade das profissões. No caso específico do estado de São Paulo o que mais me preocupa não são técnicos no mercado de trabalho competindo com agrônomos, pois o número de técnicos formados anualmente é muito pequeno se comparado ao de agrônomo. Há quase 20 anos o número de escolas técnicas de agropecuárias estão estabilizadas, são 33 públicas e 1 particular, que formam aproximadamente 700 técnicos por ano, que é muito menos que o mercado deseja. Porém atualmente são despejados no mercado paulista cerca de 5.000 engenheiros agrônomos por ano. 

Será que realmente devemos nos preocupar com a competição dos técnicos ou devemos nos questionar sobre a qualidade da formação dos agrônomos que estão e estarão entrando no mercado?

Essa é uma questão polêmica.Mas para saber o que realmente acontece e tirar as duvidas,basta ler o DECRETO 4560-02,DE 30 DE DEZEMBRO DE 2002.Cabe uma pergunta:

- Por que esse decreto só foi assinado no ultimo dia do mandato do ex-presidente  FERNANDO HENRIQUE  CARDOSO?

Resposta:

Para pegar os Agrônomos de surprêsa.

Este decreto altera a situação do técnico agricola,igualando praticamente o técnico ao Eng.Agrônomo.Vamos a um  exemplo prático.

Antes deste decreto,as revendas de defensivos agricolas,contratavam,como RT,um Eng.Agrônomo.Hoje os técnicos estão assinando como RT,atribuição que ganharam na justiça,no grito,no loby.Mão de obra,barata sem a qualificação de um nivel superior,e que diante dos órgãos de fiscalização, supre apenas as necessidades legais.

Na semana passada,um amigo meu, que está abrindo uma revenda, contratou dois técnicos,pois segundo ele, era mais vantajoso do que pagar um Agrônomo,fica mais barato.A questão não é a capacidade,nem a qualidade do trabalho,é o preço!

A realidade é que ,outras profissões querem se infiltrar em nossa área,como tem sido discutido nesta rede,biólogos tentando entrar na área de sementes,atribuição de Agrônomos.

Agora mais recentemente,arquitetos querem entrar na área de jardinagem e paisagismo.

A verdade é que nossa profissão está sendo delapidada,e nosso espaço usurpado,sob a desculpa de que o aol nasce para todos, de que há espaço para todos.Balela.Se quiser-mos nos impor teremos de ser classistas,com sindicato forte,lutar pelas nossas conquistas,valorizar o nosso tempo de estudo,que nos possibilitou a conquista de nosso conhecimento e formação.

Alé do mais,falta-nos um conselho próprio,que nos identifique,um conselho apenas de Agronomia,como a OAB e o  CRM,que identificam de imediato advogados e médicos respectivamente.Conselhos de classe multi profissionais,na verdade são uma grande betoneira que tenta homogenizar uma mistura impossivel,pois são profissões diferentes com interêsses contrarios e particulares de cada profissão.

Quanto ao fato de abrir mão de nossos postos de trabalho em favor dos técnicos,sob a desculpa de maior conhecimento prático,é outra fantasia.O conhecimento pratico vai do interêsse de cada um, em se informar.Na minha época de estudante,diante das necessidades no campo, vi que tinha de melhorar minha pratica..Fiz curso de manutenção de máquinas agricolas e de tratorista,e para terminar, um curso de retifica de motores Diesel,na Ecola da Mercedes Benz do Brasil.E assim como eu muitos Agrônomos colegas de turma fizeram também,incluindo algumas colegas.

Por tanto,a intrusão de outros profissionais em nossa área, é uma realidade,e hoje a grande maioria dos Agronomos se formam para serem vendedores de adubo,ou de defensivos agricolas,e com o passar do tempo se tornam apenas vendedores cotistas.

Caso voce tenha interêsse posso te mandar uma cópia do decreto.


Eu discordo de muito do que você coloca em sua resposta, pois em primeiro lugar ficar reclamando que os agrônomos estão perdendo espaço nas revendas para técnicos eu acho que realmente é tornar a discussão minimizada, pois eu sempre defendi que o agrônomo que emite o receituário deveria ser proibido por lei de ser responsável pela venda do defensivo, pois isso chama-se direcionamento de vendas. Este é um dos motivos que o CRM proibe o relacionamentos entre médicos, responsáveis por diagnósticos e emissão de receituários, com as farmácias, responsáveis pela revenda de medicamentos. Além disso, são raros ou melhor raríssimos os casos que um agrônomo de revenda vai até imóvel rural realizar a anmese e diagnóstico correto do problema. Um grande número de agrônomos RT são na verdade meros assinadores de papéis que muitas vezes trabalham por um salário muito abaixo do piso definido em lei e engordam suas remunerações com as comissões de vendas de defensivos.

Já trabalhei bastante em minha região com assistência técnica autônoma, principalmente com produtores de cultivo protegido. A primeira constatação que fiz em 100% dos clientes que eram atendidos pelos RTs das revendas era que eles compravam demais e desnecessariamente. Somente para exemplificar vou expor alguns fatos:

  1. Os agrônomos vendedores de revendas sempre vendiam os produtos referências, alguns até 150% mais caros, mesmo tendo similares disponíveis para substituí-los
  2. Os RTs nunca iam aos clientes, somente os vendedores é que iam, em alguns casos técnicos em agropecuária, que acabavam fazendo a função do agrônomo de diagnosticar e escolher o tratamento, pois o RT ficava confortavelmente na loja assinando os receituários, ou pior ainda ia somente de vez em quando na loja para deixar receituários assinados em branco
  3. Em dezenas de produtores rurais visitados, durante a entrevista eu verifiquei que os produtores rurais nunca eram informados sobre manejo integrado de pragas e doenças. Os RTs em geral preferiam fazer um calendário de pulverizações independentes da existência ou não de problemas. Isto por si só um retrocesso de quase mais de 30 anos na tecnologia agropecuária.
  4. A não existência de limites para emissão de receitas é outro absurdo, conheci um agrônomo que emitia mais de 400 receitas por mês! Será que ele foi diagnosticar in loco todos os problemas para emissão destas receitas????
  5. A legislação brasileira permite que os defensivos sejam utilizados somente para aquilo que foram registrados. Oras, se olharmos isso com um pouco mais de atenção vemos na verdade o receituário somente pode copiar o que está na bula. Será que realmente tão necessário ser agrônomo para assinar receituário? Se estivéssemos na União Européia seria diferente pois lá o defensivo é registrado para combater um grupo de doenças dentro de uma família botânica, no Brasil um defensivo é registrado para combater a Doença A na cultura A, se a Doença A ocorrer na Cultura B, mesmo sendo da mesma família botânica ele é proibido de ser utilizado. 

Agora saindo deste campo, volto a frisar, não vejo porque tanta preocupação com os técnicos "ocuparem" espaços dos agrônomos, pois de modo geral, qual é a real qualidade de um grande número de agrônomos que estão se formando hoje. 

O mercado de trabalho para o agronegócio é muito grande e mesmo que todos os técnicos "ocupando" lugares de agrônomos ainda vai faltar engenheiro agrônomo no Brasil. Só lembrando que temos mais de 6,5 milhões de imóveis rurais privados e cerca de mais 5 milhões de lotes de assentamentos rurais no país. Sem contar com as inúmeras empresas que necessitam da capacidade do engenheiro agrônomo.

Os engenheiros agrônomos devem sim é se valorizar perante os técnico e não brigar com eles, pois existem inúmeras áreas que os técnico podem atuar de acordo com o DF 4560/02, que por mais que eles queiram eles não conseguirão.

Ao invés de brigarmos por receitas agronômicas (mas que podem ser emitidas por eng florestais, por químicos e biólogos também) devemos é ocupar os espaços em que o conhecimento é realmente necessário. 

Se o seu conhecido resolveu contratar técnicos para serem RT ele tomou uma decisão empresarialmente mais correta, pois uma empresa somente sobrevive controlando custos.

Eu além de ser professor em um curso técnico agrícola, possuo uma empresa de consultoria e emprego técnicos em agropecuária. Porém dentro da minha empresa cada um faz sua função quando o assunto é simplesmente operacional a atuação é do técnico, porém quando o assunto é estratégico é meu campo e nenhum técnico substitui.

 

PS: Muito obrigado por ofertar a cópia do DF 4560/02, mas eu o conheço em todos os detalhes, pois é a base para eu formar meus alunos.

Caro Eduardo.

Acho que vc se ofendeu,pelo tom de sua resposta.! Não foi essa minha intensão! MIL PERDÕES!

.Discordo de vc em:

1- Não estou reclamando de perda de espaço,de agrônomos nas revendas, para os técnicos agricolas,apenas digo que isto não existia e agora é fato.E contra fatos não há argumentos.

2- Quanto ao CRM,proibir o relascionamento de médicos com farmácias,todos nós sabemos que é apenas no papel,e papel aceita tudo,Só pra exemplificar.Precisei,consultar um dermatologista para tratamento de inicio de melanoma devido ao trabalho de campo.Fui recebido por um médico que me fez lembrar os balconistas de revenda,pois seu jaleco estava bordado com a marca de de um grande laboratório multinacional de remédios de uso humano,veterinário, e por sinal tambem fabrica defensivos agricolas. E para finalizar me receitou um remédio do dito laboratório, e me indicou a farmácia onde eu encontraria o mesmo,frisando bem o nome da farmacia.,por duas vezes.E isto não é caso isolado,acontece em todo pais.Cada um defende a sua bandeira.é só questão de observar.

3-Concordo,quando vc diz que muitos são apenas ``assinadores´´de receituarios, ou calígrafos,como define o CREA.Isso é geral,tanto com agrônomos como com técnicos.A revenda quer vender,apenas isto.

Pouco interessa quem,como, ou onde vai o defensivo,quem vive de comissão tem que vender,``empurrar´´. Quem vende não dá assitência isto é fato.Argumento contrário é engodo.Aqui em minha região é comum defensivos especificos para cultura de algodão sendo vendidos para cultura de tomate.E durante meu tempo de trabalho de campo,jamais vi alguma fiscalização.Tambem sou autonomo, e vivo de trabalho de campo.

4-De modo nehum estou minimizando a discussão,mas ignorar os fatos,nos reporta a lenda árabe do Beduino e o Camelo.Pequenos fatos são apenas a ponta de um iceberg.E finalmente,entendo bem sua posição,em defender os técnicos agricolas,pois afinal vc ajuda a forma-los.Cada um defende sua bandeira!!!

 

Colegas, atenção especial quanto ao Projeto de Lei abaixo:

Considerando-se que centenas de Engenheiros Agronomos estão perdendo seus empregos para  técnicos agrícolas que estão sendo contratados para emitir receituário agronomico, como é o caso do Estado do Paraná.

Considerando-se a experiência com outros dispositivos legais em detrimento de nossa  profissão.

Precisamos nos mobilizar para barrar estes equívocos fornecerão argumentos para que juízes mal informados tomem decisões que equiparam o técnico de segundo grau aos Engenheiros Agronomos com curso superior.

Quem pagará o preço por estas distorções em primeiro momento é a nossa classe, mas com certeza  o prejuízo maior será da sociedade.

Vide o artigo 7º.

CÂMARA DOS DEPUTADOS

PROJETO DE LEI Nº 1.950 DE 2011

(Do Sr. Amauri Teixeira)

Cria o controle da produção e consumo de agrotóxicos por meio de vigilância eletrônica e sanitária.  

O Congresso Nacional decreta: 

Art. 1º É criado o Sistema Nacional de Controle de Agrotóxicos, envolvendo a produção, comercialização, dispensação e a prescrição de uso agrícola e agroindustrial, assim como os demais tipos de movimentação previstos pelos controles sanitários, que notificará de forma compulsória qualquer contaminação por agrotóxicos.  

Art. 3º O controle será realizado por meio de sistema de identificação exclusivo dos produtos, prestadores de serviços e usuários, com o emprego de tecnologias de captura, armazenamento e transmissão eletrônica de dados.

§ 1º Os produtos e seus distribuidores receberão identificação específica baseada em sistema de captura de dados por via eletrônica, para os seguintes componentes do Sistema Nacional de Controle de Agrotóxicos: ..... 

VIII – técnico agrícola, agrônomo e engenheiro florestal (inscrição no conselho de classe dos profissionais prescritores).

Art. 7º O órgão de vigilância sanitária federal competente estabelecerá as listas de agrotóxicos de venda livre, de venda sob controle de uso e retenção da prescrição e de venda sob estrita responsabilidade do técnico agrícola responsável, sem retenção de prescrição de uso.   

 

Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Caro Gilberto.

Sua resposta acima vem confirmar o que já vem acontecendo há muito tempo em nossso pais,sem que nada fôsse feito,e digo até com a conivência egoista,imediatista e por que não inescrupulosa de alguns colegas,fazendo vista grossa em beneficio próprio.

Mais ainda há tempo para a luta.Temos a nosso favor este forum e,que tem sido importante para que possamos arregimentar outros colegas na luta por uma causa comum aos interesses de nossa classe e da sociedade de um modo geral.Minha sugestão é que seja aberto um abaixo assinado no site PETIÇÃO PUBLICA -www.petição publica.com.br-contra este projeto,asssim como foi feito um abaixo assinado contra a intromissão de proficionais não habilitados,na érea de sementes,área esta exclusiva de eng.agrônomos e salvo engano,eng.florestais.Sugiro que o caro colega,inicie este abaixo assinado,que com satisfação estaremos repassando,a todos os colegas do Brasil.Porém o tempo é escasso e urgente devem ser nossos atos. A REDE AGRONOMIA tem sido um importante instrumento e porta voz de nossos anseios e objetivos, em busca de um bem estar comum a todos os colegas de profissão, e a sociedade civil de modo geral. Vamos nos unir,pois só assim seremos fortes.

Wesley,

Quanto à petição, deixo a cargo do Gilberto Fugimoto.

De minha parte postei para o Deputado Amauri, autor da proposta o seguinte comentário:

Sobre o PL 1950 de 2011.

 

Sou Conselheiro do Crea-Pr e Vice Presidente da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Paraná.

Os artigos Art. 3º § 1º VIII e Art. 7º trazem um grande equívoco e estão incoerentes com os propósitos deste projeto de lei.

A justificativa do Projeto de lei afirma:"...a produção e a comercialização de agrotóxicos devem ser feitas com rígida observância das exigências previstas na legislação pertinente, a fim de evitar ou minimizar os danos à saúde das pessoas.

Caso contrário, justifica-se plenamente que o crime previsto pelo art. 15 da Lei n.º 7.802/89 seja considerado hediondo, dada a gravidade e lesividade que carrega consigo."

Ora, como imputar tamanha responsabilidade a um profissional de nível médio, cujo período de estudo da formação técnica ocorreu em sua adolescência. Uso o meu próprio exemplo, aos 17 anos eu recebi meu diploma de Técnico Agrícola; não poderia dirigir, mas de acordo com o equivocado Decreto 4560, poderia assinar um receituário agronômico e se aprovado o PL 1950, poderia ainda ser o responsável técnico de acordo com seu Art. 7º.

E, se por insuficiência de minha formação, por imperícia ou negligência, eu cometesse o crime hediondo acima referido, não haveria maiores conseqüências, eu seria MENOR DE IDADE. É este o controle de agrotóxicos que este Projeto de Lei esta buscando? É esta a segurança que nossa sociedade precisa em relação aos agrotóxicos?

Se a justificativa do PL é "dotar para o manuseio de agrotóxicos procedimento semelhante aos medicamentos controlados", por analogia, este PL esta autorizando os enfermeiros a assinarem receita médica e se tornarem responsáveis técnicos pelo uso dos medicamentos.

Ainda há tempo de corrigir.

Estamos à disposição.

 

Mirela,

Não "existe posto que seria dos agronomos".

Existe sim atribuições profissionais compativeis com a formação pedagógica de cada nível.

E, existem decretos equivocados, assinados por presidentes em fim de carreira e diversos profissionais de outras categorias tentando ganhar no "tapetão", uma fatia da Agronomia que não lhes pertencem.

E o pior, existem juízes mal informados que interpretando as leis sem o esperado bom senso, beneficiam alguns poucos e prejudicam toda a sociedade e o meio ambiente. Vide decreto 4560 e decisão judicial que permite aos técnicos agrícolas do Paraná assinarem receituário agronômico. Os professores de colégio agrícola que me perdoem, mas eles tem que refletir um pouco sobre estes assuntos considerando a ética que deve permear cada um de nossos atos.

 

Informamos que as proposições abaixo sofreram movimentações.

 
  • PL-01950/2011 - Cria o controle da produção e consumo de agrotóxicos por meio de vigilância eletrônica e sanitária.
  - 09/10/2012 Apresentação do Requerimento n. 266/2012, pelos Deputados Zé Silva (PDT-MG) e Moreira Mendes (PSD-RO), que: "Requer a realização de Audiência Pública na Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural para discutir o Projeto de Lei nº 1.950, de 2011, que dispõe sobre a criação de um sistema nacional de monitoramento e controle de agrotóxicos".

Acho que a lei mencionada acima é muito séria, não vejo ela como uma briga entre Técnicos e Agrônomos, mas temos sim que não deixar que leis desse tipo criem situações em quem perde não é apenas os Agrônomos, também será a sociedade como um todo que nossos filhos também fazem parte. 

Com relação ao fato de dizer que tem agrônomos que saem ao campo despreparados, tenho a dizer que tem outros profissionais de outras profissões que também saem assim sem muito preparado. Mas a lei não muda o que é de responsabilidade deles formados. O mercado é dinâmico e com o tempo separa os bons dos ruins. NÃO PODEMOS  aceitar este argumento que diz que se os alunos saem da faculdade de agronomia despreparados hoje, e que isso sirva de justificativa para que os Técnicos assinem as receitas. Isso é nivelar da pior forma possível. MINHA OPINIÃO!

Responder à discussão

RSS

© 2020   Criado por Gilberto Fugimoto.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço