Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

No último Congresso Nacional de Profissionais (9º CNP) do Sistema Confea Crea, a Engenharia Florestal apresentou proposta (PNS 63) de sair do Grupo Agronomia para o Grupo Engenharia, legalizando a Câmara Especializada de Engenharia Florestal.

A Engenharia Florestal não vê semelhança nem proximidade com Agronomia e entende que deve se posicionar, no Sistema Confea Crea, junto às demais engenharias - civil, elétrica, mecânica.

Gostaria de saber o que os colegas acham.

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Respostas a este tópico

Creio que deveriam sair porque a maior parte deles criticam o tempo todo a existência das pastagens e da agricultura. O correto mesmo seria a Engenharia Florestal ser uma especialização da Agronomia! Só assim eles teriam uma boa formação e o país ganharia muito! Só como exemplo, um Engenheiro Eletricista que faz mestrado na área de equipamentos médicos ganha o título de Engenheiro Clínico! Isto é o correto!

Só há perdas quando se criam profissões incompletas. Como seria um Engenheiro Clínico que não tivesse os conhecimentos de um Engenheiro Eletricista?

abraços

 Engenharia Florestal é mais próxima da Engenharia Civil? Em que?

Trata de plantios, adubação, conservação da natureza e isso é engenharia civil em que país do mundo?

Por que não criam uma entidade para a Engenharia Florestal? Seria o óbvio.

SDS

Ari Cavedon

...um exemplo da pouca afinidade da Eng. Florestal às Engenharias urbano-industriais seria o fato de terem sido já criados cursos de Eng. Industrial Madeireira (UFPR, a pioneira, e UFPel), cujo foco de atuação seria justamente a área de Tecnologia da Madeira, sendo uma espécie de Eng. Mecânica (ou Química) aplicada a este ramo... Enfim, a sua vontade de nos abandonar, negando as suas origens agronômicas, deve-se, principalmente, aos seus anseios por uma espécie de reserva de mercado florestal...

Do meu Facebook para cá: "Cursei Eng. Elétrica, tendo desistido do curso sem haver-me formado... Pessoal, sinceramente, a Eng. Florestal, em termos do seu ambiente laboral, da sua grade curricular, etc, não tem nada a ver com as demais Engenharias, exceto com a Eng. Agronômica (Agronomia), obviamente, pois as demais destinam-se ao mundo industrial (e urbano, na sua grande maioria), alicerçando-se quase totalmente sobre as ciências exatas, ao contrário da Agronomia e da Eng. Florestal, cujas bases são bem mais multidisciplinares..."

Abraços sinceros a todos os colegas!

Não vejo como a Eng Florestal está mais próxima das outras engenharias. Acredito que queiram mais é brigar por reserva de mercado. Hj temos várias demandas na parte ambiental de licenciamento que eles poderiam dizer q a indicação é só para eles. Ex: Licenciamento de linhas de transmissão onde pedem o levantamento florestal  da área, os PRAD'S que depois do CAR muitas fazendas vão precisar.

Bom dia colegas, sempre pelo mérito do debate!. Vamos encontrar discussões sobre fracionamento, e desmembramentos da nossa profissão, como se isto é que é importante para nossa classe, ou para a classe reclamante por direitos e representação que já tem!. É preciso entender que Profissão é uma capacitação adquirida por estudos acadêmicos, que nos dá a habilidade em exercer funções técnicas especiais e exclusivas pelo que aprendemos, que nos diferencia de qualquer outro prestador de serviços para sociedade!. A Confederação, ou o Conselho Regional, teria por finalidade administrar para que este serviço seja executado da melhor forma possível!. Em benefício da sociedade e principalmente do bom profissional!.

Entrar em defesa de reclamantes pela vaidade ou mesmo prepotência, de se acharem poderosos em se desvincular, do seu núcleo materno, a Engenharia Agronômica, é o mesmo que desprezar o que recebeu para seu início de formação!. E Aderir a proposta comercial de grandes Empresas do Ensino Privado, a quem interessa aumentar o seu número de classes, e assim o valor da arrecadação!. 

Prezados,

Cabe refletir quais são os motivos ocultos na estratégia da Eng Florestal para a saída do Grupo Agronomia para o Grupo Engenharia e a criação de uma nova "modalidade". 

Boa tarde amigos, Gilberto, talvez os motivos ocultos aos colegas da Engenharia Florestal, seja tão oculto que nem eles conseguem desvendar!. Pergunto :- Em que tais aproximação da Engenharia Civil os Engenheiros Florestais se identificaria ?!!?. Seria no fornecimento de madeira para construção civil?!. Ora... a Engenharia Civil, só usa madeira para construir andaimes!. E pela "economia", e sem muita arte, já reclamam dos Arquitetos pelo desperdício de concreto!. Talvez tenham esquecido que nosso País é Tropical, não precisa muito de isolante térmico!.

Manoel e colegas,

Estou escrevendo um blog a respeito, mas já adianto que há uma luta por poder e busca de uma representatividade desproporcional à dimensão da categoria, no Sistema Confea Crea. 

Essa é uma das razões para tanto disparate!

Bom dia colegas, prezado lutador Gilberto, desde já agradeço muito seu esforço e dedicação, em tentar valorizar e dar a devida importância que deve ter a profissão de Engenheiro Agrônomo. Quanto ao disparate e tentativas de dividir e desmembrar nossa profissão pelo CONFEA, e CREA, só pode nos lembrar a celebre frase do grande conquistador o Imperador Napoleão Bonaparte, que dizia em suas batalhas:- VAMOS DIVIDIR O INIMIGO, PARA DEPOIS VENCE-LO! E isto era uma grande guerra, e uma grande batalha!, e realmente venceu quase todas, mas com lutadores que devemos ter??!

Quem sabe!!!!???. .

O "PROFISSIONAL" em Agronomia, é um PROFISSIONAL", NÃO é um "técnico" e está cercado de "carrapatos", que são os conhecidos "técnicos em agrícolas", cuja formação é de NÍVEL MÉDIO, não é PROFISSIONAL, mas acham que são profissionais, pois exercem atribuições que deveria ser exclusiva dos Agrônomos, que estudaram e se qualificaram para isso e por isso são PROFISSIONAIS, o exemplo mais clássico dentre tantas intromissões indevidas deste pessoal de formação cultural "MÉDIA" está na autorização conseguida via judicial, para receitar e assinar o receituário de produtos químicos e tóxicos para uso em agricultura, sem conhecimento de causa e efeito, apenas sabendo o que leu ou recebeu de treinamento, os efeitos do uso indevido deste produtos, receitados por pessoas DESQUALIFICADAS, está já nas profundezas do subsolo brasileiro e já fazendo parte das águas do lençol freático do Aquífero GUARANI, mas como o Brasil é um pais onde tudo pode e nada é devidamente fiscalizado, é que sou completamente contra de fazermos parte do Sistema CONFEA/CREA, deveríamos ter um CONSELHO REGIONAL E NACIONAL próprio, nosso dos AGRÔNOMOS.

Este "carrapatismo" dos técnicos agrícolas em relação aos AGRÔNOMOS, seria a mesma coisa que um Enfermeiro, ou um Farmacêutico, tivesse a liberdade de indicarem e prescreverem medicamentos pára pacientes doentes, ou então que técnicos nas áreas elétrica, civil e mecânica, projetassem e assinassem plantas de prédios, de máquinas e equipamentos, de sistemas e de circuitos elétricos de prédios, máquinas, industrias. Pelo que sei, técnicos nestas áreas são habilitados a executarem o que os Engenheiros desta áreas, projetam, caso contrário do AGRÔNOMO, pois além de fazerem Projetos Técnicos, para Bancos e Financeiras, os "carrapatos" executam em sua total plenitude até uma área, se não estou enganado de 180 ha por produtor.

A Desvinculação da Eng Florestal, do Grupo Agronomia para o Grupo Engenharia, é simplesmente uma aberração, pergunto aos propositores deste desvairamento profissional, qual o vinculo da profissão do Eng Florestal, com qualquer uma das Engenharias, Civil. Elétrica, Mecânica ?.

Boa pergunta Paulo Roberto,

Também gostaria de saber...

O treinamento básico de agrônomos e engenheiros florestais é o mesmo, enquanto a especialização é diferente. Na Itália temos formatura na mesma Faculdade e as duas profissões têm dois diferentes Registo Professional. Eu acho que esta é a situação mais lógica.

Abraços

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