Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Em comemoração à marca de 2.000 membros na Rede Agronomia, queremos ouvir as declarações dos colegas

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2000 agrônomos e agrônomas juntos(as) já dá prá fazer um bocado de barulho!

É importante notar que hoje em dia todo e qualquer movimento que almeje a libertação das antigas idéias têm um elemento básico em comum: almeja assegurar a PARTICIPAÇÃO de todas as pessoas nas decisões relacionais. As lutas por participação tendem a criar laços de solidariedade que assumem cada vez mais um caráter geral. Quais são as idéias novas em AGRONOMIA?

Por exemplo: - o que tem de a ver a forma de se alimentar através de vapores inalados, em que se pode saborear uma barra de chocolate sem engordar nem um pouquinho (oferecidos nos "Le Whafs", restaurantes que oferecem os vapores referidos) com as possibilidades concretas de se favorecer uma melhor distribuição dos alimentos produzidos através do Mundo?

Trata-se de preparar um líquido especial com os alimentos necessários que passa a ter o sabor desses alimentos. Ou seja, uma máquina faz com que esse líquido vire uma nuvem de vapor, contida em uma grande redoma de vidro, e você pode inalar o vapor e sentir seu sabor. Notícias de quem esteve num desses "Le Whaf" diz que “cheirar”, por exemplo, o vapor de uma barra de chocolate por dez minutos faz com que você ganhe apenas 200 calorias, o que equivale nutricionalmente a duas barrinhas de cereais. Uma forma futurista de comer, segundo seu inventor, o professor "pardal"  David Edwards, de Harvard.

Dizem que atualmente só se usa mais em hospitais, com convalescentes... Mas que tem algo novo no ar, ah, aí tem!

Alarico Valls de Moraes

 

Engenheiro Agronomo, formado pela PUC-Uruguaiana,RS, mestrado em Geomática pela UFSM, proprietário da Empresa Agrobusiness Serviços Agronômicos Ltda.

Somos uma profissão do passaos, presente e futuro.

 

Nossos desafios no presente e futuro e discutir a sustentabilidade na agropecuária e meio ambiente.

Abraço a todos nós trabalhadores neste dia

 

Alarico

Prezado Gilberto,

É sempre um prazer me comunicar com você que vem lutando pela união de nossa clsse.

Como Engenheiro Agrônomo formado pela ENA da antiga Universdiade Rural do Brasil, hoje UFRRJ, em 1963, aposentaram-me pela compulsória em 2009 após 45 anos de trabalho dedicados a pesquisa, produção e administração de negócios agropecuários nos mais diversos ramos da Agronomia, tais como: pastagens, pecuária de leite e indùstrias lácteas, pecuária de corte, avicultura, fruticultura (citros e mamão), produção de sementes híbridas de milho e sementes de feijão, mecanização agrícola, construções de barragens e como orientador de pesquisas de campo com alunos de mestrado e doutorado.

Atualmente, executando pequenas atividades tipo consultoria, quando solicitado, para não esquecer a profissão.

Grande abraço do amigo e coléga aqui sempre à disposição.

Paulo Rogério.

Olá a todos,

 

Há tempos deixei o estrito senso do exercício da agronomia para atuar gerenciando projetos sociais.

Achei no entanto que não deveria distanciar do contato com minha profissão.

Razão pela qual iniciei mestrado em engenharia ambiental este ano. Um desafio estimulante.

Aproveitei minha experiência em articulação de redes sociais para aplicá-la em favor de espaços de expressão profissional da agronomia.

A criação da Rede Agronomia foi no entanto concebida com a participação da diretoria da AEARJ, da qual faço parte atualmente.

 

A reflexão sobre redes sociais me faz entender os limites da articulação profissional em termos hierárquicos.

 

Minha experiência e uma série de estudos mostram que a organização de pessoas de forma horizontal parece ser diferencial em comunidades e sociedades.

 

Ferramentas de conexão e comunicação como a plataforma ning é um recurso importante, mas que não substitui iniciativas individuais de compartilhamento e articulação de parcerias. Ou seja, só depende de cada um de nós movimentar e articular a rede em benefício coletivo, e mesmo em interesse próprio. Não vejo contradição entre esses dois aspectos. Na verdade não vejo sustentabilidade a longo prazo se não houver harmonia entre interesse pessoal e coletivo.

 

Articulação de redes sociais pode também ser um instrumento importante qdo se pensa em desenvolvimento local. Tanto se fala em extensão e desenvolvimento, mas se esquece o valor do conjunto das relações sociais e a cultura de comunidades influenciando no fracasso ou sucesso de empreendimentos coletivos: no desenvolvimento.

 

Enfim, essa era minha proposta, que se renova a cada novo membro da rede, qdo resolvi, com a colaboração de alguns colegas e hoje de todos que participam da Rede: articular um espaço de conexão, colaboração e parcerias.

 

Já tivemos alguns resultados signficativos como o curso de Gramados Esportivos e o início de um movimento - em rede - de agrônomos em torno da garantia de profissionais supervisionando esse tipo de serviço. Apenas um início que pode gerar tantos outros frutos.

 

Há dois anos, para exemplificar, escrevi sobre as propriedades de uma rede social e suas possibilidades:

 

 

Desenvolvendo ações em Rede


Lembro aos colegas alguns princípios de ação em rede:

Qto mais distribuída ou descentralizada (ou multicentralizada) for a topologia de uma rede, maiores serão as chances de sobreviência e sucesso;


Esse é o esquema de um conjunto de nós que pode ser Centralizado, Descentralizado ou Distribuído. Reparem que os nós são os mesmos, o que difere é a forma de relacionamento entre si.

Uma rede descentralizada (ou multicentralizada) significa múltiplas lideranças se revezando, abrir-se à criatividade e à iniciativa expontânea que surge. Sei que é difícil, até pq estamos acostumados ao esquema de comando e controle (todos nós sem exceção). Por outro lado, tbém não achou que a condução de uma rede se faz com um espontaneísmo do tipo laissez faire .

Enfim são posturas que precisam ser harmonizadas com muita atenção e reflexão: um eterno dilema entre controlar (em alguns casos extremos) e acompanhar a evolução da rede permitindo contribuições importantes à ela.
Parabéns aos idealizadores da Rede Agronomia. Vamos torna-la cada vez mais forte!!!

Parabéns a Gilberto e a todos que participam dessa rede. Me chamo Alexandre (José Alexandre Tavares de Sousa), sou nordestino de nascimento (Campina Grande, PB) mas cursei agronomia na Universidade Federal do Amazonas (em Manaus), tive algumas experiências profissionais em áreas alternativas, mas sempre trabalhei com atividades ligadas ao meio ambiente e florestas. Fui Coordenador do GCEA/IBGE e do Censo Agropecuário 1985 em Rondônia - aonde tive algumas experiências como: coordenador do programa PMACI (Proteção ao Meio Ambiente e Comunidades Indígenas no entorno da BR 364, membro fundador do Conselho estadual do Meio Ambiente e membro da Coordenação do PMNH (Plano Nacional de Microbacias Hidrográficas, dentre outras atividades; Diretor da Divisão de Turismo da Prefeitura Municipal de Uberlândia - aonde desenvolví algumas outras experiências como membro da Comissão de Agroindústria da FIEMG e Coordenador do Projeto Uberlândia, Portal do Cerrado; Educador Popular e Monitor de Educação Comunitária pelo SENAC/SP e outras instituições na Grande São Paulo, como: Fundação Julita, Projeto Âncora, Centro de Habilitação PROMOVE e Centro Experimental de Formação Profissional da Vila Formosa, dentre outras. Resido na Bahia desde 2005 e já tive algumas experiências aqui também, como Educador Ambiental na Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista e como Coordenador Estadual do Programa Pólos Florestais Sustentáveis da Bahia.

Atualmente, trabalho como Consultor Ambiental e plantador de florestas na Região de Vitória da Conquista/BA, aonde costumo fazer longos passeios de bike e esperar a visita dos muitos amigos que fiz por minhas andanças pelo Brasil.

Abraços! 

Atendendo ao Fugimoto vou me apresentar.

Sou formado pela UFRRJ no  ano de 1979, trabalhei com Extensão Rural no Paraná até 1982( EMATER PR/ ACARPA), passei no Concurso do Ministério da Agricultura e desde 1982 estou no MAPA. Comecei no Laboratório de Referência ( Entomologia ), já trabalhei na Vigilância Agropecuária, Classificação Vegetal, Inspeção, já fui chefe do Laboratório de Patologia Vegetal, do Laboratório de Referência Vegetal do Sudeste, da Fiscalização de Insumos,  de Desenvolvimento Rural,Diretor Técnico da SFA-RJ e atualmente Chefe da Divisão de Política , Produção e Desenvolvimento Agropecuário da SFA-RJ. A área que mais me motiva hoje é o fomento a pequena Produção em todas as suas vertentes, Orgânicos, pequena agroindústria de base familiar, Indicações Geográficas , Marcas coletivas....na verdade sou apaixonado pela minha profissão e pela enorme quantidade de possibilidades que ela nos proporciona , não há como morrer de tédio...

Grande abraço aos colegas.

Oi... Estou cursando o 8º período de UNIMONTES.

Estou na Rede Agronomia a algum tempo, e gosto muito, espero que cada vez mais e mais pessoas ingressem, para tornar esse espaço cada mais interessante.

 

 

  Gostaria de parabenizar nossos 2000 colegas da Rede Agronomia, especialmente nosso colega Giberto

  Parabéns !!!

eu fico feliz pelo progresso da rede....

Boa noite a todos! Digo sempre que por enquanto sou Engenheiro Agrônomo ´´no papel´´, Porque desde que terminei o curso no final de 2009, ainda não tive oportunidade de ser efetivado em algum cargo para poder exercer a profissão. Me formei na Upis - União Pioneira de Integração Social em Brasília DF e espero atingir a meta de ser efetivado em um cargo em breve, contando com um parceiro que é o site do agronomos.ning, que além de oferecer essa possibilidade, permite a organização de eventos de um grupo que compartilha das mesmas idéias, bem como fóruns de discussão e enquetes para que todos possam compartilhar seu conhecimento e experiências, sandando dúvidas e proporcionando crescimento e enrriquecimento do grupo.

 

                                                                                   Gustavo.

Parabéns aos idealizadores e a todos que integram a Rede Agronomia.

 

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