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Sclerotinia sclerotiorum (MOFO BRANCO DA SOJA)



Sclerotinia sclerotiorum (MOFO BRANCO DA SOJA)


A podridão branca da haste esta disseminadas por todas as regiões de condições climáticas amenas (Região Sul e chapadas dos cerrados, acima de 800 m de altitude). Alem da soja, o fungo infecta uma vasta gama de plantas cultivadas e daninhas, com exceção das gramíneas. A fase mais vulnerável vai do estádio da floração plena (R2 ) ao inicio da formação das vagens (R3/R4). O fungo é capaz de infectar qualquer parte da planta, porem, as infecções iniciam-se com mais freqüência a partir das inflorescências e das axilas das folhas e ramos laterais.
 
Sintomas – os primeiros sintomas são manchas de anasarca que evoluem para a coloração castanho claro e logo desenvolvem abundante formação de micélio branco e denso. Em poucos dias o micélio transforma se em massa negra, rígida, o escleródio, que é a forma de resistência do fungo. Os escleródios variam em tamanho de poucos milímetros a alguns centímetros que são formados tanto na superfície como no interior da haste e das vagens infectadas.
 
 

Etiologia – escleródios caídos ao solo, sob condições de alta umidade e temperaturas variando de 10-25 °C, germinam e desenvolvem, na superfície do solo, os apotécios. Estes produzem as ascósporos que são liberados ao ar e são responsáveis pela infecção das plantas. A transmissão por semente pode acorrer tanto através de micélio dormente (interno) quanto escleródios misturados as sementes.
 
Controle – evitar a introdução do patógeno na área utilizando sementes certificadas. O tratamento de sementes com fungicidas do grupo dos benzimidazóis associados a produtos de contato deve ser adotado como medida de segurança para reduzir o risco da introdução do patógeno em área indene, via semente com micélio dormente. Uma vez estabelecido em uma área, o fungo é de difícil erradicação. Em áreas de ocorrências de mofo branco recomenda-se fazer a rotação/sucessão de soja com espécies resistente como milho, aveia branca ou trigo; eliminar as plantas daninhas que, na maioria, são hospedeiras do fungo; incorporar restos culturais; fazer adubação adequada; aumentar o espaçamento entre linhas, reduzindo a população ao mínimo recomendado para cada variedade.

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rotação não resolve pois o fungo fica por vários anos, é só colocar uma cultura mais sucetível com clima favorável que ela eatará lá novamente. apenas plantio de culturas não sucetíveis. como trabalho com canola uma cultura altamente sucetível ao mofo branco, tenho me deparado com vários sistemas de controle quimico que tem ddado resultado, os quimicos defensivos( sumilex e frouncide) como também o uso de tecsaclor(dióxido de cloro) que tem ação bactericida e esporicida  também, como o peróxido de hidrogenio (peracetic). que devem ser aplicados preventivamente e tem ação curativa.

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