Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Este tópico tem por obejtivo discutir e elaborar um Plano de Ação de Trabalho para a nova direção da AEARJ.

Consolidaremos as propostas apresentadas neste espaço na próxima Assembleia Geral da AEARJ, que elegerá a nova Diretoria da AEARJ para o bienio 2011-2013.

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Respostas a este tópico

Prezado Jorge Antônio

 

Solicitamos que seja incluída nas propostas de Plano de Ação de Trabalho para a nova direção da AEARJ, a que consta da carta de 12 de outubro de 2010, encaminhada ao Diretor Presidente da AEARJ, Sr. Sérgio Agostinho Cenci e que abre os assuntos a serem tratados no Grupo "Produção Pecuária Sustentada", desta Rede Agronomia.

 

Atenciosamente.

 

Carlos Alberto Piano Rocha

Prezado Jorge Antônio.

 

Solicitamos que seja incluída nas propostas de Plano de Ação de Trabalho para a nova direção da AEARJ, a que consta da carta de 12 de outubro de 2010, encaminhada ao Diretor Presidente da AEARJ, Sr. Sérgio Agostinho Cenci e que pode ser acessada também no Grupo "Produção Pecuária Sustentada" desta Rede Agronomia.

Anexos

Propostas para debate entre os Engenheiros Agrônomos da AEARJ

Engenheiro Agrônomo Mario Lucio Machado Melo Jr.1

 

Dentro da realidade que o Brasil vive hoje, às portas da segunda década do Século XXI, é necessário debater profundamente os caminhos éticos, filosóficos, sociais, políticos e econômicos, prioritários à serem trilhados pela categoria profissional, no Estado do Rio de Janeiro e no Brasil.

Na opinião do proponente, os assuntos listados são interligados e compõem uma pauta única. Mesmo que algumas propostas estejam em andamento é fundamental aprofundar, ampliar seus efeitos e garantir a participação e o controle social no estabelecimento das metas e do uso dos recursos públicos. As proposições abaixo elencadas, individualmente e no seu todo provocam a efetiva abertura do mercado de trabalho, garantindo o direito constitucional ao emprego de profissionais especificamente qualificados, a qualidade dos produtos agrícolas na defesa dos consumidores e, a proteção/ conservação do ambiente para preservação da vida. Assim, vamos iniciar o debate de temas que podem constituir a plataforma de trabalho da diretoria da AEARJ:

 

1)       Efetivo controle do uso abusivo de agrotóxicos, conforme previsto na legislação federal, LEI Nº 7.802, DE 11 DE JULHO DE 1989 e nas legislações complementares;

2)      Crédito rural concedido com rigoroso controle técnico (já que é subsidiado), atendidas as legislações: técnicas, sociais/ trabalhistas e ambientais, bem como, as diretrizes e metas pretendidas pelo Governo Federal para o setor rural;

3)      Garantir a Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER pública, gratuita e de qualidade para todos os agricultores com coordenação nas três esferas de governos;

4)      Expandir e reforçar o sistema nacional de pesquisa agropecuária pública, ampliando seu leque de pesquisas aplicadas e o seu orçamento;

5)      Lutar pela criação de novas Universidades Rurais e Escolas Técnicas Federais e investir nas existentes;

6)      Defender a limitação: 1°) do tamanho dos imóveis rurais e 2°) da compra de imóveis por estrangeiros;

7)      Apoiar a luta dos movimentos sociais pela reforma agrária;

8)      Lutar para expandir e reforçar a ação do Ministério do Desenvolvimento Agrário – MDA, na gestão política da agricultura familiar, da reforma agrária e da ATER pública;

9)      Desfechar uma ampla campanha de defesa e valorização profissional;

10)   Propor ao Sistema Confea/ Crea’s focar na sua principal área de atuação, que é fiscalização das atividades profissionais (para que não sejam executadas por leigos e/ou por quadro insuficiente de profissionais ou sem a devida remuneração: Lei Federal n°4.950-A);

11)   Criação de uma estrutura básica de Planejamento fundamentado nas bacias e micro-bacias hidrográficas, respeitando as diversidades impostas pelos vários biomas, harmonizando os interesses do desenvolvimento econômico e social com a preservação/ conservação ambiental. Unidades armazenariam e articulariam os dados, estudos, relatórios, pesquisas, etc. das diversas instituições públicas visando economizar recursos quando da implementação de pequenas até grandes obras de infra estrutura;

 

1 O autor é formado pela UFRRJ/81, onde também completou a pós-graduação em engenharia de irrigação; foi conselheiro do CREA/RJ e do CONFEA; presidente da AFERJ; diretor e conselheiro da AEARJ em vários mandatos; diretor técnico e posteriormente presidente da EMATER-RIO, empresa em que trabalha há 29 anos; coordenador de programas econômicos da SECPLAN/RJ e mais recentemente superintendente do INCRA/ RJ.

Aliado à proposta dos colegas Carlos Alberto e Mário Lúcio, precisamos em paralelo denunciar, e até acionar juridicamente o exercício irregular de outros profissionais que estão invadindo nossa área.

Essas ações devem ser noticiadas para que outros colegas Agrônomos possam contribuir cada vez mais, assim resgatamos oportunidades que já existem no mercado para Agrônomos.

Dessa forma, mostramos sociedade nossa importancia, organização, união, e que não estamos alienados às questões contemporâneas.

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