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RELATÓRIO DA ONU - MARÇO 2011- POTENCIAL DA AGROECOLOGIA

Nesta terça-feira (08/03), a ONU – Organização das Nações Unidas – divulgou um relatório que afirma o potencial da…Continuar

Iniciado por Jorge Antonio RJ 3 Abr, 2011.

Lançado novo livro sobre conservação ambiental !!

Livro "Nossas Árvores - Conservação, uso e manejo de árvores nativas"SumárioCAPÍTULO 1 - A MATA ATLÂNTICA, BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃOCAPÍTULO 2 - ECOLOGIA DAS ÁRVORES NATIVASCAPÍTULO 3 - PRINCÍPIOS…Continuar

Iniciado por Murilo Figueredo Campos de Jesus 9 Maio, 2010.

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Comentário de Sindicato dos Engenheiros RS em 31 outubro 2012 às 15:35

No dia 8 de novembro, o SENGE-RS realiza o Seminário Alimento Seguro e Responsabilidade Técnica, com inscrições gratuitas. 

Conheça a programação em http://bit.ly/PHwCNn  e participe!

Comentário de Antonio de Almeida Paz Neto em 9 outubro 2012 às 12:55

Alguém poderia me ajudar indicando bons livros que tratam de adubação verde? email: paznetoaa@gmail.com

Obrigado!

Comentário de Marize Freitas em 8 outubro 2012 às 10:32

A 1ª Jornada de Camponês a Camponês: Agroecologia e Soberania Alimentar acontece na UFS de 11 a13 de outubro.

Programação do evento acessem: http://www.agroecologia.org.br/index.php/agenda/icalrepeat.detail/2...

Comentário de ALEXANDRE Panerai em 30 maio 2012 às 17:31

Agricultores trocam sementes durante evento sobre produtos orgânicos



O agricultor ecologista Salvador Rosa da Silva, o Dodô, que produz folhosas, frutas  e verduras,  numa área de 18 mil metros, do bairro Lami, em Porto Alegre, foi apenas um dos 12 agricultores de Porto Alegre que apresentaram, nesta terça-feira (29/05), um relato de sua experiência com sementes e mudas, o cultivo de orgânicos e disponibilizaram material para a troca com outros agricultores.  Mostrou o que produz em sua pequena área no extremo sul de Porto Alegre, contou como acontece a troca de sementes, de saberes, entre ele e os inúmeros amigos adimiradores. Tive a honra de estagiar no seu sítio e aprender muito!
 
A reunião de troca de sementes crioulas foi promovida pelo Organismo Participativo de Avaliação da Conformidade Orgânica (OPAC) da Associação dos Produtores da Rede Agroecológica Metropolitana (RAMA) e aconteceu no Centro Agrícola Demonstrativo (CAD), em Porto Alegre.
LEIA MAIS EM:
http://estagiositiodosherdeiros.blogspot.com.br/

Comentário de Marize Freitas em 26 abril 2012 às 16:15

Colegas,

de 27 de abril a 01 de maio ocorrerá no Campus da Universidade Federal de Sergipe (São Cristóvão - SE), o XII ERA - ENCONTRO REGIONAL DE AGROECOLOGIA DO NORDESTE. Acessem a página: http://http://www.eranordeste2012.blogspot.com.br/ e quem puder apareça! Abraços

Marize

Comentário de joão carlos flôres em 13 janeiro 2012 às 10:43

COLEGAS AGRONOMOS(AS)

AS propostas da CARTA do VII CVBA me parecem oportunas, necessárias e muito bem fundamentadas. Se cada um de nós agrônomos(as) em cada setor/área de atuação, iniciassemos uma transição - por pequena que fosse, - para a AGROECOLOGIA, já seria uma grande modificação dos rumos !!!

Deixo como sugestão que as Associações da Classe, em todos os estados e lugares, remetessem a todos os colegas cópias da referida CARTA. E que insistissem em leituras e apresentações nas reuniões, encontros, etc.

Saudações agroecológicas

joão flôres

Comentário de Marize Freitas em 12 janeiro 2012 às 19:53

Carta do VII CBA

O VII Congresso Brasileiro de Agroecologia, reuniu em Fortaleza-CE 2.624 profissionais do ensino, da pesquisa e da extensão, estudantes, agricultores e agricultoras de todo o Brasil para debater o tema “Ética na Ciência: Agroecologia como Paradigma para o Desenvolvimento Rural”. A definição deste tema para o nosso Congresso partiu da constatação de que as instituições científicas em nosso país vêm sendo cada vez mais utilizadas como instrumento de legitimação de decisões políticas que aprofundam um modelo de desenvolvimento insustentável, que acentua as desigualdades sociais e destrói a base de recursos naturais necessária à Vida.
A forma como os temas dos agrotóxicos e dos organismos geneticamente modificados vêm sendo tratados pelas instituições do Estado atenta contra os mais fundamentais princípios da prática científica. Denunciamos e repudiamos o emprego da Ciência a serviço de interesses privados que atentam contra a Vida. As regras de funcionamento da CTNBio contrariam a biossegurança e o Princípio da Precaução tendo em vista que suas decisões não são tomadas levando em consideração estudos independentes da tutela dos interesses comerciais. O mesmo se aplica à liberação de agrotóxicos proibidos em outros países com base em fundamentação científica, mas que permanecem sendo utilizados com a autorização e incentivo do Estado brasileiro.
Afirmamos que o princípio Ético de defesa da Vida e do meio ambiente deve pautar a ação do Estado e de suas instituições e isso só se concretizará a partir do reconhecimento oficial e da internalização do paradigma agroecológico nas políticas públicas.
Nesse momento em que o governo federal se propõe a construir uma Política Nacional de Agroecologia de forma participativa, suas instituições devem implementar mudanças estruturais no mundo rural e políticas públicas capazes de consolidar a agricultura familiar camponesa e os princípios da Agroecologia como fundamentos de um novo modelo de desenvolvimento rural e agrícola.
Neste sentido, o VII Congresso Brasileiro de Agroecologia afirma que:
- A massiva redistribuição da terra e a garantia ao livre acesso aos recursos naturais como condições primeira para o desenvolvimento rural sustentável. Nesse sentido, o governo federal deve retomar a agenda da reforma agrária e assegurar os direitos territoriais de populações tradicionais que vêm sendo violados pela expansão do agronegócio e de grandes projetos de infraestrutura. Ademais, é urgente a necessidade de revisão dos índices de produtividade da terra, de modo a assegurar a função socioambiental da propriedade privada e o cumprimento dos dispositivos constitucionais.
- As políticas para o fortalecimento da agricultura familiar devem ser radicalmente reorientadas visando garantir a sua autonomia em relação ao capital industrial e financeiro, o que significa a promoção de processos massivos de transição agroecológica.
- As modificações propostas para o código florestal representam um retrocesso da legislação ambiental brasileira e para o futuro da agricultura camponesa, criando condições para o avanço de um estilo de agricultura insustentável que só beneficia a uma pequena elite descomprometida com a nossa sociedade, não expressando nenhuma solidariedade para com as futuras gerações. Diante disso, exigimos que a presidência da República vete as modificações aprovadas pelo Congresso Nacional.
- O Programa Brasil sem Miséria direcione para a oferta de sementes crioulas e variedades ao invés de incentivar o uso de OGMs na Agricultura Familiar Camponesa. Exigimos a implementação de políticas e ações que impeçam a contaminação genética, uma vez que a convivência, na prática se mostra impossível. Exigimos a manutenção da obrigatoriedade do monitoramento dos OGMs liberados comercialmente.
- A mercantilização da natureza, mediante a noção de mercados verdes, como vêm sendo concebida a posição oficial brasileira para a Conferência Rio+20, é incompatível com o primado da Ética e com o desafio da construção da sustentabilidade. Assim sendo, exigimos que o governo brasileiro reformule sua posição a partir de fundamentos agroecológicos, assegurando com isso a conciliação da conservação ambiental, o controle de emissões de gases de efeito estufa e o desenvolvimento econômico e social.
- A política pública de ATER deve reintroduzir o enfoque agroecológico como eixo orientador das ações patrocinadas pelos governos, o que não pode ser confundido com mudanças técnicas pontuais visando apenas à conquista de nichos de mercado orgânico. Cobramos do MDA a realização da primeira Conferência Nacional e de conferências estaduais e territoriais de Assistência Técnica e Extensão Rural, assegurando um amplo e democrático debate que contribua para a mudança da concepção de ATER e para a qualificação dos aspectos legais e operativos inerentes às atividades de Assistência Técnica e Extensão Rural.
A educação em Agroecologia vem experimentando um avanço significativo nos últimos anos o que se materializa na construção de cursos em Agroecologia (ou com ênfase no tema) nos diferentes níveis de formação. Isto é fruto da luta histórica dos movimentos sociais e as recentes políticas públicas para a educação. Frisamos que a consolidação destas iniciativas emerge do diálogo permanente entre conhecimentos acadêmicos e populares, onde se destaca o protagonismo dos agricultores e agricultoras e suas organizações. Isto tem sido possível em função de uma pluralidade metodológica que valoriza diferentes estratégias para inserção do enfoque agroecológico nas instituições de ensino. Neste sentido, propomos:
Que o governo federal promova a ampliação e consolidação da rede de Núcleos de Agroecologia das diversas instituições de ensino, por considerar seu papel estratégico na dinamização e promoção do enfoque agroecológico;
Que o Governo Federal, através de suas instituições de apoio e fomento à Ciência, Tecnologia e Inovação crie áreas temáticas em Agroecologia, promovendo a produção de conhecimento científico e tecnológico com enfoque agroecológico;
Que o Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico voltem a patrocinar editais para o apoio a pesquisa, ensino e extensão voltadas a processos de transição agroecológica.
- As Instituições públicas de pesquisa agropecuária devem incorporar a abordagem agroecológica na produção e socialização de conhecimentos, superando a noção clássica de Pesquisa & Desenvolvimento, assim como enfoque de Transferência de Tecnologias que vêm bloqueando a inovação das práticas de pesquisa, em particular a sua interação com os agricultores e agricultoras e suas organizações para o estabelecimento de diálogos de saberes.
- As discussões continuam evidenciando que a Agroecologia não cumprirá seu propósito de ser uma referência para o desenvolvimento rural equitativo e sustentável se não se ocupar, na teoria e na prática, do reconhecimento das contribuições das mulheres e das questões que dificultam a sua participação como sujeitos plenos de direitos, tanto na vida social, como na atividade produtiva, e na construção do conhecimento agroecológico. Reconhecendo a importância da questão, foi criado pela ABA um Grupo de Trabalho sobre Gênero.
Manifestamos nosso apoio a “Campanha Nacional Contra o Uso de Agrotóxicos e pela Vida” e a “Campanha Por um Brasil Ecológico e Livre de Transgênicos e Agrotóxicos”.
A ABA permanecerá atenta e atuante na defesa das propostas e princípios expressos nesta carta.

Fortaleza (CE), 15 de dezembro de 2011.

Comentário de Marize Freitas em 27 dezembro 2011 às 19:55

IMPLANTAÇÃO DA "FEIRA DE PRODUTOS DE NOSSA TERRA" EM PORTO DA FOLHA - SE

Comentário de Marize Freitas em 27 dezembro 2011 às 19:39

Sergipe dando sua contribuição no Congresso Brasileiro de Agroecologia - Projeto Sementes Crioulas - IFS/SE-SEBRAE/SE-PDHC/

Comentário de Marize Freitas em 27 dezembro 2011 às 19:29

Gliessman e Costabeber no VII Congresso Brasileiro de Agroecologia 

 

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