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Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

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Agroenergia

Espaço de discussão sobre Agroenergia nos Estados e no Brasil.

Site: http://sengerj.org.br/aearj.htm
Local: AEARJ Rio de Janeiro
Membros: 49
Última atividade: 2 Out, 2017

ENCONTRO ESTADUAL DE AGROENERGIA RJ - 2007 - RELATORIO FINAL

1º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE AGROENERGIA - 1º ESAE/RJ
Rio de Janeiro – 06 de dezembro de 2007
Tema Central: AS POTENCIALIDADES DA AGROENERGIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

1- INSTITUICÔES PROMOTORAS:
SENGE-RJ - Sindicato dos Engenheiros no Estado do Rio de Janeiro
AEARJ - Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado do Rio de Janeiro
CREA-RJ - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do RJ

COMISSÃO ORGANIZADORA ESTADUAL
Jorge Antônio da Silva - Coordenador/Aearj/Senge-RJ, Felipe da Costa Brasil/Aearj, Luiz Rodrigues Freire/Ufrrj/Crea-RJ, Paulo Roberto Brandão/Aearj/Crea-RJ, Sergio Agostinho Cenci/Embrapa Ctaa, Sebastião Peixoto/Ufrrj/Campos, Celso Manzatto/Embrapa Solos, Aluisio Granato/Embrapa Solos, José Leonel Rocha Lima/Aearj/Emater-Rio, João Joaquim Ávila/Aearj/Emater-Rio, Delton Braga/HD Consultoria, Luciano Lima/BB, Cleude Pereira/Aearj/Crea-RJ, Gildo Godinho/Aearj, Arciley Alves Pinheiro/Aearj

OBJETIVOS E JUSTIFICATIVAS
A utilização de biomassa para a geração de energia se configura como uma atividade eficiente para a geração de emprego nas áreas rurais, redutora de impactos ambientais, conciliando a geração de renda com o potencial do Brasil na produção de energia a partir de fontes renováveis alternativas.
O tema central do Encontro Estadual será: AS POTENCIALIDADES DA AGROENERGIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO,

NATUREZA E HISTORICO SOBRE O EVENTO
O tema agroenergia e biocombustiveis ocupa com destaque os mais diversos espaços de mídia, radio, tv, jornais, revistas, internet e se constituindo em tema bastante importante nos aspectos sociais, econômicos e ambientais para o pais, pela oportunidade que tem de promover a inclusão social de diversos segmentos no meio rural em especial os pequenos proprietários e a agricultura familiar.
Uma preocupação presente diz respeito aos impactos sociais e ambientais que uma política publica possa provocar se não foram considerados determinados aspectos na introdução inadequada de culturas produtoras de energia em detrimento da produção de alimentos, ou de forma insustentável e em contrariedade com as culturas e hábitos locais
A Diretoria do SENGE-RJ e o Conselho Diretor da AEARJ promoveram e participaram de diversos debates sobre o tema Agroenergia, nos quais, os contatos, mantidos com técnicos de diversas instituições, apontaram para a realização do 1º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE AGROENERGIA e em seqüência a realização do 1º CONGRESSO BRASILEIRO SOBRE AGROENERGIA.

RESULTADOS ESPERADOS
Destacamos entre os objetivos do Encontro: Conhecimento da realidade; Criar diagnóstico; Políticas públicas previstas (estaduais e federais) e Integração interinstitucional; O Seminário objetiva ainda a realização de Congresso Brasileiro sobre Agroenergia em 2009, contemplando entre outros os seguintes temas: Importância dos Biocombustíveis para o Mundo e para o Brasil; Agroenergia no Brasil, Avaliação e Perspectivas ; Integração dos agricultores familiares e dos empreendedores de pequeno porte na produção da agroenergia; zoneamento Econômico Ecológico; competição da Produção de Alimentos e de Energia: condicionantes Ambientais à Concessão de Financiamentos; Política Brasileira de Biocombustíveis; Situação Atual e Expansão das Culturas de Produção de Energia no Brasil; Melhores Práticas para minimizar os impactos sobre a Biodiversidade

PROGRAMAÇÃO
ABERTURA : - Agamenon Rodrigues Oliveira - Presidente do Senge-RJ / Felipe da Costa Brasil - Presidente da Aaerj / Ricardo da Silva Pereira - Coordenador da Câmara de Agronomia/Crea-RJ / Jorge Antonio da Silva – Coordenador do Fórum Nacional de Engenheiros Agrônomos
MESA REDONDA: APRESENTAÇÃO DAS INICIATIVAS PÚBLICAS, PROGRAMAS, PROJETOS - Moderador: Felipe Brasil – Presidente da Aearj / Programa Estadual - Secretaria de Estado de Agricultura Pecuária, Pesca e Abastecimento – Justino Antonio da Silva / Política de Desenvolvimento - Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – André Vieira / Política de Biocombustíveis - Petrobrás Petróleo Brasileiro S/A – José Carlos Miragaya / Perspectivas da Agroenergia no RJ – Embrapa Solos – Celso Manzatto
MESA REDONDA - ANALISE DOS TEMAS EXPOSTOS, CONTEXTUALIZAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES - ASPECTOS AGRÍCOLA, AGROINDUSTRIAL, SOCIAL E AMBIENTAL - Moderador: Agostinho Guerreiro – Petrobrás / Embrapa Agrobiologia - Segundo Urquiaga / Pesagro-Rio- Empresa de Pesquisa Agropecuária - Arivaldo Viana / Embrapa Solos– Aluisio Granato / Ufrj/Coppe- Luciano Bastos / Secretaria de Estado do Ambiente- Carlos Minc

RELATÓRIO EXECUTIVO
Apresentamos o Relatório Executivo do 1º ENCONTRO ESTADUAL SOBRE AGROENERGIA- 1ºESAE/RJ, realizado com pleno êxito, alcançando plenamente os objetivos traçados pela Comissão Organizadora do Encontro em especial o de que suas proposições contribuam efetivamente para a elaboração do programa estadual de agroenergia.
O 1º ESAE/RJ teve como objetivos o Conhecimento das Políticas Públicas (estaduais e federais); a Integração Interinstitucional; a Discussão da Importância da Agroenergia - Avaliação e Perspectivas; da Integração dos Agricultores familiares e dos Empreendedores de pequeno porte na produção da Agroenergia; do Zoneamento Econômico Ecológico; da Competição da Produção de Alimentos e de Energia: dos Condicionantes Ambientais à Concessão de Financiamentos; Política Brasileira de Biocombustíveis; Situação Atual e Expansão das Culturas de Produção de Energia no Brasil; Melhores Práticas para minimizar os impactos sobre a Biodiversidade; Elaboração de Relatório com as conclusões do Encontro;
Entre os objetivos destacamos a realização do Congresso Brasileiro sobre Agroenergia em 2009, com o Tema central: AS POTENCIALIDADES E PERSPECTIVAS DA AGROENERGIA NO BRASIL.
A programação contemplou duas mesas redondas e debates sobre INICIATIVAS PÚBLICAS, PROGRAMAS, PROJETOS e ANALISE DOS TEMAS EXPOSTOS,
CONTEXTUALIZAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES - ASPECTOS AGRÍCOLA, AGROINDUSTRIAL, SOCIAL E AMBIENTAL.
O presente Relatório apresenta as conclusões do Encontro, destacando-se as principais questões debatidas e propostas apresentadas. Como o tema central versou sobre as POTENCIALIDADES DA AGROENERGIA NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, entende-se que a Agroenergia é o novo negócio agrícola que surge, e seus requerimentos são a necessidade de biomassa abundante e de tecnologia.
Entende-se que biomassa é igual a disponibilidade de recursos como terra, sol, água e capital. Além destas condicionantes, outras questão foram debatidas e aprofundadas, como a necessidade de formar recursos humanos capacitados para fazer inovação tecnológica e a gestão do negócio.
O estado do Rio de Janeiro é o segundo parque tecnológico do país e dispõe de recursos naturais abundantes para a produção de agroenergia. Como em outros setores agrícolas, ficou evidente, para que este potencial se transforme em desenvolvimento sustentável, a necessidade de mão-de-obra qualificada.
Para alcançar estes objetivos, há necessidade de implementação de políticas públicas na geração e capacitação de trabalhadores e empresários rurais, além de uma gestão eficiente em áreas de suporte como pesquisa e assistência técnica. Estas propostas foram colocadas como forma de superar a estagnação da produção agrícola do estado do Rio de Janeiro, ou seja, o baixo desenvolvimento.
O desenvolvimento sustentável em biomassa também deverá considerar sistemas de produção integrada, onde a certificação e a rastreabilidade da matéria-prima do do produto final serão exigências do mercado. Portanto, além de possível, será necessário conciliar agroenergia com agroecologia, ou seja, não existe negócio agrícola sem produção sustentável, com preocupação com o meio ambiente, preservação dos recursos naturais e recuperação de áreas degradadas.
O desmatamento dará lugar ao reflorestamento, e a demanda por biocombustível terá que superar estes desafios, aumentando a produtividade sem a necessidade de incorporação de novas áreas, prioritariamente.
A produção de agroenergia no Rio de Janeiro está baseada na monocultura da cana- de- açúcar, com baixa produtividade, em torno da metade da média de São Paulo, por exemplo. Portanto, a maior eficiência produtiva do setor será a forma principal de reduzir a expansão de áreas de produção, com preservação e economia dos recursos naturais. Além do mais, toda a monocultura gera impacto ambientais negativos, atingindo os ecossistemas.
PROPOSIÇÕES
Nesta linha de raciocínio, foram apresentadas algumas propostas no sentido de revitalizar e desenvolver o setor agrícola, voltado para a agroenergia e envolvendo outras cadeias produtivas, conforme destacamos abaixo:
1) Desenvolver um protocolo agroambiental do etanol no setor da cana-de-açúcar para o estado do Rio de Janeiro, ou seja, estabelecer um protocolo de conduta agroambiental, onde o foco seria a recuperação ambiental, a redução das queimadas, e o uso adequado de água, solo e agrotóxicos. Isto seria implementado de comum acordo, entre governo, usineiros e canavieiros, pois teria mais resultado pelos compromissos firmados, pois quando o processo é imposto na forma de lei, nem sempre surte os efeitos desejados.
2) O Governo do Estado do Rio de Janeiro, através da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, está elaborando um Plano Diretor de Agroenergia com a participação do setor produtivo. Foi proposto contemplar já nesse Plano Diretor a questão ambiental, que poderia ser feita através da criação do protocolo de conduta agroambiental, de uma forma negociada com os segmentos e instituições envolvidas e interessadas e não de maneira impositiva;
3) Criação de Fóruns para a construção da política de agroenergia estadual, garantindo a participação dos agricultores familiares e instituições representativas do setor; Neste aspecto foi sugerido dar continuidade ao Fórum estabelecido com a realização do 1ºESAE-RJ de forma permanente.
4) Diversificação da matriz agroenergética do estado do Rio de Janeiro, com a introdução de novas culturas com potencial e sistemas de produção validados pela pesquisa, como mamona, pinhão manso e oleaginosas, com base em zoneamento agroclimático, onde sejam apontadas a aptidão das terras e clima por cultura.
Nesta questão, foi opinião unânime que a pesquisa deve validar novos produtos e processos tecnológicos, antes que sejam repassadas aos agricultores, sob pena de não obtermos a sustentabilidade produtiva desejada, tendo em conta que o Estado tem enfrentado vários problemas deste tipo, como por exemplo a tentativa de desenvolver a fruticultura no Estado, que não atingiu os resultados esperados.
Observou-se que a defasagem tecnológica decorre, entre outros aspectos, do não repasse adequado das tecnologias, da política de fomento em bases não concretas, dificultando a inovação tecnológica e o desenvolvimento sustentável;
5) Reestruturação da Emater-RJ e Pesagro-RJ. A pesquisa e o serviço de assistência técnica rural, principalmente voltada para a agricultura familiar, é peça fundamental para alcançar os objetivos de qualquer política pública voltado ao desenvolvimento rural. A transferência de tecnologias e a capacitação e formação de produtores e multiplicadores deverão ser reforçadas nas políticas públicas de estado, e aqui se insere o papel da Emater-RJ, dos Institutos de pesquisas , das Universidades, estas voltadas à formação de profissionais com perfil adequado para atender as demandas da agroenergia com agroecologia;
Destaca-se, em relação à importância da situação enfrentada pela Emater-Rio, a Moção aprovada pelos participantes do I Seminário Estadual sobre Agroenergia, repudiando o processo de desmonte que o Governo Estadual vem impingindo à EMATER-Rio, através da diminuição de recursos financeiros e da determinação de redução de seu quadro funcional em 30%, quadro este já insuficiente para atender os agricultores familiares fluminenses.
O serviço de Extensão Rural é peça fundamental para alcançar os objetivos de qualquer política pública voltada à agricultura familiar. O deliberado desmantelamento deste serviço significa a total ausência de políticas do governo estadual para 70 mil famílias de agricultores do estado do Rio, o que acarretará em desabastecimento de alimentos, esvaziamento do campo e recrudescimento da violência nas áreas urbanas.
6) Desenvolver na cadeia produtiva sistemas de aproveitamento de “resíduos” (subprodutos, co-produtos), de forma a racionalizar o uso de insumos e gerar novos produtos, pensando de forma integrada, reduzindo ou eliminando perdas e desperdícios;
7) Considerando que na esfera federal, o assunto Agroenergia é tratado por mais de 10 ministérios, com a ocorrência de problemas de comunicação entre as diferentes instituições, foi proposta a criação da Agência Nacional de Agroenergia, como forma de minimizar este problema e aumentar a efetividade das políticas públicas. Nesta mesma linha de pensamento, as áreas da Agricultura e Meio Ambiente, Energia e de Ciência e Tecnologia devem estar integradas, em todos os níveis de poder, seja ele municipal, estadual ou federal.
8) Realizar o Congresso Brasileiro de Agroenergia, em 2008.

Rio de Janeiro, 06 de dezembro de 2007
Eng Agr Felipe da Costa Brasil – Presidente da AEARJ
Eng Agr Jorge Antonio da Silva - Coordenador Geral do Encontro
Eng Agr Sergio Agostinho Cenci - Secretário Relator do Encontro

Fórum de discussão

Pinhão-manso ganha espaço como fonte de biodiesel

Iniciado por Claudio Toledo 17 Nov, 2011.

Febre do pinhao manso em México.

Iniciado por JOSE INES BAZAN-MOTA 5 Mar, 2010.

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 28 junho 2010 às 20:04

Simpósio no RS vai discutir alternativas para produção de biodiesel e etanol



Soja, algodão, girassol e canola são as culturas indicadas para a produção de biodiesel e a cana-de-açúcar, para o etanol. Todas têm parecer favorável de implantação em diversas regiões do Rio Grande do Sul. O mercado é favorável, já que a demanda de consumo é crescente.


Para tratar da produção, das novas tecnologias, demandas e do mercado consumidor, Pelotas vai sediar o 3º Simpósio Estadual de Agroenergia, que será realizado de 10 a 12 de agosto de 2010, na Embrapa Clima Temperado. O evento acontece paralelo à 3ª Reunião Técnica de Agroenergia, 10ª Reunião Técnica da Mandioca e 2ª da Batata-Doce, e é promovido pela Embrapa Clima Temperado, Emater/RS-Ascar, Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) e a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

A cana ocupa cerca de 7 milhões de hectares ou cerca de 2% de toda a terra arável do Brasil, que é o maior produtor mundial, seguido por Índia, Tailândia e Austrália. As regiões de cultivo são Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Sul. No Rio Grande do Sul, atualmente são cultivados 2.100 hectares com cana, mas, de acordo com o Zoneamento Agroclimático da Cana-de-açúcar, a área apta para expansão do plantio é de 1.527.110 hectares, concentradas nas regiões Noroeste e Centro do Estado.

BIODIESEL

A diversificação é um dos grandes objetivos do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB). Em todas as condições edafoclimáticas do país há várias oleaginosas que podem ser usadas para a produção de biodiesel. Em 2006, 99% da produção era proveniente da soja, 0,04% da mamona e 0,9% de dendê. Em 2009, dados da Embrapa Agroenergia comprovaram aumento da diversificação. Atualmente, a soja corresponde a 80% da produção de biodiesel, seguido de 15% de sebo bovino e o restante de outras oleaginosas, como algodão e mamona. Para 2010, a perspectiva é de aumentar para 8% o percentual dessas alternativas.

Em 2005, o Programa iniciou com a participação de cerca de 16 mil agricultores familiares. Para 2010, a perspectiva é de 109 mil em todo o país. O principal motivo para esse incremento foi a adoção do Selo Combustível Social, que incentiva a compra de matéria-prima de produtores familiares ou de suas associações e cooperativas. Atualmente, há 47 usinas produtoras de biodiesel, sendo que 31 têm o Selo Combustível Social.

DEBATES

Durante o Simpósio Estadual de Agroenergia, pesquisadores, técnicos, produtores, empresários, professores, acadêmicos e especialistas na área de agroenergia vão debater sobre os aspectos tecnológicos, industriais, mercadológicos e políticos relacionados ao desenvolvimento da cadeia de biocombustíveis no Estado e no país.

As inscrições podem ser feitas até 5 de agosto de 2010. O valor é R$ 50,00 para estudantes e de R$ 150,00 para profissionais. O pagamento deve ser feito através de depósito bancário, no Banco do Brasil, Ag.3124-0, c/c 25376-6, em nome da Fapeg (Fundação de Apoio à Pesquisa e Desenvolvimento Agropecuário Edmundo Gastal).

Para validar a participação, o comprovante de depósito deve ser encaminhado para o e-mail agroenergia2010@cpact.embrapa.br, ou via fax: (53) 3275-8220, informando o nome do inscrito.

FONTE:

Agrosoft - http://www.agrosoft.org.br/agropag/214763.htm

Emater/RS-Ascar
Adriane Bertoglio Rodrigues - Jornalista
Telefone: (51) 2125-3106

Embrapa Clima Temperado
Christiane Congro - Jornalista
Telefone: (53) 3275-8113
Comentário de Sergio Agostinho Cenci em 5 junho 2009 às 20:45


Pinhão manso em audiência pública no Congresso Nacional (05/06/2009)
Com objetivo de discutir alternativas utilizando pinhão manso para produção de biodiesel, será realizada na terça-feira (9), às 9h30, audiência pública no Congresso Nacional da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária, requerida pelo Senador Valter Pereira. A Embrapa Agroenergia, unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento representará a empresa nesta audiência.

O Chefe-geral da Embrapa Agroenergia, Frederico Durães explanará aos senadores e convidados sobre as estratégias de pesquisa da empresa para viabilizar a cultura do pinhão manso como uma opção de matéria prima para o Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel.

O pinhão manso é uma espécie não alimentar com alto potencial de rendimento de óleo. A oleaginosa possui, também, características compatíveis com o perfil da agricultura familiar, pois é perene, dependente de mão-de-obra e os espaçamentos adotados permitem, nos primeiros anos de cultivo, o consórcio com outras culturas, podendo se produzir em uma mesma área energia e alimento.

A participação foi articulada pela Assessoria de Relações Nacionais (ARN) da Embrapa, que está atenta às questões em debate no Congresso Nacional. “Sempre que identificamos um tema que possa ter a contribuição dos resultados de pesquisa da Embrapa, procuramos inserir a empresa neste contexto, visando à colaboração do conhecimento gerado na elaboração de políticas públicas”, diz Cynthia Cury, coordenadora da Coordenadoria de Articulação Política desta Assessoria.

Além da Embrapa, também participarão o Ministério do Desenvolvimento Agrário, a Universidade Federal do Rio de Janeiro e a Brasil Bioenergia S.A..

Daniela Garcia Collares (MTb/114/01 RR)
Embrapa Agroenergia
E-mail: daniela.collares@embrapa.br
Estagiário: Leonardo Ferreira
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 20:02
FOTOS DIVERSAS DO ENCONTRO ESTADUAL DE AGRONERGIA - RJ
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 20:02

Carlos Minc, Arivaldo Viana, Agostinho Guerreiro, Segundo Urquiaga, Aluisio Granato, Luciano Bastos
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 20:00

Participantes atentos no auditorio do Crea-RJ
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 19:58

Felipe Brasil, Jorge Antonio e Sergio Cenci
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 19:57

Publico presente
Comentário de Jorge Antonio RJ em 14 abril 2009 às 19:56

Mesa Redonda - José C Miragaia, Felipe Brasil, André Vieira, Justino Antonio, Celso Manzatto
 

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