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Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

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Área na qual se estuda os insetos de importância na agricultura, desenvolvendo-se pesquisas básicas, relacionadas sobretudo à taxonomia, biologia e ecologia e também pesquisas aplicadas, visando o manejo integrado de insetos praga em culturas anuais e perenes

Os insetos são o grupo animal mais representativo em termos de diversidade e abundância. Sua grande importância na agricultura (como pragas, polinizadores, inimigos naturais, entre outras funções) gerou a área de entomologia agrícola.

As áreas de pesquisa são: bionomia, menejo e controle biológico.

Site: http://alvaro@agronomo.eng.br
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Fórum de discussão

Estamos oferecendo um Curso Livre EAD de "Entomologia Aplicada à Agricultura" com carga horária de 100 horas para os alunos das diversas áreas das Ciências Agrárias.

1.     Do curso                        i.         Início IMEDIATO!                      ii.         O curso terá a carga horária de 100 horas. Sendo essas 100 horas dividas em 4  módulos de 25 horas.                     iii.         Os módulos serão…Continuar

Iniciado por Camila Queiroz 24 Jul.

o que podemos fazer para nossas terrasproduzam mais em virtude em de tantos empecilhos? Seja ele; falta de investimentos do governos, solos pobres de nutrientes sem rejudicar o ambiente. 6 respostas 

Você agrônomo achas que tem como reverter esse quadro? e o que propõe para áreas inóspitas? teríamos como reverter esse embargo sem prejudicar o meio ambiente?Diante de aéreas defasadas, seja por enchentes, acidez, salinidade, o que podemos fazer…Continuar

Iniciado por jose rogerio de souza. Última resposta de Jackson Majewski 4 Abr, 2013.

O ENGENHEIRO AGRÔNOMO DO FUTURO 5 respostas 

O ENGENHEIRO AGRÔNOMO DO FUTUROINTRODUÇÃO – O presente trabalho tem como principal objetivo o de sintetizar meus pensamentos pessoais acerca da real importância do Engenheiro Agrônomo dentro do contexto social de hoje e do futuro. Naturalmente, a…Continuar

Iniciado por Neves Terriani Laera. Última resposta de paulo ricardo rickli 17 Fev, 2013.

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Comentário de Julio Cesar Corrêa Fontes em 12 agosto 2014 às 14:58

Olá pessoal!!!


Boa Tarde p/ todos
      Gostaria aprofundar meus conhecimentos em relação as técnicas de criações de insetos, mas focada para Programa de Controle Biológico, principalmente para Trichogramma, se puderem sugerir sites, trabalhos, livros, artigos, etc...

Agradeço desde já


Att. Julio Cesar C. F. de Assis

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 4 junho 2014 às 0:57

SERÁ QUE O MIP ACABOU E EU NÃO FIQUEI SABENDO???? AFINAL DE CONTAS NINGUÉM DISCUTE NADA SOBRE ISSO.

Comentário de Álvaro Arruda em 20 fevereiro 2014 às 12:56
Comentário de Álvaro Arruda em 17 agosto 2013 às 16:29
Comentário de Álvaro Arruda em 16 agosto 2013 às 19:36
Comentário de Álvaro Arruda em 16 agosto 2013 às 19:36
Comentário de Álvaro Arruda em 11 maio 2013 às 23:05

Vendo dvds por 50 Reais

O potencial para uso da Agricultura de Precisão no Brasil existe, principalmente, para as culturas com elevado nível de tecnologia que desejam obter um novo acréscimo de produtividade. Para a apresentação deste trabalho, foi tomada como exemplo a cultura do milho, onde você verá como a agricultura de precisão funciona na prática. Este curso contituído de Filmes, em DVD, e Livros Interativos foi totalmente gravado na ESALQ-USP, e

m Piracicaba - SP.

Comentário de Álvaro Arruda em 11 maio 2013 às 23:04

2.2. Tomada de decisão

 

                        A tomada de decisão é efetuada  através da análise dos aspectos econômicos da cultura e da relação custo/benefício do controle de pragas.

                        Para determinação do momento de controle, pode-se considerar que o ND é a densidade populacional que causa perda econômica igual ao custo de controle. Esse prejuízo ou dano é uma porcentagem do valor da produção equivalente ao custo de controle e pode ser obtido pela fórmula:

 

                        % D = custo de controle x 100

                                     valor da produção

 

                        Uma vez conhecido % D, é necessário conhecer a correlação entre população e injúria e entre injúria e dano, ou diretamente população e dano. A %D corresponde a uma determinada injúria, que por sua vez corresponde a uma dada densidade populacional. No monitoramento podem ser avaliadas tanto injúria quanto a densidade. Assim, é importante considerar que levantamentos populacionais devem permitir uma correlação direta com a injúria causada ou dano.

                        Se a avaliação do efeito do inseto for feita em termos populacionais, o nível populacional no qual devem ser tomadas medidas de controle pode ser expresso pela fórmula:

 

                        ND = %D x NP            % D+ % dano = custo de controle

                                        P                   NP= nível populacional que causa o prejuízo P

                                                              P = prejuízo causado pelo nível pop. NP

 

                        Uma vez determinado o nível populacional que causa o prejuízo econômico, faz-se necessário avaliar o parasitismo e predação, observados ao longo do programa de monitoramento, para a determinação da tendência de crescimento populacional do inseto.

                        A partir desses dados  são estabelecidas as árvores de decisão, um processo que permite relacionar custos e probabilidades dos resultados para as diversas alternativas de controle. Na verdade, na maioria das árvores de decisão, as regras são estabelecidas unicamente para se adotar ou não o controle químico.

Comentário de Álvaro Arruda em 4 abril 2013 às 17:48
Comentário de Álvaro Arruda em 4 abril 2013 às 13:54

3. DETERMINAÇÃO DAS PERDAS

 

 

                   Um dos grandes entraves do MIP é justamente a determinação das perdas e a correlação com a densidade populacional, que permitam o estabelecimento dos níveis de ação e as regras de decisão para adoção ou não de medidas de controle.

                        As relações danos-praga podem ser estudadas de várias maneiras, vários esquemas de parcelas e modelos de análises estatísticas têm sido empregados. O método mais amplamente utilizado é aplicar inseticidas de vários tipos, ou dosagens distintas e em diferentes intervalos de tempo para se conseguir diferentes densidades populacionais da praga visada. No entanto, esta metodologia pode levar a diversos tipos de erros: o inseticida pode ter ação fitotóxica ou apresentar efeitos estimulatórios de crescimento; perdas podem ser superestimadas ou subestimadas se não se conhece o efeito do produto sobre inimigos naturais ou outras pragas; a grande variação entre parcelas tratadas de forma distinta porque o ataque da planta pode não ser ao acaso, podendo estar relacionada aos aspectos intrínsecos do campo, pode ocorrer compensação do crescimento em plantas não atacadas por causa da reduzida competição entre as plantas adjacentes atacadas, etc.

                        Outros métodos para obtenção de diferentes níveis de ataque de pragas incluem o uso de infestações artificiais ou danos artificiais ou simulados. Tais métodos apresentam limitações, principalmente na interpretação dos resultados. Os danos podem ser corretamente simulados, mas geralmente diferem significativamente dos danos apresentados em condições de campo. Então, imprecisões no levantamento de perdas ocorrem principalmente por causa das variações nas interações das diferentes pragas e doenças, da habilidade da planta em compensar injúrias, pela variação temporal e espacial do ataque da praga e pelas grandes variações no campo. Em muitas situações, culturas podem apresentar aumentos na produção após o ataque de pragas, devido à remoção da dominância apical, favorecendo a planta para produzir mais caules (colmos de cana-de-açúcar, por exemplo).

                        Os efeitos das pragas devem ser avaliados numa área particular, pois as diferenças nas práticas agronômicas e condições ambientais influenciam a severidade dos danos.

                        Então, para que comparações possam ser feitas, há necessidade de levantamentos, durante vários anos, sob diferentes condições ambientais, usando sempre que possíveis métodos padronizados de levantamentos de pragas.,

 

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