Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

 

    Ainda recente, a legislação Brasileira de orgânicos reune as regras para produção de insumos(mudas, sementes, fertilizantes e demais produtos para sistemas orgânicos de produção), produção comercial de orgânicos, beneficiamento(innatura ou industrial), transporte, comercialização, e demais topicos envolvendo o sistema orgânico de cultivo.

  Já regulamentada as normas organizaram o setor, que antes atendia a inumeras normatizações vindas de cada certificadora, mais que agora terão que atender a apenas um normatização.

  A construção das normas envolveu importantes segmentos da sociedade e previu incluir um modelo que se adaptasse as normas já existem em país como Japão, EUA, e pais da União Européia.

 Entretanto, grande parte dos agricultores, sobretudo os de baixa renda, ainda tem dificuldades quando o assunto é atender ao grande número de exigências envolvidas para a certificaçào de produção orgânica, aos altos custos para obter a certificação, e ao baixo apoio governamental para a produção, sobretudo durante o período de conversão entre o sistema convencional e o orgânico, o que dificulta ainda mais a permanência no sistema.

 Quando falamos de exportação de orgânicos, o quadro piora, já que as exigências do país comprador aumentam, e poucos conseguem se adaptar a isso.

Gostaria da participação de todos, para discutirmos alternativas viáveis para a melhora desse quadro, e desenvolvermos de fato a agricultura orgânica, como um ótimo nicho de mercado para o futuro, sejá para os adeptos de uma vida saudável e de preservação da natureza ou os que enxergam os orgânicos como ótima oportunidade de negócio.

 

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