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CRÉDITO RURAL

Este grupo se destina a realizar um debate qualificado para os profissionais interessados na área de crédito rural

Aqui discutimos aspectos gerais e informações de interesse geral, respeitando os limites e opiniões dos membros e evitando discutir procedimentos específicos de cada instituição financeira.. 

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Fórum de discussão

Fiscalização do Crédito Rural pelos CREAs 2 respostas 

Todos os profissionais de agronomia sabem, que o crédito rural, é uma das atividades que demanda muitos profissionais, mas atualmente vemos inúmeras instituições financeiras (não precisamos nominar…Continuar

Iniciado por Eduardo B. Teixeira Mendes. Última resposta de Eduardo B. Teixeira Mendes 14 Abr, 2017.

1) Conhecimento e domínio das atividades agropecuárias desenvolvidas na região onde pretende atuar 4 respostas 

O quanto esse conhecimento é fundamental para o desenvolvimento de atividade de Crédito Rural?Continuar

Iniciado por Eduardo B. Teixeira Mendes. Última resposta de Eduardo B. Teixeira Mendes 23 Fev, 2017.

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Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 27 janeiro 2018 às 5:28
O Crédito Rural, está passando por um momento de mudança e muitas são reestruturantes.
Além das formas tradicionais, vem crescendo fortemente novas formas alternativas de financiamento da produção agropecuária e principalmente para a agricultura que trabalha em grande escala de produção.

Estas mudanças também afetarão muito os trabalhos dos profissionais que atuam nesse setor. Há inclusive uma corrente que coloca a necessidade de uma reinvenção do trabalho de assistência técnica.

Tudo é muito novo, mas temos que acompanhar e nos atualizar.
Comentário de Gilberto Fugimoto em 23 janeiro 2018 às 19:52

Cabe ainda esclarecer que o novo Convênio sofreu alterações em algumas cláusulas!

Além disso os convênios passam a ter validade nacional, não mais estadual como vinha sendo até agora.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 23 janeiro 2018 às 17:43

Reunião Circuito Capacita ATNI

Ocorreu nesta terça-feira, 23 de janeiro de 2018 na Superintendência do BB no RJ, uma apresentação do novo modelo de relacionamento do BB com as ATNI. 

Na reunião apresentou-se a nova plataforma de relacionamento do Banco - o portal ATNI. Para tanto há urgência na renovação dos convênios com as ATNI, já que os atuais serão cancelados. A data limite informada foi de 15 de fevereiro para renovação do convênios. 

A partir de agora a CENOP, em Curitiba, será responsável pela análise da documentação e elaboração do Convênio. Haverá ainda uma avaliação anual da empresa pontuando critérios como Diligência, Inadimplência e Desempenho Geral. 

Por Diligência entende-se a taxa de devolução de projetos por erros ou divergências técnicas; A Inadimplência diz respeito a problemas com pagamento pelo cliente tomador do crédito que impacta na carteira do ATNI. O Desempenho Geral é uma avaliação do desempenho técnico e financeiro da ATNI realizada pelo Assessor de Agronegócios. 

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 12 setembro 2017 às 11:11
Na verdade, são novas formas de financiamento da atividade agropecuária em face da escassez de recursos e da grande burocratização do crédito rural.

Muitas vezes, os produtores não conseguem o crédito no timig exigido pela atividade agrícola ou não conseguem atender os requisitos das normas bancárias.

Então, grandes empresas suprem essa necessidade.

No ano passado, a utilização do crédito rural no Brasil, ficou abaixo dos 75% do volume de recursos disponibilizados
Comentário de Gilberto Fugimoto em 9 setembro 2017 às 21:31

Sua postagem deixa a gente pensando!

Será uma tendência a agricultura prescindir do Crédito Rural como elemento de Assistência Técnica, tecnificação e fomento da agricultura?

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 9 setembro 2017 às 21:23
Recentemente a ANDAV divulgou que o crédito rural, que foi o motor da revolução promovida pelo agronegócio no Brasil, não é mais o principal financiador de insumos no país.

Atualmente perto de 70% dos insumos foram comercializados nas últimas safras através de operações de Barter e de Financiamento direto por revendas....
Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 27 agosto 2017 às 20:29
Parabéns ao pessoal da AEARJ pela realização do Curso de Crédito Rural aí no RJ.
Foi excelente para a formação de novos profissionais e a adesão de novas empresas para atender a demanda carioca por este trabalho.

Vamos aproveitar para utilizar este grupo para novas discussões.
Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 16 agosto 2017 às 12:40

É bom ver, que recentemente entraram novas pessoas nesse grupo. Mas é fundamental também, que as pessoas que esteja aqui debatam sobre o trabalho na área de crédito rural.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 21 julho 2017 às 0:56

Outro ponto fundamental a destacar é a questão do Crédito de Investimento. Como o investimento, não é considerado uma atuação corrente da atividade agropecuária e sim uma atividade pontual, com a finalidade de agregar algo que está sendo desenvolvido, há entendimentos que os Créditos de Investimentos  deveriam ser classificados na modalidade de Crédito Orientado.

Sendo assim, não se poderia realizar operações de investimento sem a elaboração de um projeto técnico que o justificasse. Eu tive a oportunidade de fazer este questionamento a um ex-funcionário do SICOR do BACEN... E ele me deu uma resposta dúbia.

Veja que o Crédito de Investimento, não é uma modalidade descrita na Lei e no Decreto que criam e regulamentam o Crédito Rural, sendo assim, quando o Conselho Monetário Nacional edita uma norma, como a normatização do  investimento agropecuário ele deve seguir os preceitos da Lei e do Decreto.

Outro ponto é a questão da opcionalidade do projeto na operação de crédito, introduzida no MCR pela Circular BACEN nº 3.239, de 29 de setembro de 2004. Em minha visão essa opcionalidade é somente válida para situações específicas, que a legislação pode classificar como Crédito Rural Corrente Sustentado. Fora isso, não há previsão legal para a dispensa de projeto.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 21 julho 2017 às 0:48

Entretanto, as modalidades de Crédito Rural tiveram sua redação simplificada no Manual de Crédito Rural, através da Circular BACEN 1.268, de 23 de dezembro de 1987, conforme a transcrição abaixo, das Disposições Preliminares (MCR 1.1)

4 - Constituem modalidades de crédito rural: 

a) crédito rural corrente; 

b) crédito rural educativo;

c) crédito rural especial. 

5 - Conceitua-se como crédito rural corrente o suprimento de recursos sem a concomitante prestação de assistência técnica à nível de empresa. 

6 - Conceitua-se como crédito rural educativo o suprimento de recursos conjugado com a prestação de assistência técnica, compreendendo a elaboração de projeto ou plano e a orientação ao produtor. 

7 - Conceitua-se como especial o crédito rural destinado a: 

a) cooperativas de produtores rurais, para aplicações próprias ou dos associados; 

b) programas de colonização ou reforma agrária...

Veja que a Circular BACEN, modifica as definições que estão na Lei e no Decreto Federal, no tocante as Modalidade de Crédito Corrente e Educativo e suprime a Modalidade de Crédito Orientado.

 

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