Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Geoprocessamento

Informação

Geoprocessamento

Aos profissionais da Agrônomia que trabalham ou gostam de Geotecnologias.

Membros: 139
Última atividade: 7 Out

Fórum de discussão

Oportunidade de Negócios 5 respostas 

Olá ,Estamos buscando de parceiros de negócios para atuar na indicação (remunerada) em compra e venda áreas de terra (plantio, cerrado e reflorestamento) em todo o território nacional.…Continuar

Iniciado por Fabio Queiroz. Última resposta de Amélia Simões Schwertner 1 Mar, 2015.

Caixa de Recados

Comentar

Você precisa ser um membro de Geoprocessamento para adicionar comentários!

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 15 outubro 2011 às 17:58

Olá colegas,

no meu doutorado em Geografia (UFRJ, 1998) eu só usei o SAGA/UFRJ mas, recentemente (cerca de 2 anos), passei a trabalhar também com o TerraView e o ArcGIS. Como lecionei Hidrologia na UFRRJ até 2000, minha área de interesse é a bacia hidrográfica. Sou Engenheiro Agrônomo e Sanitarista. Se algum de vocês quiser "trocar figurinhas", será um prazer.

Abraço em todos.

Comentário de Raul em 11 outubro 2011 às 17:04

O Modelo Digital de Exploração Florestal é um processo que utiliza imagens de satélite, equipamentos de GPS e softwares de geoprocessamento para a realização de inventários florestais e o monitoramento preciso das atividades de manejo das florestas.

De acordo com a Embrapa, a tecnologia permite um melhor aproveitamento econômico da área e reduz os impactos no meio ambiente.

O manejo de florestas nativas é o processo de extração de árvores com potencial madeireiro de acordo com a legislação e com um plano de trabalho aprovado e fiscalizado pelos órgãos ambientais. O objetivo é manter a floresta produtiva, com baixo comprometimento das áreas não exploradas, de modo que a atividade tenha sustentabilidade.

As técnicas convencionais de manejo, no entanto, podem causar danos consideráveis ao meio ambiente e gerar custos desnecessários. De acordo com um recente estudo da Embrapa, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, se observa nos planos de manejo atuais a abertura inadequada de estradas na floresta, a criação de pátios (clareiras) superdimensionados para estocar a madeira, a dificuldade em localizar árvores a serem cortadas ou até mesmo a perda de madeira no meio da floresta.

Com uso dos sistemas de navegação global por satélite (GNSS), é possível localizar com precisão as espécies com maior potencial madeireiro e planejar a abertura de picadas, pátios e trilhas de arraste das toras de modo a maximizar o rendimento e reduzir o impacto ambiental, explica o engenheiro florestal Daniel Papa, da Embrapa Acre. 

Sensoriamento remoto

O primeiro passo para o manejo florestal é a realização do inventário, que começa no mapeamento do relevo e dos cursos d'água da área a ser explorada. Para isso, são utilizadas imagens de radar geradas durante a Missão Topográfica Radar Shuttle (SRTM), da Nasa, realizada no ano 2000. A tecnologia permite o mapeamento preciso das irregularidades do terreno e a localização de rios e córregos.

Depois de mapeada a área, uma equipe de campo verifica a localização dos rios e registra com GPS a altitude das principais ondulações do terreno. O passo seguinte é identificar na floresta as espécies madeireiras e registrar, além da localização geográfica de cada árvore, a espécie, o diâmetro, a altura e a qualidade do tronco.

Os dados colhidos em campo são posteriormente exportados para um banco de dados e manipulados em software de geoprocessamento. Com isso, é possível ter o mapa completo de todas as árvores e gerar estatísticas em função do volume de madeira e do relevo. São dados como estes que ajudam a determinar os melhores pontos para a abertura dos acesso à equipe de corte e transporte no meio da floresta.

Planejamento e fiscalização

Para um dos criadores do processo, o pesquisador Evandro Orfanó Figueiredo, da Embrapa Acre, a tecnologia pode mudar a concepção de planejamento e fiscalização da exploração florestal. O objetivo é que os órgãos ambientais recebam os planos de manejo em formato digital e que possam acompanhar a execução dos trabalhos com o auxílio dos sistemas de navegação por satélite. No futuro, isso poderá ser feito em tempo real, pela internet, prevê o pesquisador.

Além disso, o gestor do empreendimento pode acompanhar com maior precisão o trabalho da equipe em campo. Com o GPS instalado nos veículos, é possível mapear a rota traçada pelos motoristas, identificar possíveis perdas de produtividade ou a invasão indevida de áreas protegidas, como as de preservação permanente.

O Modelo Digital de Exploração Florestal foi desenvolvido pela Embrapa e a capacitação na tecnologia é uma das atividades do projeto “Manejo Florestal na Amazônia”, que envolve as unidades da empresa da região Norte. O treinamento finalizado na última semana, em Porto Velho, capital de Rondônia, foi voltado a pesquisadores e técnicos da Embrapa Rondônia, a profissionais dos órgãos ambientais atuantes no Estado e a empresas de exploração florestal.

Comentário de Raul em 11 outubro 2011 às 17:01
Desde o início do ano, os agentes de fiscalização do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Mato Grosso do Sul (Crea-MS) estão contando com o apoio da tecnologia para otimizar as ações de fiscalização. Com a utilização de aparelhos de GPS, monitorados via satélite e integrados a um sistema de geoprocessamento, os agentes fiscais ganharam um apoio a mais na execução da fiscalização das atividades nas áreas da engenharia, arquitetura e agronomia.
Comentário de Raul em 11 outubro 2011 às 16:57
A Esri, empresa norte-americana líder no desenvolvimento de softwares para geoprocessamento, anuncia o lançamento de serviços de imagem Landsat. A novidade permite o acesso ao patrimônio de quase quatro décadas de imagens criadas pela NASA e pelo Departamento do Interior Americano (DOI). O acesso aos dados serão disponibilizados gratuitamente no ArcGIS Online (www.arcgis.com).
Comentário de GERALDO SOUZA em 26 agosto 2011 às 12:04
Alguma novidade aqui no grupo ?????
Comentário de Jackson Majewski em 13 maio 2011 às 14:14

Chico, acredito que existem boas oportunidades na área de geoprocessamento, sobretudo quando a medição de terras. A MANFRA, empresa de GPS que conheço, me disse que Eng. agrônomos são 90% de seus clientes. Isso pode ser correlacionado com a demanda de serviços dessa ordem. Agora a Agricultura de precisão ainda é, em grande parte, usada por grandes produtos, e pelos que já que já perceberam a importanção do monitoramento da produção.

 

Comentário de Chico Kmiecick em 8 maio 2011 às 2:45
Tá aí uma área que me interessa, to fazendo a ultima matéria da parte de geoprocessamento este semestre, projetos georreferenciados. Mas tenho uma dúvida, como anda a demanda por serviço desta área?!
Comentário de Jackson Majewski em 31 março 2011 às 13:39

Boa tarde pessoal,

trabalhei um pouco com georreferenciamento ano passado, mais acabei tendo que parrar, já que o equipamento não era meu. Fiz um curso pela empresa MANFRA, aqui de Curitiba, sobre coleta de dados no Leica SR 20 e estação total, e nos softwares pós processamento.

Quais são as área que podemos atuar com GPS? Além da medição de terras, gostaria de saber outras oportunidades, como na Agricultura de precisão, e se seria necessário outras qualificações.

abraço, Jackson

Comentário de Paulo Ricardo Campos em 10 fevereiro 2011 às 18:57

Sempre tive a impressão que a minha área de atuação seria mais na parte da Engenharia mas fui atingido pelo mal planejamento da minha universidade para dar todas as disciplinas da engenharia, desde Cartografia e Topografia, como Sensoriamento Remoto. Pretendo puxar disciplinas de outro curso como Geologia para que eu tenha uma base maior sobre tudo isso. Usei o SPRING achei bastante interessante mas meu professor disse na época que as imagens de satélites eram difíceis de ser atribuídas devido as grandes empresas que não liberam, não sei se isso é a verdade mas foi o que eu houve.

Mas seguindo adiante, Raul como voce que atua na área pode falar desse mercado / [isso foi uma pergunta mas estou sem o ponto de interrogação, desculpa] rs

Comentário de Raul em 5 novembro 2010 às 10:51
Conte sempre comigo, é sempre um prazer levar a geotecnologia aos colegas. Você certamente ficará apaixonado por essa ciência.
Abraço!
 

Membros (139)

 
 
 

© 2019   Criado por Gilberto Fugimoto.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço