Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

 

A REVISTA do CREA-MS, publica em sua última edição (52), artigo que defende a Atribuição de Responsabilidade Técnica dos Gramados Esportivos ao Eng. Agrônomo, uma vez que dos profissionais do sistema CONFEA/CREAs, é o único que tem reunidos numa única grade curricular: drenagem, irrigação, fertilidade de solo, anatomia vegetal, fisiologia vegetal, genética de melhoramento vegetal, calagem e fertilização, monitoramento e controle de ervas invasoras, monitoramento e controle de pragas e fito-moléstias, conhecimento para escolha de variedade vegetal, plantio de espécie vegetal, manejo de espécie vegetal, etc., só para citar alguns itens.

Embora alguns CREAs, por inoperância das Câmaras de Agronomia, ou mesmo por falta de definição clara, permitam o registro de ART de projeto, execução ou manutenção de Gramado Esportivo, por outro profissional do sistema CONFEA/CREAs, o próprio mercado vem consolidando a posição dos Engs. Agrônomos, como o responsáveis técnicos, por essa área de atuação, uma vez que praticamente todos os gramados esportivos que foram bem sucedidos, tem a presentça do Eng Agrônomo em seus projetos, execução e manutenção.

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Respostas a este tópico

É uma campanha já de vários anos que deve de ser engrossada por todos os profissionais.
Não há, no sistema CONFEA/CREAs, profissional com mais capacitação para responder por Gramados Esportivos que o Eng Agrônomo.
ARTUR MELO

Já pode contar com mais um nessa luta!

É imaginavel qualquer produto sendo utilizado em um gramado sem a orientação técnica de um Agrônomo principalmente  em Estadios, Centros de treinamentos, Clubes , escolas ou em  Faculdades. Imaginem! O que vcs acham  de colocar um Dentista pratico em uma Faculdade para atender os universitarios ou construir um predio sem um Engenheiro civil? ABSURDO NÉ?

Responsabilidade técnica de qualquer cultura, principalmete quando envolvem produtos quimicos toxicos em contato direto com publico , como no caso de gramados esportivos e de lazer e sem duvida de um Agrônomo.

Infelizmente esse tipo de postura de um CREA de uma unidade federativa não se estende as demais, muito menos a outros projetos  similares em áreas urbanas, pois ocorre a falta de consciência dos profissionais, permitida pela ineficiência do sistema CREA, que na sua essência não tem a acuidade de  perceber esse pequeno grande detalhe, que se detém, na grande maioria, a detalhes civis, esquecendo as questões complementares como jardins, projetos de recuperação de áreas degradadas, projetos de arborização, entre outros, e muitas vezes observa-se profissionais de outras classes como responsáveis técnicos de projetos, colocando em risco a sustentabilidade ambiental, econômica e agronômica dos mesmos.

Se todos esses projetos, independentemente de sua localização de sua implantação, fossem elaborados por profissionais com formação mínima no campo da  drenagem, irrigação, fertilidade de solo, anatomia vegetal, fisiologia vegetal, genética e melhoramento vegetal, calagem e fertilização, fitopatologia, entomologia, culturas, manejo de solo e agua, entre outras, a probabilidade de haver erros grotescos como observar uma palmeira imperial sob uma rede de baixa tensão, forração de solos em unidades de conservação com grama esmeralda, plantio de uma gameleira em canteiros estreitos de grandes avenidas, isso só para exemplificar as aberrações, seriam bem menores ou mesmo nulos.

Agora pergunto, nesses projetos tem pelo menos um profissional responsável? se por acaso tiver, pergunto ainda, será que é um engenheiro Agrônomo? Acho difícil haver, porque poucas cidades tem profissionais responsáveis pela arborização urbana, e quando tem são os mais variados. E quando tem são da arquitetura, da biologia, e ate mesmo civis.

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