Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

PESSOAL,

ACHO QUE SERIA INTERESSANTE PARA TODOS SE AGENTE DESCREVESSE AQUI QUAL A SUA EXPERIÊNCIA OU CONTATO NA ÁREA DE IRRIGAÇÃO OU ALGUMA ATIVIDADE QUE ESTEJA RELACIONADA A ÁREA.

POR ISSO SEREI O PRIMEIRO.

MINHA ÁREA DE ATUAÇÃO PRINCIPAL ESTA RELACIONADA A IRRIGAÇÃO DE PASTAGENS PARA GADO DE LEITE, NO EXTREMO SUL DA BAHIA, MAIS TAMBEM FAÇO OUTROS TIPOS DE IRRIGAÇÃO.

___ IRRIGAÇÃO DE FRUTÍFERAS;

___ IRRIGAÇÃO DE PARQUES E JARDINS;

___ IRRIGAÇÃO DE GRAMADOS ESPORTIVOS;

___ PEDIDOS DE OUTORGA

 

BEM PESSOAL A MINHA ÁREA É ESTAS AI. ECREVAM AS SUAS.

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Respostas a este tópico

Olá, gostaria de ter acesso a informações relevantes a irrigação de parques e jardins. Eu fui solicitado a realizar um projeto mas minha especialidade é outra. Por favor, se alguém tiver algum projeto, mandem para mim no email: leonardo.eng.agronomo@gmail.com.

Júlio César,

parabéns pela iniciativa. Talvez por força da nossa profissão, que nos confina em lugares distantes, nossa comunicação interpessoal (apesar da Internet) nos impede de conversarmos. Não é o meu caso, que já estou aposentado, mas nem por isso inativo. Mas, voltando ao tema principal. Minha afinidade com a irrigação começou na escola de Agronomia (UFRRJ), na década de 60, quando o professor com a maior didática (chama-se Evandro Ferraz Duarte) era, justamente, o dessa matéria. O embasamento maior em Hidráulica aconteceu quando trabalhei no Hidroesb, na década de 70, um dos únicos laboratórios de Hidráulica Experimental do país. Ali, destaco 2 serviços dos quais participei: a) uma pesquisa de um gotejador subterrâneo para os gramados do Eixo Monumental de Brasília-DF e b) o projeto de irrigação de 6 hectares dos gramados da Fiocruz-RJ (com rede malhada -- uma inovação, na época). Tive também uma experiência interessante na Geotécnica - Rio, único agrônomo cercado de Engenheiros Civis por todos os lados, que elaboravam o Projeto de Irrigação do Jequitaí - MG (56.000 hectares no Norte de Minas), quando conduzi Testes de Sulcos (uma raridade, até hoje) e projeto de estruturas hidráulicas para canais (mais outra que os colegas pouco dominam). Desde então, já elaborei vários projetos de irrigação: sulcos, aspersão, microaspersão (fruteiras) e gotejamento.

A minha experiência mais recente, em andamento, é a elaboração de projetos de microaspersão para um comerciante de Barreiras-BA, que tem uma empresa que vende peças e tubos de irrigação. Ele me envia pela Internet o rascunho da área do seu cliente agricultor, em geral plantador de frutíferas, como a banana, e eu retorno o esquema da irrigação, com o dimensionamento hidráulico, o traçado da rede, a especificação das peças, e até o consumo de água (cálculo da evapotranspiração de referência). Em troca, acertamos, receberei (depósito em conta) 10% do valor das vendas. 

Conversamos de vez em quando pelo MSN e, sempre que posso, eu o estimulo a propor inovações tecnológicas aos seus clientes como, p.ex., a adoção de aquecedores solares (caixas com tampos de vidro) para processamento da banana-passa (e não a venda in natura), como forma de gerar valor agregado e, portanto, maior poder de compra (de peças e tubos) ao meu novo "socio".

Sucesso aos colegas ! 

CARO COLEGA Sr. JOSÉ LUIS, VEJO QUE SUA EXPERIÊNCIA NA  É GRANDE, E QUE AINDA TEM MUITO A CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DA IRRIGAÇÃO NO BRASIL.

 

 

Caro colega, agradeço muito a sua explicação...felizmente agora, terei uma pessoa para compartilhar os projetos que virão. Gostaria de deixar as portas abertas para futuros trabalhos e até deixar contatos para podermos interagir melhor.

Leonardo Sousa

Engenheiro Agrônomo
CREA-SE/2709819929

Consultoria Ambiental e Agronegócios

Telefones:(61) 8148-2334

                (79) 9144-9464


JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO disse:

Júlio César,

parabéns pela iniciativa. Talvez por força da nossa profissão, que nos confina em lugares distantes, nossa comunicação interpessoal (apesar da Internet) nos impede de conversarmos. Não é o meu caso, que já estou aposentado, mas nem por isso inativo. Mas, voltando ao tema principal. Minha afinidade com a irrigação começou na escola de Agronomia (UFRRJ), na década de 60, quando o professor com a maior didática (chama-se Evandro Ferraz Duarte) era, justamente, o dessa matéria. O embasamento maior em Hidráulica aconteceu quando trabalhei no Hidroesb, na década de 70, um dos únicos laboratórios de Hidráulica Experimental do país. Ali, destaco 2 serviços dos quais participei: a) uma pesquisa de um gotejador subterrâneo para os gramados do Eixo Monumental de Brasília-DF e b) o projeto de irrigação de 6 hectares dos gramados da Fiocruz-RJ (com rede malhada -- uma inovação, na época). Tive também uma experiência interessante na Geotécnica - Rio, único agrônomo cercado de Engenheiros Civis por todos os lados, que elaboravam o Projeto de Irrigação do Jequitaí - MG (56.000 hectares no Norte de Minas), quando conduzi Testes de Sulcos (uma raridade, até hoje) e projeto de estruturas hidráulicas para canais (mais outra que os colegas pouco dominam). Desde então, já elaborei vários projetos de irrigação: sulcos, aspersão, microaspersão (fruteiras) e gotejamento.

A minha experiência mais recente, em andamento, é a elaboração de projetos de microaspersão para um comerciante de Barreiras-BA, que tem uma empresa que vende peças e tubos de irrigação. Ele me envia pela Internet o rascunho da área do seu cliente agricultor, em geral plantador de frutíferas, como a banana, e eu retorno o esquema da irrigação, com o dimensionamento hidráulico, o traçado da rede, a especificação das peças, e até o consumo de água (cálculo da evapotranspiração de referência). Em troca, acertamos, receberei (depósito em conta) 10% do valor das vendas. 

Conversamos de vez em quando pelo MSN e, sempre que posso, eu o estimulo a propor inovações tecnológicas aos seus clientes como, p.ex., a adoção de aquecedores solares (caixas com tampos de vidro) para processamento da banana-passa (e não a venda in natura), como forma de gerar valor agregado e, portanto, maior poder de compra (de peças e tubos) ao meu novo "socio".

Sucesso aos colegas ! 

Caro colega Júlio,

agora você falou uma verdade: ainda tenho muito a contribuir ! Acho um desperdício os colegas aposentados, com experiência profissional, que insistem em levá-la para o túmulo. Infelizmente, quando "vestimos o pijama", estamos no auge da nossa capacidade produtiva. Ainda mais hoje, com a facilidade da Internet (podemos baixar qualquer Manual Técnico em segundos) e um Excel que, literalmente FAZ MISÉRIA em cálculos que nos davam muito trabalho de fazer com aquelas calculadoras limitadas de outrora. Precisamos CONVERSAR MAIS.

Um abraço (extensivo aos demais que nos leem).

José Luiz

julio cesar tavares neto disse:

CARO COLEGA Sr. JOSÉ LUIS, VEJO QUE SUA EXPERIÊNCIA NA  É GRANDE, E QUE AINDA TEM MUITO A CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DA IRRIGAÇÃO NO BRASIL.

 

 

TRABALHO MAIS COM IRRIGAÇÃO DE FRUTÍFERAS NOS PROJETOS GORUTUBA E JAÍBA, MAS TAMBÉM FAÇO PROJETOS PARA OUTOS GRUPOS DE CULTURAS ALÉM DE JARDINS E PARQUES.

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