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OLA PESSOAL, TRABALHO EM UMA EMPRESA NA BAHIA FAZENDO PROJETOS PARA A REGIÃO. EU RECEBO OS DADOS DO PROJETO QUE É LEVANTADO NA PROPRIEDADE VIA GPS E OS TRANSFIRO PARA O PC VIA  TRACKERMAKER DEPOIS…Continuar

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Olá Colegas !! Gostaria de consultar aos colegas sobre em qual área (pastagem, fruticultura,etc.) quais projetos estão elaborando na área de irrigação.Quais programas de computador estão usando.A…Continuar

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Desmineralização de águas para irrigação de viveiros e estufas em áreas costeiras salobas

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Irrigação em jardins 6 respostas 

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 10 maio 2019 às 9:36

COMO GEORREFERENCIAR IMAGEM DO GOOGLE EARTH

Sabemos que o projeto de irrigação é um processo complexo, que envolve conhecimentos da planta, do clima e do solo. Por isso o ideal é que o Engenheiro Agrônomo visite antes o local para se inteirar do cultivo a ser irrigado, recolhendo as Normais Climatológicas da estação agroclimatológica mais perto e orientando pelo menos um teste de infiltração com duplo anel no grupamento pedológico da gleba.

Acontece que às vezes isso não é possível, pela distância, quando o projeto pode ser elaborado com a ajuda de imagens georreferenciadas do Google Earth. Isso é que faz o roteiro a seguir. Se tivermos sorte, podemos acrescentar as imagens do levantamento cartográfico na escala 1:10.000 como os existentes para quase todo o Estado de São Paulo. Em último caso, as imagens SRTM do Ministério da Agricultura e Abastecimento - MAPA estão na Internet para isso mesmo, das quais o ArcMap faz curvas de nível no espaçamento que desejarmos.

1) No Google Earth

a) Selecionar e ampliar ao máximo a imagem a ser georreferenciada;

b) Visualizar > Redefinir > Inclinação e bússola (para imagem ficar de topo);

c) Arquivo > Salvar > Salvar imagem > Resolução Máxima (4.800 x 2614); e

d) Opções de mapa > Desmarcar: Título e descrição, Legenda, Escala, Bússola > Salvar imagem.

2) No ArcMap

a) Add data > Add Basemap > Imagery > Enquadrar local do Google Earth;

b) Add data: arquivo salvo em 1.c;

c) Customize > Toolbars > Georeferencing;

d) Viewer > Arrastar imagem carregada para a direita;

e) Georeferencing > Auto Adjust (desmarcar);

f) Add Control Points > Clicar num ponto da imagem jpg e, em seguida, no mesmo do AG > Repetir com pelo menos outros 3 pontos;

g) Georeferencing > Update Georeferencing;

h) Fechar a janela da imagem jpg;

i) Na imagem nova (bt.dir.) > Zoom to layer; e

j) Salvar (projeto) como.

Exemplo:

Vídeo: https://youtu.be/xUzUlScEYxc

Nota: A Figura acima não é a do vídeo, mas um local qualquer do bairro da Tijuca, no Rio de Janeiro. Os 4 pontos escolhidos foram os extremos da quadra.

Bom proveito.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 6 maio 2019 às 17:15

QUALIDADE DA ÁGUA PARA IRRIGAÇÃO

no blog "Qualidade da Água"

http://agronomos.ning.com/profiles/blogs/qualidade-da-gua-1

Comentário de Denizart Pirotello Vidigal em 1 setembro 2018 às 11:33
Prezados colegas, estou convidando a todos para participarem da FiiB 2018 - Feira Internacional da Irrigação Brasil, de 19 a 21 de setembro, em Campinas, SP. Simultaneamente acontecerá o XXVII Conird - Congresso Nacional de Irrigação e Drenagem. O evento será gratuito e terá minicursos, varias palestras e mais de 60 expositores exclusivamente de irrigação. Mais detalhes em www.fiib.com.br
Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 2 fevereiro 2017 às 10:14

E esse conhecimento é muito bom Dr José Couto. Eu gosto muito de hidrologia e hidráulica, apesar de não ser o meu trabalho habitual. Eu particularmente gosto de assuntos relacionados a pequenas barragens de terra para uso rural. 

Já projetei algumas e fiz regularização de outras tantas..... E digo infelizmente muitas escolas de agronomia não preparam os estudantes para essas atividades. Eu mesmo, tendo estudado em uma excelente escola, precisei aprender na marra como trabalhar com barragens e captação de águas pluviais.

Por esta razão que eu gosto muito de suas postagens

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 2 fevereiro 2017 às 6:46

Obrigado pelo apoio, Eduardo.

Eu também me admiro dos colegas não participarem mais das discussões de aspectos técnicos da profissão. Parece que só interessam os (temas) políticos. Não estou à procura de "likes" (aquele sinalzinho de polegar pra cima do Facebook), mas de alguém que discuta e agregue a sua experiência. Mas, não me importo. Vou continuar dividindo com vocês um pouco do que eu sei, de Hidráulica, Hidrologia e Irrigação, principalmente.

Um abraço.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 2 fevereiro 2017 às 0:20

Dr José Couto, é sempre muito bom ver as suas contribuições neste em outros tópicos.

Infelizmente muito participantes entram aqui e em outros grupos e ficam somente olhando, sem fazer postagens, sem fazer comentários, somente como espectadores. 

Parabéns por seu empenho e contribuição.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 janeiro 2017 às 16:15

Este é um dos projetos gratuitos disponibilizados pela Rain Bird no site da Irricom Rio:

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 janeiro 2017 às 15:16

IRRIGAÇÃO URBANA

Esse termo é incomum, pois a irrigação é uma só, seja no campo ou na cidade. O diferencial é que, enquanto no campo se irrigam culturas comerciais (arroz, milho, soja, etc.) na cidade, são irrigados parques públicos, jardins residenciais e gramados. De campo de futebol, inclusive.

Outras diferenças são o clima (na cidade existem as chamadas "ilhas de calor"); as áreas sombreadas (que reduzem a necessidade de água em até 30%); e a precariedade de mão de obra especializada (em irrigação, logicamente), que induz à necessidade da automação.

As empresas especializadas na irrigação urbana (existem várias) se dedicam basicamente a duas áreas distintas: irrigação de gramados (de campos de futebol e golfe, principalmente) e jardins de residências. Irrigação de jardins públicos, eu só vi em Abu Dhabi (nos Emirados).

Para irrigar um campo de futebol (105 m x 68 m no padrão FIFA), são necessários, pelo menos 24 aspersores fixos, escamoteáveis, com raio de alcance de cerca de 20 m e pressão de serviço de 40 m. A menos que se apele para o improviso, usando um tubo de polietileno de duas polegadas de diâmetro e 86 m de comprimento, quando uma bombinha (conjunto motobomba é o termo correto) de um e meio CV resolve o problema. Assim, esse único aspersor, depois de funcionar alguns minutos num local, precisaria ser deslocado para as outras 23 posições para cobrir toda a área do gramado. Eu mostro como se calcula no roteiro em Excel anexo.

A empresa IRRICOM (http://www.irricomrio.com.br/), sediada no Rio de Janeiro, representa um dos maiores fabricantes mundiais de produtos utilizados na irrigação: a Rain Bird. Neste site, encontramos projetos gratuitos de campos de irrigação e até um passo a passo, onde se chega ao orçamento preliminar do projeto, podendo solicitar a compra dos equipamentos ali mesmo, on line. Vale a pena conferir.

Comentário de Amistander Santos em 18 outubro 2015 às 23:37

IV Workshop de Irrigação e I Simpósio Nordestino de Engenharia Agrícola, nos dias 26, 27, 28 e 29 de outubro do ano em curso, no Complexo Multieventos da Universidade Federal do Vale do São Francisco, em Juazeiro/BA.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 7 outubro 2015 às 15:39

Samuel,

Embora atrasado, acho que ainda dá tempo para uns pitacos. Lecionei essa disciplina (Hidráulica) para alunos de Agronomia e Licenciatura em Ciências Agrícolas na UFRRJ durante muitos anos. Por ter trabalhado (na década de 70) no único laboratório de Hidráulica Experimental do Brasil (Hidroesb S.A., no Rio de Janeiro - RJ) e por ver diariamente como a Hidrometria é fundamental, implantei na Rural um pequeno laboratório para aulas práticas. A medição de vazão em vertedores, orifícios e sifões, é de muita utilidade na prática da irrigação. Reconhecer, através de instalações simples com reservatórios elevados (de preferência com calhas na superfície para fornecer nível constante) que a pressão numa tubulação não é só fornecida com motobombas, também é uma lição importante.

 

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