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Comentário de Maria Alcinda Jardim em 1 junho 2015 às 16:45

Pessoal, participei do curso  Asseagri onde aprendi a trabalhar com Geo com Arcgis e Qgis p/ o CAR o legal é que após o curso o prof. nos encaminhou material, exercícios para reforçarmos o que foi visto  no curso. Vale a pena conferir www.asseagrimg.com.br Abriram novas inscrições, tenho certeza que irão gostar.

Nova turma dias 12 e 13 de junho. Recebi o folder do curso agorinha. As vagas são limitadas no máximo 15 integrantes. Consegui fazer porque fiquei na lista de reserva.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 20 abril 2012 às 20:16

Já postado há 3 anos na Rede Agronomia:

O FMI eo Banco Mundial, preocupado com a propriedade de terras por estrangeiros

Os economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI) eo BancoMundial (BM) manifestou preocupação com a crescenteapropriação de terras por estrangeiros em países com elevado potencial de produção agrícola. A Argentina aprovou uma lei no ano passado para limitar a participação estrangeira na propriedade da terra.


http://www.diariohoy.net/accion-verNota-id-185461-titulo-El_FMI_y_e...

Comentário de Gilberto Fugimoto em 14 julho 2009 às 17:17

Estrangeiros à caça de propriedades agrárias - 3


Continunando, a publicação apresenta o seguinte índice:

Contents:
1 Investment rationale / page 6
1.1 Underexploited land / page 6
1.2 Asia’s appetite / page 6
1.3 Infrastructure development / page 7
1.4 The cost competitiveness of exports / page 8
1.5 A large domestic market / page 8
1.6 Food, feed and fuel / page 9
1.7 Government incentives / page 9
1.8 Transition of production frontiers / page 9
1.9 On-farm infrastructure / page 10
1.10 Commodity price cycles / page 10
1.11 Regional variations / page 10

3 Creating Value / page 15
3.1 Land value model / page 15
3.1.1 Phase 1: Stable farming investment / page 15
3.1.2 Phase 2: Crop transition investment / page 15
3.1.3 Phase 3: On-farm infrastructure investment / page 16
3.1.4 Phase 4: Off-farm development investment / page 16
3.1.5 Intra-phase speculation / page 16
3.2 On-farm improvements / page 17
3.2.1 Silos & Storage / page 17
3.2.2 Irrigation & water Supply / page 17
3.3 Agricultural transition / page 17
3.3.1 The soybean frontier / page 18
3.3.2 The sugar cane frontier / page 21

4 The investment time frame / page 22
4.1.1 Long-term investment / page 22
4.2 Short/Medium-term horizons / page 24

5 Brazil’s advantages for investors / page 25
5.1 Land availibility / page 25
5.2 Cash is king / page 25
5.3 Improving macroeconomic conditions / page 26

6 Challenges facing investors / page 28
6.1 Language difficulties / page 28
6.2 Legal uncertainty / page 28
6.3 Fraudulent land titles / page 30
6.4 Farm invasions / page 30
6.5 Lack of local knowledge / page 30
6.6 Summary / page 30

7 Existing models of land investment / page 31
7.1 Traditional farm consolidation / page 31
7.2 Active leveraging / page 31
7.3 Real-estate investment / page 31
7.4 Partnership with agri-industry / page 32
7.5 Summary / page 32

8 Regional Analysis / page 33
8.1 Land use dynamics / page 33
8.2 Regional Climates / page 34
8.3 São Paulo / page 35
8.4 Minais Gerais / page 36
8.5 Paraná / page 37
8.6 Mato Grosso do Sul / page 38
8.7 Goiás / page 39
8.8 Bahia / page 40
8.9 Mato Grosso / page 41
8.10 Maranhão / page 42
8.11 Pará / page 43
8.12 Piauí / page 44
8.13 Tocantins / page 45
Comentário de Gilberto Fugimoto em 14 julho 2009 às 17:09

Estrangeiros à caça de propriedades agrárias


Quando postei essa notícia há 2 meses achei que era um pouco "teoria da conspiração" , meio paranóia de radical para produzir notícias, mas valia como provocação à discussão.

Eis que hoje deparo com o site: www.agriinvestpublications.com - Published 31 May 2009. 45 pages. © Fabiano Costa apresentando o seguinte texto

Brazilian agriculture has undergone enormous improvement in recent decades, transforming entire regions into rich farmlands and achieving global pre-eminence in the production of several agricultural commodities.

Regardless of investors’ existing experience and expertise it is essential that they take account of the unique investment environment in Brazil. A detailed knowledge of national and local market conditions are prerequisites for success in both agricultural production and land investment. This is particularly the case in the more remote and underdeveloped regions of the interior where enormous potential is matched by major challenges that range from inefficient bureaucracy and difficulty in finding skilled labour to the sale of fake titles and the threat of land invasion.

Investors have deployed a number of strategies to unlock the value in Brazilian agricultural land, each with its own balance of risk and reward. Over the short term, investors may profitably exploit the cyclical fluctuations in commodity prices. Over a timeframe of a few years the installation of silos or irrigation plus the transition to higher value crops may reap considerable returns. Arguably the greatest rewards await the investor who clears the Cerrado savannah in anticipation of regional infrastructure developments – a strategy that may take decades but see a tenfold increase in land prices. Understanding the location and pace of change is of critical importance.

As pioneering investors have ventured into Brazil’s agricultural sector in recent years, so many companies have been created in order to acquire land. In some cases these companies have raised funds through IPOs, whilst in others they have chosen to partner with financial institutions. As well as traditional farm consolidation strategies, some highly innovative business models have been developed including active leveraging and agri-business partnerships. Many of these models have yet to be fully tested but they have already exhibited considerable potential.

Brazil is definitely not for the uninitiated but, despite the turbulence in world markets, it continues to offer huge opportunities. This report presents the whys, wheres and hows of agricultural land investment in Brazil and provides a framework within which the investor can evaluate the risks and rewards involved.
Comentário de Mario Lucio Machado Melo Jr. em 14 maio 2009 às 1:39
O INCRA Nacional tem essa informação. Vou conseguir um cópia e distribuir no Grupo!
Comentário de Jorge Antonio RJ em 9 maio 2009 às 20:07
Muito oportuna esta informação, Gilberto. Seria importante levantarmos a situação das terras brasileiras que estão atualmente nas mãos do capital estrangeiro.
Comentário de Gilberto Fugimoto em 7 maio 2009 às 20:21

Estrangeiros à caça de propriedades agrárias

Empresas e governos com recursos financeiros estão comprando terras agrícolas no mundo pobre para garantir seu fornecimento alimentar e energético.

Mais de 200 milhões de hectares de terras no mundo em desenvolvimento estão nas mãos de governos e empresas estrangeiros, exemplo de uma apropriação agrária que disparou com a crise alimentar do ano passado. Os países ricos, com território ou água pouco disponíveis, buscam terras que garantam a segurança alimentar de suas populações, disse Joachim von Braun, diretor do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Políticas Alimentares (IFPRI). “Há pouquíssima transferência nestes negócios de imóveis”, disse.

O estudo do IFPRI, Expropriação de terras por parte de investidores estrangeiros em países em desenvolvimento, elaborado por Von Braun e Ruth Meizen-Dick e apresentado na semana passada, estima que entre 15 milhões e 20 milhões de hectares foram comprados ou estão em operação de venda. Isso representa quase a quarta parte das terras cultiváveis da Europa, segundo Von Braun.

Há dez anos, a China começou a arrendar terras para produzir alimentos em outros países, como Cuba e México. Também adquiriu propriedades na África, onde possui negócios de milhões de hectares na República Democrática do Congo, Tanzânia, Uganda, Zâmbia e Zimbábue, além de vários milhares de trabalhadores chineses “importados” para trabalhar nessas terras, diz o informe. O Sudão tem a maior quantidade de terras de cultivo africanas em mãos estrangeiras, neste caso um grupo de Estados do Golfo. No ano passado, os Emirados Árabes Unidos conseguiram vários acordos com o Paquistão. O Catar tem terras agrícolas em Bahrein, Birmânia, Filipinas, Indonésia e Kuwait.

“Um grande setor da indústria pecuária australiana agora é propriedade de uma empresa de investimentos. Os dois maiores produtores suínos da China pertencem ao banco de investimentos Goldman Sachs”, disse Kuyek.

Assim, fazendeiros e agricultores se convertem em empregados, acrescentou.Contudo, para centenas de milhões de pequenos proprietários, pastores e indígenas que não têm títulos de propriedade de suas terras, as coisas podem ser muito piores e acabar em expulsões, disse. A maior parte das terras agrícolas africanas é de propriedades consuetudinárias, sem títulos formais, segundo Meinzen-Dick. “Quando os estrangeiros chegam para comprar as terras, não reconhecem esses direitos tradicionais, que devem ser respeitados”, afirmou.

O IFPRI exortou a comunidade internacional a desenvolver um código de conduta para proteger o direito das populações autóctones às suas terras, garantir a transparência das operações e a divisão do lucro, assegurar a sustentabilidade ambiental e não contribuir para a insegurança alimentar. Von Braun vê um grande potencial nesses negócios, porque levam capitais muito necessários a setores agrícolas dos países pobres, impulsionando a infraestrutura e a pesquisa. “A China está criando várias estações de pesquisa na África para estimular o rendimento do arroz e dos grãos”, disse.

Kuyek discorda. “Esses investimentos nada têm a ver com o desenvolvimento agrícola. Trata-se de fazer dinheiro e despachar alimentos para os mercados de origem”, afirmou. As empresas processadoras, e inclusive vendedores varejistas de alimentos, estão envolvidos no negócio porque lhes interessa garantir a “segurança de fornecimento” do modo mais eficiente possível, disse Janice Jiggins, do Instituto Internacional para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento, em Londres.

Um dos maiores bancos do mundo, o Rabobank, da Holanda, é um dos principais financiadores deste tipo de acordo, disse Jiggins por correio eletrônico. O último informe do relator especial sobre Direito à Alimentação da Organização das Nações Unidas, Olivier de Shcutter, detalhou as implicações legais desses negócios e alertou que violam direitos adquiridos, consagrados por leis, constituições e tradições, afirmou Jiggins.

Fonte: Jornal Terramérica – Meio Ambiente e Cidadania
Comentário de Márcio Pisani Figueiredo em 13 abril 2009 às 17:15
Vc tem razão Carlos ! O objetivo do meu comentário foi mesmo iniciar um debate sobre o assunto. Sistema como o capitalismo tem que ser revisto pois não está mais atendendo a realidade ! Muitos tem pouco e poucos tem muito. A desigualdade social está predominando no nosso país dando origem a diversos conflitos, um deles é o direito a terra. Na minha visão todos deviam ter direito a terra, inclusive os índios (o qual o capitalismo está dizimando), que seriam então os verdadeiros donos.
Comentário de Carlos Alberto de Souza em 13 abril 2009 às 14:08
Caro Marcio.

No Brasil, um país capitalista, a terra sempre tem dono podendo ser do Estado ou de particular. Está na Lei e me parece que deve ser respeitado tal qual as leis de relativas a crimes ambientais.
Comentário de Márcio Pisani Figueiredo em 13 abril 2009 às 11:03
Trabalho em Paraty - RJ como Fiscal de Meio Ambiente para Prefeitura do município, aplicando a lei de crimes ambientais na esfera de atuação do município de Paraty.
 

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