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PROJETOS ARBORIZAÇÃO URBANA ( TCA e TAC ) 3 respostas 

Estou iniciando nessa área de Recuperação de Dano Ambiental, e tenho clientes para atuar em projetos de TCA e TAC. Gostaria de saber mais sobre esse assunto junto aos colegas Agrônomos.Continuar

Iniciado por Wagner Novais. Última resposta de Andre Cesar 5 Dez, 2014.

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Comentário de Márcio Hideo Tomonari em 23 dezembro 2014 às 11:18

Bom dia, não sei se esse assunto cabe nesse grupo, mas estou com uma dúvida.

Apareceu um caso onde uma propriedade rural ficou muitos anos paralisada, assim a vegetação nativa tomou conta da área chegando a formar uma mata. O proprietário irá explorar essa propriedade novamente depois de muitos anos. Que tipo de documentação, projeto ele precisa para poder derrubar parte dessa mata e deixar apenas a parte de reserva e app. Agradeço desde já a atenção. Obrigado

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 25 maio 2014 às 12:00

Bom dia a todos.

Sou Eng. Agrônomo mas, considerando que de cada dez brasileiros, cerca de 8 vivem em cidades, e que as árvores melhoram o microclima, esse tema (arborização urbana) é muito importante. Li que existe um software gratuito (?) tipo QGis (ou ArcGIS ?) que gerencia cada árvore plantada nas vias públicas. Alguém conhece e pode disponibilizar o link (não para o software, mas para o aplicativo) ? Gostaria, também, de saber mais sobre a relação tipo de árvore e manutenção da integridade das calçadas. Um abraço.

José Luiz

Comentário de Gilberto Fugimoto em 19 março 2013 às 11:13

Anotações da Palestra:

  • Área Rural Consolidada vale para APP nao para RL
    Recuperação de RL tbem vale para pequena propriedade até 4 módulos fiscais
  • www.car.gov.br   site que vai entrar no ar para cadastrar CAR
  • cursos intermitentes nao sao considerados APP

Comentário de Gilberto Fugimoto em 13 março 2013 às 7:31

Palestra sobre Código Florestal

A Superintendência Federal de Agricultura do Rio de Janeiro –SFA/RJ convida para participar de palestra sobre:

“Implicações do Novo Código Florestal”

Palestrante: Rodrigo Bacellar (INEA)

Data: 19/03/2013
Horário: 9 horas
Local: Auditório da SFA-RJ

End.: Av. Rodrigues Alves,nº129- Pça Mauá

A palestra será transmitida pela Rede Agronomia

Comentário de Gilberto Fugimoto em 30 maio 2012 às 15:33

Continuando...

A recomposição

§ 13. A recomposição de que trata este artigo poderá ser feita, isolada ou conjuntamente, pelos seguintes métodos: (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

I - condução de regeneração natural de espécies nativas; (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

II - plantio de espécies nativas; (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

III - plantio de espécies nativas conjugado com a condução da regeneração natural de espécies nativas; (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

IV - plantio de espécies lenhosas, perenes ou de ciclo longo, sendo nativas e exóticas, no caso dos imóveis a que se refere o inciso V do caput do art. 3º (pequena propriedade rural e reforma agrária)

VII - manejo sustentável: administração da vegetação natural para a obtenção de benefícios econômicos, sociais e ambientais, respeitando-se os mecanismos de sustentação do ecossistema objeto do manejo e considerando-se, cumulativa ou alternativamente, a utilização de múltiplas espécies madeireiras ou não, de múltiplos produtos e subprodutos da flora, bem como a utilização de outros bens e serviços;

Comentário de Gilberto Fugimoto em 30 maio 2012 às 15:33

Ola Tiago,

Com relação à sua consulta para uma propriedade em área de cerrado com 440 ha e um rio de largura de uns 8 m, temos que:

APP

Art. 4o , I - as faixas marginais de qualquer curso d’água natural, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de:

a) 30 (trinta) metros, para os cursos d’água de menos de 10 (dez) metros de largura;

Supressão da vegetação

Art. 7o  § 1o  Tendo ocorrido supressão de vegetação situada em Área de Preservação Permanente, o proprietário da área, possuidor ou ocupante a qualquer título é obrigado a promover a recomposição da vegetação

No entanto para áreas consolidadas (ocupadas até 22 de julho de 2008) cabe ver o art 61-A

Art. 61-A. Nas Áreas de Preservação Permanente é autorizada, exclusivamente, a continuidade das atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo e de turismo rural em áreas rurais consolidadas até 22 de julho de 2008

§ 4o Para os imóveis rurais com área superior a 4 (quatro) módulos fiscais que possuam áreas consolidadas em Áreas de Preservação Permanente ao longo de cursos d’água naturais, será obrigatória a recomposição das respectivas faixas marginais: (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

Largura da recomposição

II - nos demais casos, em extensão correspondente à metade da largura do curso d’água, observado o mínimo de 30 (trinta) e o máximo de 100 (cem) metros, contados da borda da calha do leito regular. (Incluído pela Medida Provisória nº 571, de 2012).

§ 6o Para os imóveis rurais que possuam áreas consolidadas em Áreas de Preservação Permanente no entorno de lagos e lagoas naturais, será admitida a manutenção de atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo ou de turismo rural, sendo obrigatória a recomposição de faixa marginal com largura mínima de:

IV - 30 (trinta) metros, para imóveis rurais com área superior a 4 (quatro) módulos fiscais

Comentário de Gilberto Fugimoto em 28 maio 2012 às 18:50

Valeu Conti,

Fique a vontade para compartilhar suas valiosas contribuições.

abração

Comentário de CARLOS ALBERTO DE CONTI em 28 maio 2012 às 17:19

Obrigado pela inclusão de meu nome. Como disse, me formei em 1974 pela antiga Escola Nacional de Agronomia (ENA/UFRRJ) em 1974. Sou FFA do MAPA e trabalho em fiscalização nas áreas de sementes/mudas e fertilizantes/corretivos/condicionadores e inoculantes. Naquele tempo (início dos anos 70) Ecologia era apenas o nome de um pavilhão situado do outro lado da UFRRJ, pertenciente ao antigo IPEACS, depois à EMBRAPA-Microbiologia, hoje Agroecologia. Fui membroo e diretor do CNFCN - Centro Norte Fluminense para a Conservação da Natureza, uma ONG daqui de Campos(RJ) entre 1979 e 2004. Entre 1993 e 94 fiz especialização na área ambiental pela UFF e nosso trabalho de conclusão foi sobre os impactos da monocultura canavieira na região norte fluminense, onde ainda hoje se colhe 80% da cana com o emprego do fogo. Quanto ao vinhoto, felizmente acabouo problema. Como vêem, nossa luta é antiga. Abraços. CACONTI.

Comentário de Jorge Lima em 9 maio 2012 às 14:53

Na área do Galeão teve uma experiência da Embrapa em que se contruiu um novo eceossistema. A maior parte da área da Infraero foi aterro. Durante décadas ficou lá endurecido recebendo sol e chuva. Foi preciso retroescavadeira e máquinas para poder plantar e conter.  Até hoje estudamos melhores recomendações de espécies para solos compactados, encharcados, ácidos e inférteis.

Comentário de MIRIAM REGINA STUMPF MORELLI em 9 maio 2012 às 12:18

Já presenciei e vi apresentações de trabalhos sobre recuperação, alguns excelentes. É preciso haver um conjunto de medidas, de recuperação da fertilidade do solo, descontaminação de resíduos e então a revegetação. São bons trabalhos para nossa profissão.Boa semana a todos.

 

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