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Comentário de José Luis Orlandeli em 9 maio 2012 às 10:31

Mirian Regina, concordo com você.  Apesar de ambos termos interesses relacionados ao paisagismo, também temos formação na área ambiental e sabemos diferenciar as necessidades.  O paisagismo é bonito mas não tem como maior compromisso atender a necessidade de se recompor ou recriar um perfil de ambiente tal qual o original respeitando e beneficiando a fauna e flora local. 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 8 maio 2012 às 19:17

Carlos,

Pelo seu relato o problema maior não é técnico, mas de convencimento do empreendedor em adotar as medidas assumidas no PRAD, correto?
Qdo vc fala de alternativas, vc pensa em argumentos para convencer o empresário realizar a recomposição da mata ciliar? É isso?

Mais argumentos que o risco de embargar a atividade?

Até entendo a resistência de empresário em adotar práticas conservacionistas, mas nesse caso ou a situação está bem clara, ou ainda faltam alguns dados para compreender melhor.

De quer forma agradeço e parabenizo sua participação.

Comentário de CARLOS PEREIRA DE JESUS JÚNIOR em 8 maio 2012 às 17:21

Gilberto,

A atividade de extração está localizada no Sul da Bahia, município de Santa Cruz da Vitória e é realizada no leito do rio. Antes de assumir  empreendimento fiz um estudo sobre o licenciamento do mesmo que para tal foi necessário a realização do PRAD. Este, por sua vez, estabeleceu práticas para recuperação em 5 anos com aquisição de mudas de espécies nativas e plantio na margem do rio e manutenção. Isto aconteceu a 3 anos atrás. Mas quando fui ao local para poder averiguar a situação não vi nenhum resquício do feito e sei que não vai fugir dessas práticas, no entanto, estou buscando alternativas para obter mais comprometimento do "empresário" no cumprimento das condições para funcionamento da atividade, pois embargar um empreendimento desse em uma cidade de cerca de 14 mil habitantes é algo bem delicado.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 8 maio 2012 às 16:17

Ola Carlos,

Pelo visto trata-se de um projeto de recuperação de área degradada para mitigação de dano ambiental como condicionante do processo de licenciamento da atividade. Um palpite sobre a condução sem conhecer o local ou a situação é muito dificil. Seria melhor detalhar para poder dar alguma opinião. 
A extração de areia está sendo no leito do rio ou em solo arenoso tipo quartzêmico? 

Comentário de CARLOS PEREIRA DE JESUS JÚNIOR em 8 maio 2012 às 15:52

Olá Pessoal, atualmente encontro-me assessorando algumas secretarias municipais de meio ambiente e neste âmbito tenho me deparado com alguns areais que precisam de recomposição da mata ciliar como condicionantes no processo de licenciamento do empreendimento. Alguém neste grupo teria alguma experiência prática nessa área para compartilhar conosco? Tenho algumas idéias para aplicar mas gostaria de discutir a viabilidade prática delas.

Comentário de MIRIAM REGINA STUMPF MORELLI em 7 maio 2012 às 17:59

Na implantação de recuperação de áreas degradas pelas hidrelétricas há um fator interessante: na área de bota-fora(resíduos de obra) muito pouco fazem além de sementes de algumas plantas silvestres, quando não resolvem fazer um paisagismo bonitinho. No local, é preciso estabelecer a flora da região, inclusive e de preferência com espécies mais invasoras e resistentes de modo a cobrir rapidamente o solo desnudo.

Comentário de José Luis Orlandeli em 12 abril 2012 às 18:56

A tempos atrás fiz uma monografia que tratava dos impactos físicos na promoção de lagoas artificiais (como as represas de hidrelétricas) e suas implicações referentes às matas ciliares.  Nesse trabalho buscava-se considerar alguns cuidados na implantação de vegetação simulando-se a criação de uma zona ripária artificial.  Realmente o homem não consegue chegar à perfeição de um sistema formado naturalmente num periodo longo, mas precisa buscar meios de mitigar os estragos que fazemos.

Comentário de Jorge Lima em 11 abril 2012 às 10:53

Revegetar ciliares é uma arte Miriam. Fundos de baía com água parada e áreas com água corrente implicam em cuidadosa escolha de spp e porte de muda. Estamos nisso aqui na Embrapa Solos.

 

Comentário de MIRIAM REGINA STUMPF MORELLI em 23 setembro 2011 às 10:55
A restauração de áreas de matas ciliares é um dos meus interesses e adorarei trocar idéias com os colegas. A biodiversidade deverá ser planejada com o estudo das espécies espontâneas do local, não só árvores, mas arbustos,lianas e forrações para uma melhor ambiência e rapidez de recomposição. E claro, sem esquecer o solo, berço que recebe as plantas.
Comentário de MIRIAM REGINA STUMPF MORELLI em 31 agosto 2011 às 10:15
Colegas,bom dia!Espero poder trocar muitas idéias com todos, tenho estudado revegetação de áreas degradadas e matas ciliares.
 

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