Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

GERAÇÃO DE ENERGIA

(Plataforma online mostra quanto custa gerar energia elétrica no Brasil)

Fonte:

http://sustentabilidade.estadao.com.br/blogs/ambiente-se/plataforma...

http://quantoeenergia.escolhas.org/

Basta deslizar o cursor na janela ovalada que fica ao lado do desenho de cada fonte de energia.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 maio 2017 às 17:31

EQUAÇÃO DA CURVA CHAVE

O local do curso d´água onde, convencionalmente, se efetuam as (rotineiras) medições de descarga, chama-se Posto Fluviométrico. Em cada determinação, para cada vazão (Q), corresponde um nível d´água (H). Ao plotarmos esses pontos num sistema de eixos ortogonais, tem-se a Curva de Vazão ou Descarga do Rio. Após várias medições, podemos traçar a Curva-Chave, que relaciona a Vazão com o Nível d´Água de modo que, basta ler (na régua linimétrica do Posto Fluviométrico) o N.A. para se saber a Descarga, sem fazer medição.

Além dessa facilidade, a Curva Chave é útil em outro aspecto. Depois de alguns anos, ou após a interferência humana no leito do rio (como a retirada de areia para construção civil, p.ex.), podemos elaborar outra curva-chave, para provar a alteração.

O cálculo foi feito em Excel e com R, utilizando dados de um córrego qualquer; só para exemplificar.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 21 maio 2017 às 17:47

SUBSEÇÕES TRANSVERSAIS

Faltou mostrar como dividimos a seção transversal do rio para a medição de vazão:

É bom não esquecer que tanto a seção transversal como a velocidade do fluxo variam com o nível d´água (N.A.); portanto, se a medição de descarga demorar muito a ser feita e o regime do rio se alterar (durante o trabalho), a precisão da medida ficará prejudicada.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 20 maio 2017 às 12:01

MOLINETES HIDROMÉTRICOS

São aparelhos utilizados para medir a velocidade do fluxo em rios e canais. Possuem uma hélice que converte o movimento da água em rotação da pá; o número de rotações é medido por um contador, num determinado intervalo de tempo (em geral, 40 segundos) e compõe a "equação do molinete" -- fornecida pelo fabricante. Posiciona-se o molinete na vertical da seção transversal do rio e, ao apertar um botão, o contador de impulsos e o cronômetro são acionados simultaneamente. Após o tempo pré-programado, o cronômetro regressivo atinge o zero e o contador para, indicando o total de rotações do molinete no período (ANA, 2009).

Todo molinete deve ser aferido em Laboratório de Hidráulica, para determinar ou ajustar a sua equação, geralmente da forma V = a*n + b onde V = velocidade do fluxo, a = passo da hélice, b = inércia da hélice e n = número de rotações por segundo (rps).

Um mesmo molinete pode ter duas equações, uma para cada faixa de velocidade do rio ou córrego. Exemplo: V = 0,2440*n+0,016 para velocidades baixas ou menores que 0,76 rps e V = 0,2585*n+0,005 para velocidades maiores que essa. Assim, na seção mostrada anteriormente,  se o fabricante tivesse estipulado que "n" representava o "número de rotações dividido por 50" e se tivesse siso usado este molinete, na vertical x1, utilizado a primeira equação, teríamos:

V = 0,2440*(17/50)+0,016 = 0,10 m/s.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 19 maio 2017 às 19:13

MEDIÇÃO DA VAZÃO COM MOLINETE

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 maio 2017 às 16:25

POR QUE NÃO EU ?

O título é alusivo à propaganda da Caixa Econômica Federal veiculada recentemente na TV, mas o assunto continua sendo PCH ou Pequenas Centrais Hidrelétricas. Uma coisa tem a ver com a outra.

Como o tema do blog é Simulador para Custo de Geração de Energia, o link para o parágrafo aí de cima, continua a ser o tema que escolhi para debater aqui na Rede Agronomia: as PCHs. O motivo para voltar ao tema foi um artigo de página inteira publicado hoje em O Globo, intitulado  Incentivo para Gerar a sua Própria Energia (Caderno Economia, pág.28). Estavam se referindo à energia solar e de incentivos para os painéis solares expandirem a geração distribuída. Embora eu insista em puxar a brasa para a nossa sardinha, ou seja, o projeto de PCHs pelos Engenheiros Agrônomos.

O artigo diz que a matriz elétrica brasileira, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico é a seguinte: Hidrelétrica = 75,52%, Termelétrica = 18,54%, Nuclear = 3,20% e Eólica = 2,74%. Arredondei esses números no infográfico do blog. Veja abaixo.

O meu questionamento é o seguinte. Tenho assistido na rede muitas reclamações de outras profissões virem solapando a nossa, desde a década de 60 mas, o que fazemos para reagir ? Por que ignoramos um tema tão importante como o projeto de PCHs ao abandono, se temos todas as condições (exceto o conhecimento energético propriamente dito) para fazê-lo ?

Não se omita, colega. Dê o seu piteco.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 maio 2017 às 10:49

Melhor ainda:

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 maio 2017 às 10:29

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 17 maio 2017 às 12:11

MELHORANDO A CURVA COM O R

O uso de uma simples biblioteca do R, chamada de hydroTSM [com o comando library(hydroTSM)] melhora consideravelmente o traçado da Curva de Permanência de Vazões. Veja:

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 17 maio 2017 às 10:33

ESTUDOS HIDROLÓGICOS

Um dos estudos hidrológicos mais importantes no projeto de uma PCH é o traçado da Curva de Permanência de Vazões, que permite conhecer a chamada Vazão de Projeto (Q) que, juntamente com a Queda Bruta (H), nos dá a Potência a ser instalada.

Aqui está um exemplo, calculado com a ajuda do Excel e do software R.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 15 maio 2017 às 17:09

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