Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Ponto de vista: A formação plena como ferramenta de sucesso profissional.

Taxa anual de novos Eng. Agrônomos registrados no sistema.

Muitos tem se discutido acerca do futuro da profissão e os desafios de avançar na quantidade e qualidade do ensino agronômico brasileiro. É necessário que a formação em Agronomia que concede ao egresso o título de Engenheiro Agrônomo seja holística, com o viés generalista permitindo  múltiplas oportunidades  dentro daquilo que está estabelecido desde 1933, ou seja uma formação robusta que vise a integração dos conhecimentos em produção animal, produção vegetal, engenharia rural, paisagística, ambiental e energética a serviço da sociedade. Assim o gráfico acima mostra como a profissão tem crescido ano a ano em relação as demais categorias atrelados ao conselho profissional, o que mostra que enquanto as demais tem reduzindo sua participação em crescimento os Engenheiros(a) Agrônomos(a) tem ano a ano crescido em função da necessidade de novos profissionais em suas inúmeras áreas de atuação onde também devera está atrelado o potencial empreendedor do egresso que deve trazer na bagagem de sua formação a semente do empreendedorismo  aproveitando os nichos de mercado não desperdiçando as oportunidades e usando de sua bagagem profissional as ferramentas para o crescimento pessoal e profissional da profissão mais importante do agronegócio, da produção de alimentos sustentável, seja em grandes ou pequenos módulos, atendendo as demandas do exigente mercado consumidor, aliando qualidade e produtividade as necessidades de uma sociedade cada vez mais numerosa e exigente.

Assim, são essas as características que fazem do curso de Agronomia a grande opção de formação para os jovens talentos que buscam a construção de seu perfil profissional direcionado as atividades agropecuárias em pleno desenvolvimento obtendo assim o título de Engenheiro Agrônomos com suas centenas de áreas para atuar ofertando um leque de conhecimento e atribuições que não existe em nenhuma outra profissão.

Francisco Lira

Engenheiro Agrônomo Esp.

CREA-PI 18.222/D

Conselheiro Câmara de Agronomia CREA-PI

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Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 8 dezembro 2017 às 8:02

1) Indivíduo S/A: o profissional que você quer ser é o que determinará o caminho a ser percorrido. Esqueça o diploma ou o certificado da pós-graduação. A nova geração de profissionais estará em busca de novas formas de aprendizagem para construir seu próprio conhecimento.

Eu sempre quis colocar este tema do "destino da universidade", mas nunca estive muito seguro ou de que seja um bom caminho para a sociedade ou que, de fato, não vai ser mais necessário diploma, basta "resolver problemas".

Eu penso que está na hora da sociedade se manifestar contrária a essa tendência de opinião de que a universidade vai perder espaço. Por outro lado, em tudo o resto as coisas (particularmente no Brasil para as pessoas de bem) estão cada vez mais regradas... tipo: para tirar uma carteira de motorista.

A gente precisa estar atento para não permitir Agronomia na lista das profissões "que vão ser substituídas por robôs", ou que vão desaparecer em 05 anos. Para isso, precisa-se disso aí que o MANOEL e o EDUARDO comentaram.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 7 dezembro 2017 às 8:42

Bom dia colegas, prezado Dr Eduardo, fico feliz pois avaliza meu texto abaixo!. O fato da política acadêmica para Engenheiros Agrônomos, focar o empreguismo!. Nada mais é que ofertar profissionais com aprendizado incompleto, dai que as multinacionais, ou os grandes empreendedores do ramo de agronegócios que se encarreguem de dar o acabamento!. Portanto, pior fica se o curso é light!. O aperfeiçoamento, deveria estar embutido junto a um delineamento interno dentro da própria grade curricular do ensino profissionalizante!. Não para se lançar os pobres recém formados para serem modelados neste mercado de ferozes concorrências e total liberdade de manipulação dos poderosos!.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 7 dezembro 2017 às 5:24

Um ponto fundamental nesta discussão sobre a formação do profissional de Agronomia é uma mudança de perfil de muitos cursos.

Durante muito anos o enfoque na formação do engenheiro agrônomo, foi para ele se formar e buscar um emprego, com pouco estímulo ao empreendedorismo e a criação de seu próprio negócio. Outras escolas, tem sua expertise na formação de professores e pesquisadores.

As demais engenharias há muitos anos abraçaram a ideia que engenheiros são empreendedores e não empregados. Tanto que quando conversamos com estudantes de outras modalidades de engenharia o foco depois de formados da maioria é ter sua própria empresa. Já o foco da maioria dos estudantes de agronomia é arrumar um emprego.

É necessário embutir no estudante o protagonismo e o espírito de empreender. 

Sabemos, que no futuro, haverão cada vez mais cursos de qualidade duvidosa e os profissionais com essa formação duvidosa terão de competir com profissionais bem formados. E aí é que veremos se a tão propagada meritocracia valerá ou se valerá o profissional que custar mais barato?

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 5 dezembro 2017 às 7:12

Bom dia colegas, não é possível entender que Cursos Light em Engenharia Agronômica, determine compromissos de tanta responsabilidade, como merece ter em fundamentos, a Academia para a profissão de Engenheiros Agrônomos!. Sim é amplo, tem enorme leque de especialidades, mas nenhuma delas é possível de se concluir sem um mínimo de 4 anos, de aulas em período integral, e com boa parte delas por aulas práticas de campo e laboratório. A meu ver a evolução de um País, é diretamente proporcional ao seu aprimoramento cultural!. Não pelo "conchavo" político e de interesses, pelo aumento dos Cursos Light!. Quanto ao CREA e ao CONFEA, devemos procurar eleger dia 14/12/17, profissionais que resulte em boas práticas a categoria, não uma vergonhosa briga de poder, e por dinheiro, esta autarquia é para gerir os profissionais, não é apenas arrecadadora!.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 4 dezembro 2017 às 18:49

Os médicos nos deram mais uma vez o norte: decretar uma moratória na abertura de novos cursos. No passado, nos minaram por desfragmentação do curso, agora, que,talvez, tenham percebido o que o FRANCISCO LIRA nos mostra graficamente, querem minar-nos com excesso de profissionais no mercado e "cursos light". E noturnos.

As nossas confederações e nos nosso conselhos não tem tido agilidade para frear a proliferação de cursos, tal como ficaram "encantadas" quando a informação que chegava seria a de que o escopo da agronomia estava amplo demais e precisava ser segmentado. De quando são os cursos agrícola, floresta, ambiental... e quais foram a vozes contrárias, na época?

Corre que a SNA está promovendo na sua Fagram novos cursos Superiores em Tecnologia do Agronegócio (Graduação - de 3 anos - por exemplo em Gestão do Agronegócio). A SNA tem peso, se alguém consegue conversar neste nível... Gestão do Agronegócio (ou Zootecnia, com tem lá também mais Comércio Exterior), mesmo tendo viés de economia, está entre as possibilidades de RESIDÊNCIA para um agrônomo, uma vez que temos cadeiras desta área no curriculum.

FRANCISCO LIRA, endosso o comentário do GILBERTO... a gente sonha, mas as conquistas se fazem com atos concretos.

FRANCISCO CEZAR, do jeito que o CREA afaga tudo ou não se posiciona, talvez um conselho a parte fosse solução...

Comentário de Francisco Lira em 4 dezembro 2017 às 10:13

Com certeza Manoel.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 4 dezembro 2017 às 7:52

Bom dia, caríssimos colegas!. Não apenas pela progressiva e dinâmica atividades desta profissão, como a necessidade de constante aperfeiçoamento!. Por exemplo, onde diferimos dos profissionais de campo de outros países!.- Nos E.U.A., minha neta e colega, trabalha com estufas em Minnesota, quando lá chegou, o proprietário que a contratou, precisava produzir em um tempo, 120.000 mudas em vasos de flores populares, o pedido e os pagamentos vieram por informática, e toda logística assim procede!. Vejam que não tem atravessador, é uma negociação direta, entre produtor e o mercado distribuidor de varejo. Esta organização é o que nos falta para poder valorizar aqueles que produzem!. 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 3 dezembro 2017 às 16:36

Francisco Lira,

É preciso reconhecer seu trabalho na busca da valorização profissional que, a partir do Piauí já alcança nível nacional. Vc conhece as dificuldades, mas não se esquiva da luta nem se esconde no cinismo ou desesperança. A seriedade do seu trabalho conquista o respeito dos colegas afinal a medida de um homem não são as palavras mas seus atos concretos na vida a favor de uma mudança real!

Grande abraço

Comentário de Francisco Lira em 3 dezembro 2017 às 10:46

Nosso profissão segue uma taxa de crescimento, vamos ver como vai reagir nos próximos anos, as demais profissões devem minguar, é trabalhar para construir um curso cada vez mais forte com sua formação ampla e buscar sua independência criando seu próprio conselho.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 2 dezembro 2017 às 12:39

Gilberto, depois da sua pesquisa de satisfação, não aceito nada além de nossa saída do sistema para uma representação nossa. Vocês usaram de todos os expedientes para me desqualificar. Só que tenho memória amigo e sua prosinha não ajuda mas.

Discursos como o seu e tantos outros não me ajudam com relação a profissão. Quando puder fazer algo, retorno. Abraço.

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