Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Protocolo MAPA CONFEA Autoriza Mistura em Tanque

Protocolo Autoriza Engenheiro Agrônomo a Definir Mistura em Tanque

Nesta quinta-feira, 11 de outubro, véspera do dia do Engenheiro Agrônomo, o MAPA, através do Ministro Blairo Maggi,  Secretaria de Defesa Agropecuária - SDA/ MAPA, Luis Rangel com o CONFEA, através de seu presidente Joel Kruger, assinou um Termo de Cooperação entre as Instituições apoiando a realização do ENFISA - Encontro de Fiscalização e Seminário de Agrotóxicos. 

Este esforço conjunto, serviu de base para emissão de uma Instrução Normativa que autoriza os engenheiros agrônomos a definirem tecnicamente a mistura de agrotóxicos em tanque para controle de pragas e doenças. 

Trata-se de uma reivindicação de agricultores e engenheiros agrônomos pela regulamentação de uma prática que há muito vem sendo utilizada, mas sem amparo legal ou normativo. Com a integração de ações entre MAPA e Sistema CONFEA / CREA, foi possível um entendimento para disciplinar a atividade, dando mais segurança técnica e jurídica a agricultores e fortalecendo o papel do engenheiro agrônomo

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 25 outubro 2018 às 15:22

Boa tarde colegas, perfeito raciocínio Sr José Luiz, riscos só não existirá em profissionais que já efetuaram suas arriscadas misturas, e sendo comprovadamente na sua prática, observaram seus resultados, tal como o colega Dr Francisco. Quanto a culpabilidade, se acaso algo danoso ocorrer, ficará ao encargo dos pareceres dos Srs das Leis e da Justiça, "que ouvirá seus peritos" , ou dos Doutores dos Laboratórios, que muito sabem, e é sempre os homens de campo que são culpados!  Seria mais um ponto para os da Verificar/Orientar/Fiscalizar, sem cobrar nem multar, mas sim e sempre instruir sobre o que pode faltar!.

Comentário de José Luiz Bortoli de Azambuja em 24 outubro 2018 às 18:15

Minha dúvida: como poderemos assumir a responsabilidade por misturas de diferentes produtos químicos que poderão ocasionar uma infindável série de reações químicas, podendo estas serem nocivas à saúde humana, à flora e à fauna, ao meio ambiente? Temos formação e competência para assumir tal responsabilidade? Pelo que vi na Instrução Normativa, o artigo 4º prevê a elaboração de manuais técnicos para subsidiar a emissão de receitas qualificadas. Se estes manuais contiverem informações científicas que possam amparar recomendações de misturas, teremos um resguardo. Mas, se isso não ocorrer, a recomendação de misturas assumindo a responsabilidade pelas mesmas, poderá ser um legítimo "tiro no pé"...

Comentário de Mauricio Dutra Garcia em 13 outubro 2018 às 12:01

Parece um debate interessante. Nesse caso irá fortalecer o papel do RECEITUÁRIO AGRONÔMICO que anda tão esquecido ultimamente. Cabe aos CREA's essa fiscalização e às Câmaras de Agronomia exigirem essa medida.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 13 outubro 2018 às 10:27

Bom dia caríssimos colegas!. abaixo descrevo se permitem,  o que penso sobre tais debates:-

As principais funções do CREA, CONFEA, e outras autarquias,  é verificar, orientar e fiscalizar

 

- Verificar :- esta palavra tem que ser interpretada, como é composta na língua portuguesa, procurar a consistência social do profissional, que compõe a estrutura básica desta entidade.

      Se acaso, quando se pesquisa sobre a presença profissional no mercado sendo ela física ou jurídica, ou ambos; então a verificação deve ser além da capacitação, ser sobre sua sustentabilidade econômica, em caso de não conseguir pagar suas contribuições, a esta autarquia, ai então se ele não deveria ser sacrificado, com as tais cobranças e agravantes sobre a sua renda, nos tributos obrigatórios, então temos na verdade a verificação.

 

- Orientação :- assim também isto nos diz, sobre quais as formas e maneiras do profissional, desempenhar sua capacitação associado a sua habilidade, realizando o trabalho que sua profissão exige na sociedade. Veja que nesta interpretação, temos a bem da classe e a bem da população.

 

- Fiscalização :- esta palavra é o papel mor da autarquia, evitando o abuso, e o mal exercício desta capacitação,  além de contribuir em melhorar a ela, estimulando a habilidade deste profissional, não é apenas um meio de vida deste órgão que é público, não é apenas uma entidade arrecadadora, é uma autarquia com a função de melhorar e perpetuar atividades relacionadas a Engenharia e a Agronomia, com a cidadania para o Brasil!.

Lembrem da próxima eleição para o Conselho destas Entidades, faça sempre sua presença! Dai poder influir!. ?!?.Talvez!

Comentário de Gilberto Fugimoto em 12 outubro 2018 às 11:19

Quem me defende das baixarias que meus colegas de profissão  me submetem perdendo um tempo que já não tenho mais? Senhores, entendam que politicagem doravante poderá leva-los a morte prematura.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 12 outubro 2018 às 10:11

E digo mais, quem tem a responsabilidade de evitar a competição desleal (por preço) que nós no campo sofremos e que os produtores pagam sem reclamar? Quem me defende das baixarias que meus colegas de profissão  me submetem, impedindo que que auxilie os agricultores e tenha que conquistar meu espaço, perdendo um tempo que já não tenho mais? Senhores, entendam que politicagem doravante poderá leva-los a morte prematura.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 12 outubro 2018 às 10:06

Só jogo de cena. Nunca existiu nada proibindo. Sempre fiz, faço e farei. Preciso de sustentabilidade para meus clientes e não notoriedade como é o caso dos políticos de plantão. Agora, cadê a fiscalização no campo? Nada também. Venha verificar o que acontece com o tema. Deixei a consultoria explicita (faço sem assumir responsabilidades) porque a coisa é um lixo.

Agora, é muito lindo esta frase "FORTALECENDO O PAPEL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO." Qual papel, o cadastro dos agentes financeiros, assinatura de laudos frios, kkkkkkkkk

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