Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Caros colegas:

- Já refletiram sobre: “NEM ROBERTO NEM FRANCISCO”? Roberto Rodrigues e Francisco Graziano, dois nomes de agrônomos de alto nível e politicamente isentos, que poderiam perfeitamente ter sido nomeados. A ideia do Presidente Eleito de FUNDIR OS MINISTÉRIOS DA AGRICULTURA E MEIO AMBIENTE é, a meu ver, tecnicamente perfeita. Afinal durante muito tempo foi sempre assim. Por que não aconteceu? Porque nós engenheiros agrônomos ainda não sacamos o nível onde a Coisa permeia e não conseguimos nos entender entre nós. Nossa Classe está dividida e intensamente polarizada. Permitimos, lá pelos anos 1970/1980, que fossem isolados dois alicerces básicos de nossa atividade: não há Agropecuária sem Correto Manejo dos Recursos Naturais Renováveis. Não há Agricultura sem Meio Ambiente. Temos de acabar com essa cisão... Temos de nos entender melhor.

Que tomemos essa lição como tema de debates em 2019. Obrigado.

abraços,

Rodolfo

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Comentário de Rodolfo Geiser segunda-feira

Manoel, Obrigado seus comentários: temos SIM de aprender mais em política. Agrônomos pensamos que já somos bons em tudo e acabamos comendo bola. Aliás, não é demérito nenhum pois até o Presidente Macron (?) da França está passando mal com os coletes amarelos: um movimento SEM LIDERANÇA e, portanto, sem líder para negociação. Creio que nós agrônomos temos de nos somar e não nos dividir. Divisões anteriores que não foram boas, devemos trabalhar para retroagir e reintegração... voltarei... abr, R 

Comentário de Manoel José Sant´Anna segunda-feira

Bom dia colegas!. Pois é!... Estamos vendo que também em política, temos muito a evoluir!. A mentalidade não é mais de dividir para vencer ou lucrar!. A informação hoje e sua dinâmica, não mais permite procedimentos isolados!. Ou propostas obscuras como interesses pessoais!. Isto tem vida curta!. Agora... Vamos ter a esperança, de que a nova gestão do Brasil, atue mais no interesse coletivo, e para o bem do Brasil!. O resto tem que apenas se tornar história!. O AGRO É O FUTURO!. Só nós ainda temos mais de 20% de toda área ainda para ser produtiva!. Isto sem abrir novas florestas!.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy segunda-feira
Exato. É o que temos proposto no campo teórico para ver que de prático ainda pode ser feito. Não deveria haver zootecnia, florestal, agrícola, ambiental, alimentos, etc. A divisão teve o mesmo objetivo dos novos municípios: enfraquecer os municípios e criar um nicho de instalação para politicos. Ainda temos parlamentares legislando contra... tem que haver uma guinada para legislarem pró.
Comentário de Rodolfo Geiser em 5 janeiro 2019 às 10:47

Obrigado, Manoel, Valeu seu comentário sobre Napoleão: dividir para dominar. A Agronomia começou a se dividir, no caso da ESALQ, com a primeira tura de 5 anos em 1963, com especializações em Fitotecnia, Zootecnia, Silvicultura e demais. Sob meu ponto de vista isso foi um DESASTRE sob ponto vista de uma profissão m Agronomia. Nos anos 1970/1980, separou-se do Ministério da Agricultura (incluindo na Secretaria da Agric. do ESP), separou-se a parte meio ambiente = manejo dos recursos naturais renováveis: Este foi o SEGUNDO DESASTRE para desorganizar nossa profissão. Penso que devemos voltar a esse assunto, aguardando ainda uns 15 dias, para que se amainem os ânimos na parte de politica nacional, para não cair num debate pró ou contra Bolsonaro...Tudo de bom para todos, R

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 5 janeiro 2019 às 10:28

Bom dia colegas, perfeito Dr Rodolfo!. Tudo o que disse, é semelhante ao que acontece em toda nossa agricultura!. E dividir as tropas inimigas,  era a estratégia de Napoleão, para vencer suas batalhas!.

Comentário de Rodolfo Geiser em 23 dezembro 2018 às 7:30

obrigado, Francisco. VOLTAREMOS Á CARGA NA SEGUNDA QUINZENA DE JANEIRO, abraços e próspero 2019 para todos nós, Rodolfo

Comentário de Francisco Lira em 22 dezembro 2018 às 18:58

Excelentes considerações nobre colega Rodolfo, 2019 vem aí com nossa CONFAEAB mais forte e saneada, esperamos grandes avanços da classe agronômica.

Comentário de Rodolfo Geiser em 17 dezembro 2018 às 15:59

Isso mesmo, abraços. 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 17 dezembro 2018 às 14:17

Certamente amigo Rodolfo,

Concordamos na maioria dos pontos em especial que é um assunto da maior importância para a Agronomia.

Aguardamos passar o período de festas para sua ponderações e confrontarmos construtivamente diferentes pontos de vista!

Grande abraço

Comentário de Rodolfo Geiser em 17 dezembro 2018 às 13:16

Gilberto. Obrigado pela sua MSG. Não concordo em grande parte com suas ponderações. Mas, caro amigo, esse assunto é da maior importância para nós engenheiros agrônomos. Estamos deixando de lado uma parcela considerável de atividades atinentes a NOSSA FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Tenho uma enorme série de argumentos para mostrar minha posição, a de união entre os dois ministérios (votei no Haddad, para evitar mal entendidos) somente que estou pensando que o presente momento de final de ano, não é o mais oportuno em iniciar um debate muito sério para todos nós, assim, me desculpe, MAS VOLTAREMOS Á CARGA NA SEGUNDA QUINZENA DE JANEIRO. TENHO MUITA COISA A CONTAR. adianto que minha atividade profissional como engenheiro agrônomo na MACROPAISAGEM foi consideravelmente afetada no negativo a partir da iniciativa de se separar meio ambiente da atividade agropecuária que começou ao final dos anos 1970 e foi década de 1980 pela frente... Então, por gentileza, vamos aguardar? Tudo de bom para você e todos nós. `PARABÉNS FELO SEU ESFORÇO EM TOCAR NOSSA REDE DE AGRONOMIA. Rodolfo

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