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A Planilha abaixo apresenta a vazão máxima de um rio pelo Método de Gumbel, bem como com o auxílio do R.

Bom proveito.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO quinta-feira

TABELA CURVA NORMAL NO R

Bom proveito.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 10 novembro 2019 às 8:22

TESTE PARA DISTRIBUIÇÕES ESTATÍSTICAS

Este teste observa a máxima diferença absoluta entre a função de distribuição acumulada assumida para os dados, no caso a Normal, e a função de distribuição empírica dos dados. Como critério, comparamos esta diferença com um valor crítico, para um dado nível de significância. Se o maior valor do Desvio (D) da série for menor do que o valor tabelado, a distribuição se ajusta à série.

No caso, adotamos N = 30 para a consulta à Tabela de verificação, por ser o valor tabelado imediatamente maior do que N = 27 adotado na Distribuição de Gumbel.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 3 novembro 2019 às 9:52

RESUMO DOS 5 MÉTODOS

(Vistos até o momento)

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 outubro 2019 às 16:25

TABELA DA DISTRIBUIÇÃO NORMAL

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 outubro 2019 às 15:50

MÉTODO LOG NORMAL

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 outubro 2019 às 8:17

MÉTODO LOG PEARSON III

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 28 outubro 2019 às 19:33

MÉTODO DE FOSTER

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 27 outubro 2019 às 19:04

MÉTODO NORMAL OU DE GAUSS

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 27 outubro 2019 às 16:48

ESTUDOS HIDROLÓGICOS DE DESCARGA MÁXIMA

Estes estudos são básicos para o projeto de hidrelétricas e grandes barragens para consumo e irrigação. Os métodos comumente empregados são:

1 - Método dos vestígios

2 - Fórmulas empíricas

3 - Fórmula Racional

4 - Hidrógrafa unitária

5 - Métodos estatísticos

O presente blog refere-se a estes últimos. Eles costumam apresentar resultados mais precisos que os demais, porque a incerteza sobre a influência das características morfométricas das bacias hidrográficas, fica eliminada, visto trabalhar-se com dados da própria bacia em estudo. Somente quando o tempo de recorrência (T) da vazão máxima procurada, excede muito a duração do período de observação, a extrapolação estatística introduz erros inaceitáveis.

Admite-se, em geral, que 20 a 30 anos de observações, permitem avaliar as características das enchentes com T <= 200 anos, a fim de evitar erros de extrapolação exagerados, mesmo na tolerância relativamente ampla, que se costuma ter na precisão de estudos hidrológicos.

Os Métodos Estatísticos mais usados no estudo de descargas máximas são os seguintes:

1) Gimbel

2) Log-Pearson III

3) Log-Normal

4) Foster

5) Goodrich

6) Allen-Hazen

7) V.T.Chow

8) Galton-Gibrat

Normalmente cada método se ajusta a uma distribuição estatística, havendo testes (Qui-Quadrado e Smirnov=Kolmogorov, p.ex.) que indicam a precisão da "aderência" dos pontos à curva. Usa-se aplicar aos dados fluviométricos observados (descargas máximas mensais) em 3 ou 4 métodos estatísticos, e verificar em qual deles ocorreu o melhor ajuste.

O Tempo de Recorrência é um dos parâmetros mais importantes nesses estudos. Pode ser definido como o intervalo médio de tempo que, estatisticamente, decorrerá entre duas vazões de grandeza igual ou maior do que a observada. Equivale ao inverso da Frequência. Exemplo:

T = 1/F = 1/0,4 = 2,5 anos.

A Tabela abaixo apresenta os tempos de recorrência usuais em projetos de obras de engenharia.

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