Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

12 de outubro dia do Engenheiro Agrônomo

Fonte da foto:www.organicsnewsbrasil.com.br

O Engenheiro Agrônomo é o profissional de visão holística responsável  pela produção agropecuária brasileira, planejando, coordenando e executando as atividades seja no campo ou na cidade, seja na área animal, vegetal, engenharia rural, ambiental, paisagística ou na produção de matéria primas para geração de energia e fibras visando sempre o desenvolvimento nacional sustentável

Para ser Engenheiro Agrônomo, é necessário concluir o curso superior em Agronomia conforme decreto lei 9858 de 16 de Agosto de 1946 e estar registrado no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia  para exercer a profissão.

Atualmente a profissão conta com mais de 100 mil profissionais registrados e mais de 340 cursos espalhados pelo país.

Para aqueles que desejam seguir uma carreira na área a formação de Engenheiro Agrônomo é a mais completa permitindo ao profissional após formando atuar em mais de uma centena de especialidades, seja no ensino, pesquisa, extensão, auditor, fiscal e perito além de produtor, consultor e profissional liberal, colocando-se como uma das profissões mais importantes do Brasil e do mundo.

Francisco Lira

Engenheiro Agrônomo Esp.

CREA-PI 18.222/D

Conselheiro Câmara de Agronomia CREA-PI

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 18 outubro 2017 às 7:31

Bom dia colegas!. A agricultura e a estabilidade do nosso País, esta na transformação pública na melhoria da educação, moral e cívica !. O engenheiro agrônomo são uma das últimas castas de profissionais, que são educados e formados pensando no povo!. Considerado ainda como pessoa de certa " inocência ", no tanque de "piranhas", que é nosso mercado de profissionais!. Mas o Engenheiro Agrônomo, brasileiro, não se corrompe com facilidade!. Pena que temos bem pouco deles na gestão deste meu Brasil!. 

Comentário de Francisco Lira em 15 outubro 2017 às 13:40

Infelizmente Mario a ultima escola de Agronomia foi a ESAM- desconstruída no inicio desse seculo pelos míopes de plantão, o que resta de uma escola de excelência é a ESALQ onde o curso de Agronomia é o carro chefe. Os demais viram cursos, ou departamentos com uma formação cada vez mais medíocre e limitada, alguns com carga horaria menor que os tais cursos apêndices. Aqui e nosso curso que recentemente completou 40 anos ainda temos uma formação perto da plena, afinal dividimos  o centro apenas com a formação em medicina  veterinária., mas já existe trabalho  nefasto a caminho para criar o tal curso de zootecnia e outros, liderados claro por Eng. Agrônomos., uma vergonha.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 13 outubro 2017 às 8:20

Bom dia de novo!. Veja só mais de uma centena de especialidades!. Mas a base acadêmica para aprimorar uma das especialidades, tem que ter uma base!!??. Ou como começar a especialização???????!!.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 13 outubro 2017 às 8:16

Bom dia colegas!. Entendi colega Mario!. Sempre discordo de chamar um Eng. Agr. de apenas Agr. afinal a maior parte do aprendizado, não é em sala de aula, é no exercício de campo, isto não dá pra fazer a noite!. Por mais didática que tenha, por mais recursos que se use, não é possível, a meu ver, um acadêmico completar seu mínimo de aprendizado em Eng. Agr. para exercer um trabalho profissional com garantias, em menos de 5 anos!. Abraços a todos pelo dia do Engenheiro Agrônomo!. 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 12 outubro 2017 às 18:08

Mário,

Escolas de Agronomia podem ter mais de um curso em Campus diferentes.

abraços

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 12 outubro 2017 às 17:31

Nesses 340 cursos estão os noturnos? Acho que não deveríamos escrever "340 cursos", mas "340 escolas". Deveria haver um único curso?

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