Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

A Agronomia se preocupa com Meio Ambiente?

Agronomia e Meio Ambiente: Quem Participa?

No Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, notamos uma falta de interesse dos Engenheiros Agrônomos. A despeito da imensa degradação ambiental, a Agronomia parece ter tímidas ações em defesa e propostas de mitigação e recuperação.

Nos últimos 40 anos os instrumentos da política ambiental evoluíram. Multiplicaram-se os espaços de participação popular. Por outro lado assistiu-se um esvaziamento dessas estruturas.

Só no Estado do Rio de Janeiro, identificamos mais de 65 vagas para atuação em Comitês de Bacia Hidrográfica, Comissões temáticas, sem contar os Conselhos de Meio Ambiente e de Agricultura que seriam 1 ou 2 por Município, acrescentando 150 espaços de atuação. Os temas abordados são os mais diversos:

  • Agricultura orgânica,
  • Sementes e Mudas,
  • Controle de Agrotóxicos,
  • Saneamento,
  • Educação Ambiental,
  • Recursos Hídricos,
  • Desenvolvimento Rural, etc

Mais surpreendente é que há recursos a serem aplicados, perspectivas profissionais e possibilidade de ampliação de rede de contatos.

Quem se interessa?

E você, não se preocupa com a questão ambiental? Você já pensou em contribuir com seu conhecimento para mitigar impactos ambientais e melhorar a qualidade de vida da população?

A AEARJ tem atuação ambiental e convida quem tem tempo, interesse e mora no Rio de Janeiro.

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 12 junho 2017 às 23:50

Prezados Álex, Reinildo e Manoel,

Agradeço os comentários e participação.

Cabe lembrar que muitos Conselhos e Comitês ambientais e de Bacias Hidrográficas hoje têm recursos para desenvolvimento de projetos de recuperação e necessitam de assessoria técnica que contribua nos debates e oriente os projetos!

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 12 junho 2017 às 14:44

Boa tarde colegas, Sr Souza, estas ideias sobre capacitação e competência, são minha bandeira de luta pela nossa classe, no respeito as propaladas questões ambientais feitas pelo nosso governo!. Mas saliento que se ainda não viu, veja que estes gestores federais, com nível cultural insigne, emitem regras de procedimento a ser executado via informática, isto mesmo C.A.R., S,A.R.E. tudo por modelos a ser preenchidos pelo computador!. Sem a devida assessoria de um Engenheiro Agrônomo!. Ora, mal sabem os incautos produtores rurais, que se errarem quanto ao dimensionamento de sua Reserva Legal, Pra mais, não vai poder mudar!. Pra menos não vai poder compensar, terá que plantar!. Quanto ao SARE, mesmo aqui em S.P., temos tão poucos trabalhos de identificação de Biomas regionais, que poucos serão capazes de efetuar um inventário florestal digno!.  

Comentário de Reinildo Damasceno Souza em 12 junho 2017 às 11:55

Bom dia, Muito importante este chamamento para as prerrogativas ambientais tão esfaceladas no dia dia do nosso meio em que vivemos, as recuperações em áreas de preservação permanente e reserva legal, requer a atividade de engenheiro agrônomo em todas as modalidades desde a escolha das plantas de seu devido Bioma e outras fases de implantação de manutenção da mesma. Fiquei muito contente e feliz por essa preocupação profissional.

Comentário de Álex Ramos em 10 junho 2017 às 2:06

Parabéns pela iniciativa neste marasmo de atitudes que passamos. Boa querido amigo Gilberto ! Precisamos mesmo motivar toda a classe de Engenheiros Agronomos e também os simpaticos á causa da Natureza. Que orgulho de estar aqui com gente valente e de ideal ....Vamos lutar pela Terra ,,,,sempre ! ..."Se existe um grupo profissional, que tem interesse desde sua formação acadêmica, com o meio ambiente, são os Engenheiros Agrônomos" ( verdade resumida  nas  palavras do colega  SantÁnna ) ..Vale a pena investir nisso !

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 6 junho 2017 às 8:55

Bom dia colegas, amigo Gilberto!. Eis outro debate interessante!. Nossa participação dentro dos órgãos sociais de opiniões e regras ao público!. O Engenheiro Agrônomo, quando se propõe a dedicar-se nesta profissão, se afasta na maioria dos casos, da sociedade urbana. Dai perde sua oportunidade de representação ao grosso da comunidade. Isto diminui sua influência política desta participação. Então Comitês de Bacia, Fórum Ambiental, Participação de Projetos Paisagísticos, Descartes de Efluentes Industriais e Urbanos, Certificação de qualidade de alimentos pela origem, etc...Ficam sem nenhum participante de nossa classe!.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 5 junho 2017 às 20:29

Se cada Engenheiro Agrônomo pudesse participar de um conselho, Comitê de Bacia, Forum Ambiental, nem que fosse duas vezes ao ano, nossa atuação e visibilidade na sociedade seria completamente diferente e VALORIZADA!

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 5 junho 2017 às 18:08

Ainda no raciocínio!. Embora o governo, dificulte nosso exercício, em algumas obrigações agro pecuárias, tal como C.A.R., Compensação Florestal, SARE, Reposição Florestal na implantação de Reservas Legais, ele não entende que a velocidade da informatização, soma-se a dificuldade em reportar da forma mais eficiente seu patrimônio, ele impede que o pobre e desorientado produtor rural, que não tem recursos, para elaborar as exigências das autarquias públicas!. Então vai precisar do técnico!. O eng. agr. que esforçou-se em aprender o que melhor deve ser relatado, ou implantado para os enquadramentos nas Leis Ambientais!.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 5 junho 2017 às 17:31

Boa tarde colegas, eis um diálogo interessante para os jovens!. A pergunta base é :- Para que serve o dinheiro, se você não é reconhecido na sociedade???!!. Afinal salário, em outras formas, significa recompensa!. Bem!...Recompensa é um benefício em prêmio por algum serviço ou produto oferecido!. Então se não faz estágios, não demonstra a razão do por que deve receber seu prêmio!. Como vai ser recompensado??!.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 5 junho 2017 às 16:09

Pra refletir:

Os jovens, recém formados, se queixam que não há espaço de atuação profissional, que ninguém lhes dá oportunidade. Mesmo não sendo uma proposta de trabalho remunerado, são espaços de atuação profissional e militância que sempre ampliam contatos e oportunidades.

Comentário de Rafael Sá em 5 junho 2017 às 12:15

A agronomia como um todo precisa se interessar!

O Engenheiro Agrônomo com sua essência profissional lida rotineiramente com a temática ambiental. Seja na produção vegetal, florestal ou animal, nossa responsabilidade se configura em uma gestão sustentável dos recursos naturais: água, solo, ar, vegetação e clima. Ao lidar com a engenharia rural deixa-se, ainda mais notório, nossa responsabilidade em projetar e executar construções rurais, estradas rurais, práticas mecânicas de solo, irrigação e drenagem, mecanização agrícola com o menor impacto possível ao equilíbrio ambiental. No aspecto ambiental, propriamente dito, a recuperação de áreas degradadas, com destaque para as enormes áreas de pastagem em processo de degradação, tornam-se o desafio principal, onde de concilia economia, responsabilidade social e meio ambiente.

Poderia citar mais uma centena de motivos para nós, Engenheiro Agrônomos, participarmos diretamente dos conselhos deliberativos ambientais e de recursos hídricos, para isso deveríamos olhar um pouco para nossa formação e nossas atribuições junto ao Sistema.

Não vejo necessidade de se adicionar codinomes para explicitar nossa responsabilidade ambiental dentro da agronomia. Aliás não sou  muito adepto a essas denominação, que mais se parecem dupla sertaneja: Xitãozinho e Xororó ou Maiara e Maraísa ou ..........e Ambiental.

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