Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Engo. Agro. JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO

jviana@openlink.com.br

 

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A revista Época Negócios, que está nas bancas, trás à pág. 122 uma reportagem sobre a Coréia do Sul, chamada “Inovação na Marra”, comparando-a com o Brasil. Aquele país, segundo a reportagem, era nos anos 60, uma das nações mais miseráveis do mundo, e hoje está na lista das 15 maiores economias. A varinha mágica foi o investimento maciço do Governo em EDUCAÇÃO.

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Apesar d´eu concordar com o diagnóstico, quero pinçar desse texto uma outra qualidade do povo coreano (do Sul), que contrasta conosco tanto quanto as posições (opostas) que ocupamos no ranking educacional do Teste de Pisa: a rapidez (ou pali pali, rápido rápido, em coreano). Isso tem a ver com fazer mais em menos tempo. Em outras palavras: o compromisso da população de fazer as coisas acontecerem (e rápido!). Ou seja, as estruturas mentais são diferentes.

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Disso você pode depreender que o homem deitado na rede da Figura abaixo que eu fiz, não tem os olhos repuxados e, pelo verde-e-amerlo, só pode ser “um dos nossos”. Deitado eternamente em berço esplêndido. Literalmente.

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APENAS TRÊS OBSERVAÇÕES

1 – Lembram do que disse Joseph Blatter, presidente da FIFA, sobre o atraso das obras para a Copa ?: “Os brasileiros pensam que a Copa vai começar depois de amanhã. A Copa vai começar AMANHÔ.

2 – Vejam a cloaca em que se transformaram os nossos rios e a ausência de qualquer plano para a universalização da rede de esgotos no País; tudo com a nossa complacência e falta de indignação.

3 – Parece que já nos acostumamos com as ocorrências de violência, miséria e corrupção. Até os casos de morte por atropelamento estão sendo perdoados pelos Juizes, como aconteceu com o jogador Edmundo, recentemente.

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O CONTRASTE NORTE-SUL

Esquecendo um pouco a Coréia, outra realidade brasileira que nos faz parar para pensar (agora, a inércia se justifica), é a grande disparidade quando se comparam os índices do Norte com os das outras regiões, mesmo o Nordeste. Lá, infelizmente (pois nasci lá), tudo é inferior, com exceção da grandeza das matas e dos rios. Fico me perguntado: por que ? Será a distância (da civilização), o clima (a hora da sesta, depois do almoço, é sagrada), a etnia (com predominância do índio), a colonização (predomínio dos portugueses) ou tudo isso junto ?

                                                                                            

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