Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Caros colegas e em específico os interessados em PAISAGISMO. Venho aqui atentar que a AEASP- Associação dos Engenheiros Agrônomos do ESP, lançou no JEA 293, uma matéria sobre paisagismo, entrevistando diversos colegas que atuam na área. A matéria mostra assim diferentes pontos de vista sobre o assunto. Pessoalmente me preocupo com a questão da ‘história do paisagismo no Brasil’ e solicitei à Diretoria da AEASP que publicasse no FACE da AEASP, minha entrevista completa, que contém observações adicionais sobre o histórico. Penso que os colegas mais jovens deveriam se interessar sobre esse aspecto, o histórico, e produzir documentos a respeito inclusive trabalhos de mestrado. Futuramente acrescentarei nesse blog, alguns itens adicionais. O LINK da revista JEA 293 é http://www.aeasp.org.br/jea/jea_293.pdf e o LINK da minha entrevista completa é: http://www.aeasp.org.br/noticias.asp?CodNoticia=MTA3Mzk=

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Comentário de Rodolfo Geiser em 19 março 2017 às 12:04

Bacana suas palavras, José Luiz. Tenho tentado colocar nessas colunas da Rede de Agronomia muito do meu aprendizado. Bem como na revista da AEASP. Inclusive sugerindo que os jovens façam estudos e pesquisas, Entre estas de um histórico de paisagismo no Brasil Imagino que a conclusão será muito favorável aos engenheiros agrônomos. Também o Texto da revista relicário sobre a Encíclica e a Sustentabilidade. Creio como você: não vamos perder o que aprendemos, e mais, creio que na medida em que me dou, eu próprio me 'enriquecerei': vou lapidando meu próprio conhecimento. Nunca tive receio de ensinar. 

° Formei-me em 1963 e você?

° Não sou kardeista e sou mais um ateu que pensa uma "espiritualidade agnóstica". Estranhamento entro em transe. Um transe catártico.  As vezes vou numa psicóloga que fica conversando comigo... 

Falei demais, Vamos lá e tudo de bom para todos. Vamos ver se os mais jovens fazem perguntas e nos provocam coim mais assiduidade e rigor. 

Forte abraço, Rodolfo

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 19 março 2017 às 11:19

Rodolfo,

Pelo visto, somos da velha guarda e soubemos aproveitar as oportunidades profissionais que nos foram dadas. Da minha parte, colaboro com a Rede Agronomia desde o seu início, compartilhando informações que acho importantes para os jovens colegas Engenheiros Agrônomos que estão iniciando. Como ex-Professor e admirador do kardecismo, acredito que 'é dando que se recebe'. Você, com essa experiência toda (em Arquitetura Paisagística), bem que poderia compartilhar alguns dos seus princípios neste post. Não se preocupe em 'perder o que aprendeu' pois, como deve ter observado, infelizmente, ninguém se interessa por essa área. Acho que somos os únicos (dos 6.700 que o Gilberto Fugimoto se orgulha de estarem inscritos).

Tenha um bom final de domingo.

Comentário de Rodolfo Geiser em 19 março 2017 às 11:04

Pois é, José Luiz, Eu tive a sorte de estagiar com o prof. Roberto Coelho Cardoso, Arquiteto Paisagista formado em Berkeley, Califórnia, que foi aluno do Garret Eckbo, internacionalmente conhecido. Também trabalhei com meu amigo o Luis Filipe Castro dos Santos, português, formado em Portuga na Faculdade de Agronomia, com especialização em Arquitetura Paisagíitica, aluno do também reconhecido internacionalmente, Francisco Caldeira Cabral, diversas vezes presidente da IFLA-International Federation of Landscape Architects. No mais tenho trabalhado em coautoria com um bom arquiteto. É importante que seja um arquiteto que tenha boa visão de Arquitetura e Urbanismo e não só um recém formado que queira trabalhar em paisagismo...

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 19 março 2017 às 10:05

Rodolfo, bom dia.

Todos sabemos que São Paulo é outro país. A própria franquia do Dr. Jardim é daí. Eu estava me referindo à cidade maravilhosa, a 2a. (na Economia, mas a 1a. em beleza natural) depois de Sampa, onde moro.

Metade da minha turma era de paulistas e, na década de 70, meia dúzia deles teve o seu primeiro emprego no Departamento de Parques e Jardins da Prefeitura de São Paulo; alguns se aposentaram por lá, inclusive.

Além da irrigação (que é a minha especialidade), volto a enfatizar a necessidade do Eng. Agrônomo aprender com o Arquiteto (ou só mesmo com a ajuda do Google) noções básicas sobre a ocupação dos espaços, da perspectiva e do bom gosto. Quando trabalhei no Grupo Tarefa de Planejamento do INCRA, na construção da Rodovia Transamazônica (década de 70), tinha contato frequente com os Arquitetos que projetaram as agrovilas. Foi quando passei a me interessar pelo assunto.

Um abraço.

Comentário de Rodolfo Geiser em 19 março 2017 às 8:08

José Luis, bom dia! Aqui em São Paulo, no Estado, existem dezenas de engenheiros agrônomos que projetam a irrigação e executam. Eu diria que no ESP existem no mínimo uns 60 a 100 escritório de projetos de irrigação. Trata-se de uma apropriação baseada no numero que conheço aqui na região de Bragança Paulista. abraço

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 março 2017 às 17:51

De nada, Rodolfo.

De onde você acha que eu tomei os dados para dar o meu piteco ? Volto a enfatizar que, ao meu ver, o paisagismo se ressente da falta de Eng. Agrônomos na área de irrigação, como provei no caso do Dr. Jardim.

Acho, também, que deveríamos receber dos Arquitetos umas aulas/dicas sobre a organização dos espaços. Não apenas para o paisagismo mas, também para o planejamento urbano-rural (projeto de Agrovilas), área de trabalho ainda neglicenciada por todos nós.

Um abraço.

Comentário de Rodolfo Geiser em 18 março 2017 às 17:33

José Luiz, Obrigado. Não sou da Diretoria da AEASP, mas certamente a revista tem um espaço limitado para a matéria. Mesmo assim, além da capa, dedicaram 4 páginas ao assunto. Vamos pressionar para que eles continuem publicando. Quanto à escala macro, a mesma revista, nº 291, em sua página 19, publicou artigo meu intitulado " Visão integrada - Paisagismo na escala do quilometro quadrado como atividade do Engenheiro Agrônomo" o qual está inserido aqui no blog da Rede. Outro exemplo, no caso do RJ, entendo o "Reflorestamento da Floresta do Tijuca para recuperação dois mananciais", já no tempo do Dom Pedro II e mais tarde, em 1964 ou 1967, a recuperação de morros ai no RJ, consequente de fortes chuvas, através de revestimento vegetal e plantio de arbustos e árvores. Essa obra consta em " "Recuperação da paisagem carioca (Contraforte do Morro D. Marta) - Contenção vegetal de encosta com emprego de recobrimento de tela de aniagem; "por Flavio Medeiros de Britto Pereira e Luiz Emygdio de Mello Filho, 1970, Instituto de Geotécnica e SURSAN, nos tempos do Estado da Guanabara.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 março 2017 às 10:50

AGRONOMIA E PAISAGISMO

No artigo de capa do Jornal do Engenheiro Agrônomo (Fevereiro 2017, pág. 6) intitulado Horizonte Verde, Carol e Adriana destacam 2 campos básicos de trabalho (do Eng. Agr.) no Paisagismo: o da escala macro, do km², relativa ao planejamento regional, e a do micro, do m², vinculada ao planejamento de parques e jardins.

O Arq. Roberto Cardozo diz que a formação do Eng. Agr. corresponde a, no mínimo, 50% dos conhecimentos necessários para a atuação do paisagista. Os outros 50% se referem à 'organização dos espaços', campo dos arquitetos.

Concordo com os três. Só não vi referências, na escala do km², ao conhecimento e à necessidade do projeto das áreas verdes para a infiltração da água da chuva e, na escala do m², à irrigação. Vou dar um exemplo. Aqui no Rio de Janeiro há uma franquia de paisagismo chamada de Dr. Jardim. Conheci o seu dono. Sua formação é em Economia e sua experiência profissional anterior é na área do petróleo. Quando me apresentei como Eng. Agr. especializado em irrigação, ele levantou as mãos pro céu e disse que tem recusados serviços porque não dispunha de um técnico que elaborasse os projetos de irrigação de jardins que lhe eram solicitados. 

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