Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Agronomia, é obrigação de todos contribuir


A profissão buscar trilhar o caminho da reorganização profissional, o ano de 2017 será decisivo para isso, nesse sentido é obrigação de todos aqueles que fazem a Agronomia contribuir, seja profissional ou estudante assinem as petições, uma contribuição simbólica em defesa da Agronomia brasileira.

Petições:

Contra PL 1016/2015: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR82803

Contra PL 3423/2012:http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=PL3423

Contra PNS 63:http://peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR96608

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 6 fevereiro 2017 às 17:13

Prezado amigo Francisco, não sou eu quem se classifica como Agrônomo, é efetuar a leitura dos colegas abaixo.

E também não aceito a simplificação da competência de minha Profissão!. E nossos entraves com a representatividade, nada mais é que o fato de cumprirmos todas nossos compromissos com as autarquias que deveriam defender e valorizar nossos bons trabalhos, aos quais recolhemos as A.R.T(s), e ao contrario vermos a depreciação e desmembramento contínuo das nossas competências. Então é isto, se não nos QUALIFICA como Engenheiros Agrônomos, o que estamos fazendo junto dos Engenheiros em Geral!???!. 

Comentário de Francisco Lira em 6 fevereiro 2017 às 9:13

Prezado colega Manoel somos Engenheiro Agrônomos desde 1946 e já coloquei o decreto lei 9.585 como norteador disso, não existe mais essa de Agrônomos, não sei porque o colega teima nessa questão, no mais o termo Agronomia engloba a amplitude das ações do Engenheiro Agrônomo, da mesma forma que na critica o colega chama os engenheiros florestais de florestais, bom dia.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 6 fevereiro 2017 às 7:39

Bom dia pessoal, já não sei se posso chamar de colegas, pois alguns aceitam de bom grado que o chamem profissionalmente de Agrônomo, e sempre acreditei que somos Engenheiros Agrônomos, por isto estamos vinculados a CREA, e a CONFEA, caso contrario, não justificaria, nem restaria relação entre as profissões de Engenharia, e poderemos então pensar em nos vincular a outras Profissões como a dos Arquitetos, ou mesmo dos Florestais, ou a outras qualquer onde possa nos valorizar pelo que representamos!.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 6 fevereiro 2017 às 0:21

Pessoal

Uma coisa que eu vejo e o distanciamento das AEAXX das faculdades e universidades. Querendo ou não todo curso de agronomia no Brasil possui um CA ou um DA.... mas quantas vezes essas entidades são procuradas pelas AEAXX???

No meu período frente ao Centro Acadêmico da ESALQ, buscamos uma aproximação com AEASP, que levou a entidade a criar um prêmio para incentivar a participação estudantil e posteriormente a chamada AEASP Jovem... porém essa iniciativa eu não tenho mais visto efeito. Pois tanto na ESALQ, quanto em outras escolas de agronomia de SP não há uma aproximação dos estudantes. Com isso os quadros das associações vão envelhecendo, se distanciando cada vez mais da representação.

Aparentemente muitas entidades não estão acompanhando a dinâmica das novas formas de comunicação e com isso se distanciam dos seus representados. E aí isso permite a grupos menores se organizarem e pleitearem mudanças aproveitando a nossa desorganização.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 27 janeiro 2017 às 13:35

Manoel,

Sem prejuízo de debatermos aqui, o tema é tão importante que caberia uma postagem específica!

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 27 janeiro 2017 às 9:57

Bom dia colegas!. Oi eu aqui de novo!. Mas não consigo me calar, quando vejo que um desastre é eminente!. A citricultura no Estado de São Paulo, esta no limite da tolerância!. Problemas :- pragas novas e velhas se somando, principalmente bacterioses, de extrema dificuldade de controle. Sem recursos para o acompanhamento técnico de manejo de todas as entidades envolvidas. Resultado :- oscilação de preços com variações de até 1.000% aos consumidores. Tentativa de uso de produtos milagrosos, "produtos ´químicos" de origem duvidosa, ilusão dos produtores em renda sustentável para sua cultura!. Total insegurança que resulta em cada vez menos produtores pequenos e médios, deixando a cultura para arrendar para cana de açúcar!.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 26 janeiro 2017 às 10:14

GILBERTO, entendi... essa precisão de conceitos é muito importante. Entendi e concordo contigo, estou na rede! Sigo tentando ser um participante ativo melhor. SANT' ANNA, eu não te interpretei mal, não... concordo contigo!

Comentário de Gilberto Fugimoto em 25 janeiro 2017 às 15:36

Manoel,

Suas considerações sobre a falta de E.A. no poder público, eu vejo como fruto da ideologia do "estado mínimo", a mesma que enterrou a EMBRATER, soterrou as Emater e deixou o agricultor familiar sem assistência técnica. Esse público, da pequena agricultura é incapaz de pagar por serviços de assistência técnica e costumam ser orientados por RTV de agrotóxicos.

Estamos num quadro em que Tecnologia só pra quem pode pagar!

Comentário de Gilberto Fugimoto em 25 janeiro 2017 às 15:31

Mario Sérgio, Manoel e colegas,

Eu, que venho cultivando o paradigma em redes, tenho evitado reconhecer "lideranças", que são reprodução de paradigmas hierárquicos. Em ambientes em que vale a participação voluntária (como a política profissional), hierarquia não combina bem.

Entendo representantes como participantes ativos em torno de determinados temas da Agronomia (Crea, temas técnicos, empreendedorismo como alternativa de renda, etc).

Essas mobilizações têm o dom de ampliar a participação e assim contribuir para o fortalecimento da categoria.

Simples assim.

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 25 janeiro 2017 às 13:42

Caro colega Godoy, creio que interpretou errado, minha indicação aos Cursos de Pós Graduação, eu disse que são meros arrecadadores em um negócio, fruto do desespero dos recém formados em não encontrar a luz do final do túnel, após sua graduação.

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