Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Este post surgiu do diálogo trocado hoje no Facebook com um amigo que é Técnico Agrícola extensionista da Emater - PB.

Em consulta no Google a dois sites na Internet que tratam do assunto, elaborei a planilha abaixo, com a chuva de 29 mm mostrada no site de Cajazeirinhas - PB e considerando que o trecho mostrado na foto tem 300 m de extensão e a estrada 6 m de largura. Adotei que o espaço entre bacias seria de 50 m, no que resultaram 6 unidades; se as bacias pudessem ser construídas em ambas as margens da estrada, o volume total calculado para cada qual seria reduzido à metade. Pode parecer à primeira vista que o volume da bacia foi calculado duas vezes e, na realidade, o foi; só que, na segunda, foi para definir a sua profundidade, adotando-se um valor de h que resultasse no volume calculado na fórmula anterior.

No desenho esquemático da estrada, aparece uma lombada, possivelmente para direcionar a entrada da água no pequeno canal de acesso à bacia mas, na prática, ela não é necessária.

A Tabela com velocidades médias do escoamento é para evitar a erosão do solo e o seu cálculo não foi incluído na planilha.

A bibliografia sobre BARRAGINHAS é extensa na Internet e, possivelmente outros roteiros de cálculo serão apresentados.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 janeiro 2020 às 9:14

GARIMPOS NA AMAZÔNIA

Ainda bem que eles desconhecem a eficiência das barraginhas. Veja porque:

https://www.facebook.com/biducientista/videos/1599391680198541/

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 15 janeiro 2020 às 8:08

FOTO DO PAI DA IDEIA

"Já dizia Pero Vaz de Caminha que “nesta terra, em se plantando, tudo dá”. O fidalgo português talvez só não tenha imaginado que um dia seria possível "plantar" até água da chuva. A ideia coube ao engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Luciano Cordoval de Barros, 70 anos, que há 37 pensou num projeto que revolucionaria e democratizaria o acesso à água no semiárido brasileiro: as barraginhas.

Como o nome indica, essas minibarragens de 16 metros de diâmetro em formato de meia-lua são construídas para reter a água das enxurradas, possibilitando que o líquido se infiltre lentamente no solo. Com isso, melhoram-se as condições de umidade do terreno, mata-se a sede de pessoas e animais e, além disso, os lençóis freáticos e rios são constantemente abastecidos, o que potencializa os ecossistemas no entorno."

"O pesquisador aposentado Luciano Cordoval de Barros, que foi homenageado com o Prêmio Fundação Bunge 2019, posa ao lado de uma barraginha. Projeto que ajuda a evitar erosões e proporciona irrigação de solos semiáridos marcou a vida do agrônomo e lhe rendeu inúmeras premiações."

Leia mais em: https://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/ele-plantou-chuva-no-se...

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