Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Caros colegas engenheiros agrônomos e estudantes de agronomia venho aqui expor minha revolta e insatisfação sobre essa  terrível situação que ameaça o futuro da profissão, diante da criação do conselho dos técnicos agrícolas, embora não seja  contra a criação do mesmo, eles levarão consigo de forma absurda e irresponsável  mas fruto de sua força e união conforme decreto n.º 4.560 de 30 de dezembro de 2002, sancionado no apagar das luzes pelo senhor FHC, atribuições que em face da complexidade deveriam ser únicas e exclusivas dos profissionais de nível superior em agronomia, e agora fica a pergunta: Existe capacidade de mobilização, consciência  política e vontade de nos profissionais e estudantes para reverter tamanha aberração que com certeza será um duro golpe ao futuro da profissão?

Engenheiro Agrônomo Francisco Lira

(Esp. Engenharia de Irrigação). Piauí.

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Comentário de Ric. Anônimo em 6 julho 2014 às 17:04

Prezado Orlandino Mariussi, lhe explico: Primeiramente os técnicos rendem votos no conselho. Segundo que eles são bem unidos em torno de suas entidades de classe (FENATA e SINTEA). Entre no site da FENATA e veja. Terceiro, que a legislação que rege as atribuições dos técnicos são decretos federais, e não Resoluções do Confea, sendo assim não tem como o Confea barrar (embora ainda tenha feito - ou tentado fazer). Por isso eles querem sair deste conselho, de tanto o conselho pegar no pé deles restringindo-os.

Comentário de Charles Leonel em 6 julho 2014 às 12:57

Penso que independente de qualquer impressão que se tem sobre CONFEA e CREA precisamos fortalecer a nossa profissão. Coisa que os Técnicos Agrícolas fizeram muito bem, a ponto de chegar neste nosso ponto de discussão...

Tomemos cuidado com o que escrevemos e com o que lemos. Não podemos confundir as coisas... agora é hora de somarmos forças! Na verdade de mostrarmos a nossa força!

Comentário de Orlandino Mariussi em 6 julho 2014 às 10:30

Só não entendo porquê os profissionais de nível técnico encontraram guarida junto aos órgãos fiscalizadores, crea, confea já que do ponto de vista destes órgãos os técnicos são leigos,ou pelo menos não cursaram um curso que estes órgãos fiscalizam, logo a existência/fiscalização destes órgão são questionáveis.

Comentário de Ric. Anônimo em 6 julho 2014 às 1:29

Prezado Luiz Paulo Vieira Fernandes, não cabe à nenhum conselho defender a profissão. Este é papel das entidades de classe (sindicatos e Associações de Engs. Agrônomos). Vossa senhoria participa de algumas dessas entidades???

Cabe ao conselho apenas fiscalizar o exercício profissional, não permitindo que leigos exerçam o papel de engenheiros e dessa forma protegendo a sociedade...

Comentário de Luiz Paulo Vieira Fernandes em 5 julho 2014 às 23:21

Acho que os técnicos têm o direito de criar um órgão ´próprio, afinal o CREA é um órgão que não faz e nunca fez nada por nós agrônomos e outras categorias.

Comentário de Gessias Jardim dos Santos em 13 junho 2014 às 1:10

Boa noite, aos colegas que ainda não leram o decreto n° 4.560 de 30 de Dezembro de 2002, segue o link.http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/2002/D4560.htm, e também o decreto 90.922 de 06 de Fevereiro de 1985, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/Antigos/D90922.htm, o decreto n° 23.196 de 12 de Outubro de 1933, http://www010.dataprev.gov.br/sislex/paginas/23/1933/23196.htm segue também o link da resolução do Confea, http://www.confea.org.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=1561&a.... tenho acompanhado todos os comentários e discussões e acredito ser motivo de preocupação esta saída dos técnicos do sistema e levando consigo a legalidade do decreto 4560/2002, precisamos nos unirmos e agirmos para possível reversão deste decreto. Gessias, saudações agronômicas a todos.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 11 junho 2014 às 20:19

Se um técnico agrícola tem mais conhecimento do que um agrônomo, das duas uma, ou não é técnico ou não é agrônomo. Aceito mais experiência, mas conhecimento, seria impossível para as faculdades de ponta, onde os agrônomos são bem formados, não existe esta chance. Tenho visto muitos técnicos gerenciando fazendas. Mas, na discussão sobre fertilidade de solos, são dois zeros a esquerda. Este debate não vai a lugar algum. Como vocês gostam de conversar fiado.

Comentário de Antônio Carlos Coutinho em 11 junho 2014 às 12:40

Obrigado aos colegas Ric. Braido e Francisco Lira e não "Lima", como eu havia postado o meu questionamento, pela resposta! Vou me inteirar dos Decretos citados e sugeridos!

Eu na minha vida profissional, tive a oportunidade de trabalhar em 3 Empresas distintas, as quais tinham Técnicos Agrícolas nos seus Quadros e muito bons por sinal! Na Extensão Rural foi o local onde presenciei a maior sobreposição de atribuições! Nas outras duas, as atribuições de cada categoria eram bem mais definidas! Portanto, acho que vai depender muito também da "Descrição de Cargos e Atividades" de cada Empresa!

Comentário de Cícero Renê A. Barboza Júnior em 11 junho 2014 às 11:58

Francisco, muito pertinente sua preocupação. Porém se nós Engenheiros Agrônomos não "acordarmos" cada vez mais perderemos espaço dentro da nossa própria área. Percebo de longa data, física e virtualmente a desunião dos profissionais de agronomia, não percebo grandes mobilizações em prol de causas "nossas". Mesmo em blogues na internet onde profissionais de outras áreas discutem concursos por exemplo, os da agronomia já se extinguem nas primeiras semanas por falta de gente disposta a ir adiante!

Fica o meu apoio!

Comentário de Francisco Cezar Dias em 11 junho 2014 às 10:12

Será que não está mais do que na hora de acordarmos para a nossa criação de nossa entidade. Estes discursos não acrescentam, não ajudam e só enchem o saco.

Parabéns pelo seu depoimento, Francisco.

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