Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

CONGRESSO NACIONAL DE PROFISSIONAIS DE AGRONOMIA: UMA PROPOSTA PARA O FORTALECIMENTO POLÍTICO PROFISSIONAL

A necessidade de articulação dos profissionais de Agronomia frente aos desafios do século XXI, aos sombreamentos e conflitos com outras profissões, as ameaças a nossas atribuições que tramitam no Congresso Nacional e a constante evolução dos conhecimentos agronômicos faz necessário o debate da classe agronômica nacional.

A participação dos colegas de todos os estados compartilhando problemas e buscando soluções deve ser potencializados nos moldes do CNP do sistema Confea anexo aos Congressos Brasileiros de Agronomia (CBAs) mas também em Encontros anuais de preferência em Brasília de forma de dinamizar a construção de caminhos que atendam à sociedade, ao desenvolvimento nacional e ao fortalecimento da categoria.

Sendo assim gostaríamos de propor Inicialmente três eixos de debate permeiam nossas preocupações desde a graduação até a vida profissional:

  1. Agronomia plena: Formação que respeite o que conta no decreto 23.196 de 12 de outubro de 1933 complementado com a resolução 218 de 29 de junho de 1973 e o que consta resolução 01 de 2 de fevereiro de 2006 para as diretrizes curriculares do curso de Agronomia e a pacificação e padronização da nomenclatura profissional de acordo com o que estabelece o decreto lei 9.585 de 16 de agosto de 1946;
  2. Conselho profissional de Agronomia: Debate sobre a viabilidade de um Conselho composto por Engenheiros Agrônomos como forma de potencializar sua visibilidade à sociedade através da construção de um modelo de fiscalização direcionado às atribuições profissionais como ferramenta de defesa da sociedade e valorização do profissional registrado;
  3. Fortalecimento das entidades de classe: buscar formas de valorização do profissional e sua maior participação nos destinos da política profissional, ampliando ainda o intercambio entre a Academia e as entidades agronômicas.

É possível, é viável, é de interesse da Agronomia e da Sociedade!

Bibliografia consultada:

http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/rces01_06.pdf

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/1937-1946/Del9585.htm

http://www.fca.unesp.br/Home/Graduacao/23196-33.pdf

 

Autores:
Francisco Lira

Engenheiro Agrônomo Esp.

CREA-PI 18.222/D

Gillberto Fugimoto

Engenheiro Agrônomo MSc.

CREA-MG 40.943/D

Diretor da Associação de Engenheiros Agrônomos do RJ - AEARJ

 

 

 

 

 

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Comentário de Manoel José Sant´Anna em 19 setembro 2016 às 15:24

Boa tarde debatedores, Colega Maria de Jesus, o que se debate não é uma mudança de órgão arrecadador, é a importância da classe (suas obrigações, e deveres, e seus direitos), no exercício de nossa competência. Fizemos nossos juramentos em obediência a ética profissional, e pelo que podemos fazer a esta sociedade. E não podemos ficar inerte quando alguém nos secciona em nossas atribuições, se acaso nossos militantes da Engenharia Agronômica, quiserem mudar tem que ser possível e para melhor, ou então que achemos formas de fazer os que já existem funcionar!.

Comentário de maria de jesus jorge rodrigues em 19 setembro 2016 às 10:33

Em se tratando da criação do Conselho, é bom q estejamos bem embasados, pois se o CREA q congrega todas as Engenharias tem problemas sérios com a inadiplência, imaginem um conselho de apenas uma classe. Aquí no Pará nossos colegas agrônomos nem se associam a AEAPA, pois acham q não vale apena; q a Associação não faz nada, etc, sem considerar q qualquer entidade precisa de corpo financeiro consistente para se sustentar.

Pensemos no CAU....

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 19 setembro 2016 às 9:33

Bom dia colegas, gestão pública é um modelo simples, que se resume em atender uma população em seus anseios possíveis, com isto melhorando todo sistema envolvido, a gestão administrativa, deve atingir a todos seus participantes, independente de sua casta ou cargo. O dinheiro usado tem que ser proporcional ao arrecadado. Dai os benefícios se somam e os beneficiários aparecem. Tudo sem demagogia, ou protecionismo, muito menos, sem interesses pessoais.

Comentário de Juarez Morbini Lopes em 18 setembro 2016 às 19:29
Acho muito boa a ideia. A criação de um Conselho próprio tem que ser muito bem pensada e debatida com muito cuidado, pois não há caminho de volta.
Temos de solicitar ao CONFEA todo apoio para a realização de seminários de discussão, pois a continuidade da categoria no sistema creio ser do máximo interesse do conselho.
Comentário de Afranio M. de Melo Franco em 18 setembro 2016 às 9:15

Concordo plenamente, o primeiro tema desde que consigamos que seja respeitado é primordial para existência e continuação da Agronomia e além do mais é baseado em leis e decretos que temos que fazer que sejam respeitados. Concordo também com o segundo pois um Conselho composto por Agrônomos  representará a nós e a sociedade que demandam  nossas atribuições com mais eficiência que um conselho composto por profissionais de diversas áreas. Quanto ao terceiro da forma como está sendo proposta, acredito que irá com certeza fortalecer as entidades de classe. Concluindo muito bons os temas propostos agora temos que bater e rebater sempre nos Congressos Brasileiros de Agronomia e em Brasília procurando ter aliados políticos que defendam a nossa causa. 

Comentário de Luiz Rodrigues Freire em 17 setembro 2016 às 23:43

O conceito e a concepção de criação de um novo Conselho, exclusivo de Engenheiros Agrônomos, estão sendo amadurecidos através do debate cotidiano e não será surpresa a sua consolidação. Não se trata de ser a favor ou contra de um novo Conselho mas é a valorização das Entidades de Classe a meta  a ser perseguida previamente. Ampliar a participação dos colegas deve ser entendido como algo essencial para se atingir novos patamares de representação. Não ficarei à margem desses debates e estou pronto para dedicar mais tempo para esse assunto.

Comentário de José Leonel Rocha Lima em 17 setembro 2016 às 19:30

Estou junto nesse objetivo de realizar encontro preparatórios para os CBAs de Fortaleza/CE - 2017 e Rio de Janeiro/RJ - 2019.

Os temas propostos são excelentes. Devem ser discutidos nas entidades e nas universidades. 

As vice presidência da Confaeab poderão coordenar a consolidação discussões e propostas das cinco regiões do Brasil.

Em 2017, final do primeiro semestre, organizaremos um Seminário para comemorar os 90 anos da Confaeb no Rio de Janeiro. Nesse seminário teremos o espaço para junta as propostas das regiões, debater e para chegar ao documento a ser levado para o debate no CBA em Fortaleza.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 17 setembro 2016 às 14:34

Caríssimo Manoel,

Sua presença será muito importante para compartilhar sua experiência.

Mas não se engane: também temos muito a aprender com a juventude!

Enfim, um espaço de trocas mútuas!

Vamos planejar. Acho que será um espaço enriquecedor.

abração

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 17 setembro 2016 às 11:15

Bom dia colegas, prezados Gilberto e Francisco, fantástico participar de um Congresso de tal magnitude!. Espetacular os três temas propostos!. Colaboro apenas para sugerir, e pedir por favor,... que divulguem e insistam pela participação dos formandos em nossa profissão do Brasil todo, eu acredito que há eles será de extrema utilidade e instrução final sobre o exercício profissional!. Só que ainda não confirmaram ser tal congresso em Brasília. Eu mesmo aposentado, e trabalhando muito, ainda teria enorme interesse em participar, talvez ainda dê!.

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