Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

CONSTRUÇÃO DE UMA JUSTIFICATIVA TÉCNICA E LEGAL PARA A EXIGÊNCIA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA NAS ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS

Por diversas vezes discutimos aqui nesta rede a necessidade da participação dos engenheiros agrônomos no acompanhamento da produção agropecuária. Existem sempre inúmeras justificativas sejam de produtores ou de órgãos públicos para dispensarem a intervenção de um profissional de agronomia.
Sempre que o sistema CONFEA/CREA apresenta um parecer ele é baseado somente na legislação profissional.

Será que não existem outras legislações que poderiam basear essa exigência????

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 29 junho 2017 às 15:41

Quanto à questão de bandeiras unificadoras, é tudo que venho tentando empreender no sentido de unir a categoria em torno de questões de consenso!

Comentário de Gilberto Fugimoto em 29 junho 2017 às 15:40

Eduardo,

Concordo plenamente e se precisarmos de um Seminário específico para isso tanto melhor, mas precisamos dar os primeiros passos para um encontro presencial com pauta definida etc. Por isso acredito que o CBA seja um encontro de referência para iniciarmos, de forma mais aprofundada e consequente, este debate.

Eu disse que os E.A. não têm intimidade com questões jurídicas, mas não são menos importantes!

abraços

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 28 junho 2017 às 23:48

Boa noite a todos

Gilberto, eu acredito, que toda essa discussão, daria um CBA inteiro. Como eu já disse várias vezes, há momentos que devemos sair de discussões mais filosóficas e ir para discussões mais práticas. Você coloca que muitas questões que envolvem legislação fogem um pouco de nosso escopo, mas é fundamental até mesmo para a nossa consolidação profissional é necessário que estudemos bastante de legislação.

Gostei da colocação do José Eustáquio, pois ele como Conselheiro do CREA/MG pode auxiliar muito naquele estado. 

Raphael,  uma coisa fundamental para unir e organizar é ter um motivador ou um norte. Peter Drucker, coloca que ter um objetivo comum é o principal mobilizador de uma organização ou empresas. Sendo assim, para conseguir a união, temos que estabelecer.... se unir para que? Quando começamos em SP a discutir a formação de uma associação de empresas de consultoria eram 12 empresas falando de modo desconexo... hoje, 10 meses depois já mobilizamos cerca de 110 empresas, de um universo de aproximadamente umas 300. Para uma organização é um crescimento expressivo em pouco tempo, mas foi criado um objetivo comum.

E talvez seja isso que falta para a classe agronômica eleger umas poucas bandeiras.... que sejam unificadoras e não sectárias.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 28 junho 2017 às 17:25

Eduardo,

Estou acompanhando esse rico debate desde o começo. Entendo que chega uma hora em que é necessário um debate presencial para realmente aprofundarmos as questões e dilemas aqui levantados. 

Como se trata de um tema muito amplo que envolve questões jurídicas para as quais nós E.A. não temos intimidade, creio que encontraremos um limite ao debate virtual. 

Digo isso com certo pesar, pois sou quem mais estimula esse tipo de debate, mas tbém reconheço as limitações do debate virtual comparado ao presencial.

Neste sentido, vejo como importante oportunidade levantarmos este tema no próximo CBA que ocorrerá em setembro em Fortaleza. Seria importante sua presença para pautarmos essa questão. 

Sem prejuízo de continuarmos debatendo aqui, até onde for possível, precisamos espaços presenciais de debate.

Comentário de Raphael Porto Romão em 28 junho 2017 às 16:47

Eu levantei essa questão, porque de nada adianta nós buscarmos "UMA JUSTIFICATIVA TÉCNICA E LEGAL PARA A EXIGÊNCIA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA NAS ATIVIDADES AGROPECUÁRIAS" se antes não tentarmos nos unir como classe, colegas, ... O Eduardo mesmo disse que somos desunidos, nós vamos batalhar uma coisa, que depois por falta de apoio não vai dar em nada. Concordo que o sistema CONFEA/CREA é forte, mas infelizmente pra nós das agrárias não. Na minha opinião antes mesmo de começar a batalha (legislação, leis, diretrizes), temos que nos organizar, para organizar, precisamos nos unir e para nos unir precisamos estar representados numa classe que atenda nossos interesses.  

Comentário de Manoel José Sant´Anna em 28 junho 2017 às 16:07

Boa tarde novamente colegas!. Tá certo Dr Mendes, talvez sair do CREA/CONFEA, não nos trará qualquer benefício!. Como compara o ocorrido aos Arquitetos!. Mas a revolta que acredito dos colegas perante a atuação destas autarquias representativas são:- 1º) Alinhamento dos serviços direcionados a Classes mais representativas perante eles!. 2º) Apadrinhamento na escolha dos cargos subsequentes, 1º, 2º escalão, e posteriores. 3º) Descaso pela nossa classe, pois é a menos unida, dai pouca atuante, as vezes de forma insignificante!. 4º) Desinformação aos benefícios que podem ser oferecidos aos Profissionais da Engenharia Agronômica, "se estivessem mais interessados". Desta forma, não é por que é a maior, que será a melhor!. Mas mesmo o autor da matéria Dr Mendes, reclama, com razão! O colega Gilberto esta certo, só aproximando das nossas associações, vamos plantar alguma semente para melhorar nossa importância!.

Comentário de José Eustáquio da Silva em 28 junho 2017 às 13:50

Vamos mobilizar todos colegas conselheiros do sistema CONFEA/CREA, e agir de acordo com a proposta do Eduardo abaixo, precisamos unirmos e cobrar posição a respeito da fiscalização dos empreendimentos agropecuários a nível nacional.

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 28 junho 2017 às 13:30

Raphael

Eu sou pragmático em algumas coisas. Eu acho que a solução não é sair do sistema CONFEA/CREA e baseio isso na própria saída dos arquitetos, que trouxe pouco ou nenhuma vantagem para eles.

Não podemos esquecer, que o sistema CONFEA/CREA é o maior do Brasil. O que acontece é que as modalidades tem que trabalhar por representação. E os Engenheiros Agrônomos são pouco representativos, pois pouco se movimentam nos conselhos.

Fora isso, eu vejo que a saída do sistema CONFEA/CREA, dependendo de como for realizada na minha visão seria muito mais prejudicial do que benéfica. Pois, a saída dos agrônomos seria acompanhada de florestais, agrícolas, meteorologistas e outras profissionais da modalidade Agronomia??? Duvido. Essas demais profissões que ficarem no sistema, poderiam usar a força financeira e política para avançar com muito mais voracidade sobre nossas atribuições.

Há uma questão estrutural e financeira.... Já imaginou o custo de criação de um novo conselho e sua estruturação, com uma categoria profissional desunida e desmobilizada? Fora isso, orçamentariamente haveria desafios hercúleos.

Além disso, o sistema CONFEA/CREA reagiria, como está reagindo em relação ao CAU. As associações municipais e regionais de engenheiros, que possuem arquitetos em seus quadros, estão sendo impedidas de receberem repasses de ART e perdendo verbas oriundas do Sistema CONFEA/CREA. Alguma dúvida que isso não aconteceria também com o caso da agronomia? Eu uso o exemplo paulista, pois conheço mais, mas a arrecadação da agronomia é menos de 1% do valor de arrecadação do CREA/SP. será que conseguiríamos manter um conselho regional em SP com este orçamento???

Na rede há várias pessoas que defendem a saída do sistema, eu sou contra, por parte das considerações que coloco aqui.

Mas como o José Eustáquio colocou abaixo, vamos exigir dos CREAs o cumprimento da lei. Há inúmeros membros desta rede que são conselheiros dos diversos CREAs do Brasil e em minha visão se realmente houvesse uma cobrança efetiva, talvez até mesmo judicial para que os CREAs cumprissem sua função de fiscalização, a situação não somente da agronomia seria outra.

Mas voltando ao mote da minha proposta nesta postagem.... Devemos deixar de lamentações, de choros e outras reclamações colocando a culpa nos outros e devemos ser propositivos. Até o momento, houveram 65 comentários nesta postagem, mas QUANTAS COM PROPOSIÇÕES QUANTO AO TEMA QUE EU COLOQUEI?????

Será que não é possível construir uma argumentação nesta rede????

Comentário de Raphael Porto Romão em 28 junho 2017 às 10:28

Não quero sair da discussão, porém o comentário do Manoel me levantou uma questão que me incomodou bastante. Sera que se nós não tivéssemos um conselho próprio para as ciências agrárias, nós não seríamos mais fortes em relação a todas essas questões que estamos discutimos desde o início? Perdoem-me se isso ja foi discutido anteriormente, sou novo por aqui e não quero atrapalhar o sentido principal deste post. Abraço a todos.  

Comentário de José Eustáquio da Silva em 28 junho 2017 às 9:51

Vamos envidar esforços junto aos CREAs para fazer cumprir o já está na Lei.

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