Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

 Concordo com o que disse nosso colega no que se refere as funções de um conselho, ou seja fiscalizar os profissionais e seus atos, etc. No entanto necessitamos valorizar a nossa profissão de Engenheiro Agrônomo. Só nós mesmos é que nos valorizamos. A sociedade nos ignora, tem preconceitos em relação a nós. A mídia nunca menciona nossa classe de forma a mostrar o nosso real valor e o papel do Engenheiro Agrônomo para o país e para a alimentação da população.

 Os profissionais que atuam nas questões AMBIENTAIS estão cada vez mais em alta e reconhecidos e merecem isso.

Temos em nosso currículo a Ecologia, porém pequena parcela da população sabe disso. Existe uma tendencia a divulgar que nós poluímos com agrotóxicos, que nós desmatamos, etc e essa questão é que esta prevalecendo na opinião das pessoas desinformadas.

Quanto ao conselho próprio, se tivermos condições de sobreviver isoladamente seria ótimo, porém tenho minhas dúvidas.

 Por muitos anos tenho tentado aqui no Paraná, notadamente na Região Metropolitana de Curitiba, no sentido de que já que a lei nos habilitou a sermos Engenheiros a partir de 1946 e novamente em 1966 não vejo sentido mais em mantermos as denominações agrônomos e agronomia. Além das leis que nos dão esse direito, o próprio MEC em suas diretrizes permite que os cursos sejam de ENGENHARIA AGRONÔMICA.

  O próprio Conselho CREA nos isola quando especifica Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, bastaria retirar Agronomia e pronto pois somos também um ramo da Engenharia, assim como a Florestal, Agrícola entre outras.

  O argumento de que somos mais próximos da área biológica não impede que sejamos engenheiros.

  Os meus argumentos aqui no Paraná já são descartados e infelizmente até de forma ofensiva, como se fosse um preciosismo fora do contexto , como só a tecnologia e a pesquisa importa, o que eu concordo, porém nunca esquecer da valorização que só terá um início de reconhecimento quando assumirmos oficialmente como Engenharia Agronômica, mesmo que extraoficialmente por força dos usos e costumes através dos tempos assim continue acontecendo.

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Comentário de Andre Cesar em 10 março 2016 às 8:45

Concordo com Nilo quando frisa a questão de sobrevivência de um conselho só de profissionais da Agronomia.

Acho insustentável. O que falta é engajamento e interesse. Quantos de nós está filiando a alguma entidade? Quantos de nós sabe que são as entidades que indicam/elegem os conselheiros? Quantos de nós faz alguma reivindicação diretamente para a entidade? Quantos de nós conhece o plano de trabalho da entidade que indica o conselheiro da nossa modalidade? Quantos de nós contribui para a manutenção da entidade de classe?

Comentário de Gilberto Fugimoto em 4 março 2016 às 10:08

Ola Nilo,

Para melhor participar do debate, sugiro postar no blog referente ao tema:

Quem quer um Conselho?

abração

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