Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Sempre que procuro por um assunto na rede e quero saber o seu estado-da-arte, depois de vasculhar 4 ou 5 páginas com indicações do Google, vou para a língua do Tio Sam. Ontem, numa pesquisa sobre agricultura e meio ambiente, li pela primeira vez o termo ‘dronography’, que me inspirou a iniciar este tópico.

Ainda nas páginas em português, soube que esses ‘brinquedinhos’ caros – os drones – têm 80% de suas aplicações na agricultura e os outros 20% em meio ambiente.

Quanto à inovação (só para completar o título acima), vi e li sobre dezenas de aplicações dos drones como, p.ex., uma animação com o lançamento de boias para quem está se afogando. Então pensei: e por que não usá-los também na semeadura de áreas com difícil acesso e até mesmo na polinização ?

Baixando agora um pouco a altura do voo (da minha imaginação), pensei em propor aos colegas um ‘campo de pouso’ onde pudéssemos desfilar experiências profissionais (vividas por nós ou não) que estivessem relacionadas com ideias e ações criativas e úteis na nossa labuta diária.

Iniciando a série, vou lhes contar sobre uma experiência que tive em 1980 quando eu era Engenheiro Agrônomo da Geotécnica S.A. e conduzi/orientei uma série de Testes de Sulcos de Infiltração no Projeto de Irrigação do Jequitaí-MG (56.000 ha), para a CODEVASF.  Por se tratar de pesquisa (que antecedia o projeto), tivemos de armazenar água num grande reservatório ao nível do solo, feito com trator de lâmina frontal e forrado com lona de PVC. Dele partia um cano no fundo, de 100 mm de diâmetro, até o início de uma regadeira ao lado, onde ficavam os sifões de PVC rígido direcionados cada um ao sulco respectivo.

Sabendo que a vazão deveria ser precisa e medida do nível d´água na regadeira até a metade do diâmetro do sifão, cada milímetro de oscilação desse nível influiria na vazão. Resolvi o problema dispondo duas séries de tijolos perfurados (do fundo até um pouco acima do N.A.) na regadeira, logo após a entrada da água na mesma. Não há coisa melhor pra domar a turbulência da água, deixando-a calminha, calminha.

Agora, conte a sua (experiência). Ou dê asas à sua imaginação. Se quiser, é claro.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 novembro 2014 às 15:12

INOVAÇÕES DA EMBRAPA NA AGRISHOW

(Vídeo)

https://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=2iyvn...

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 novembro 2014 às 15:01
Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 27 novembro 2014 às 6:17

USO DE VANT PARA GEORREFERENCIAR IMÓVEIS RURAIS

Os colegas que já tiveram a oportunidade de utilizar o programa oficial do Cadastro Ambiental Rural - CAR, sabem como é difícil que a área do imóvel citada na Certidão de Registro coincida com aquela demarcada à mão no módulo Geo do Cadastro. Hoje, no meu Face, vi o dono de uma empresa anunciando os seus serviços para delimitar a propriedade com o auxílio de veículos aéreos não tripulados - VANTs. Não o conheço mas seu endereço é jeferodolfo@gmail.com

Um abraço a todos.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 24 novembro 2014 às 14:28

GOVERNO INCENTIVARÁ INOVAÇÃO

http://www.revistadae.com.br/novosite/noticias_interna.php?id=10527

Precisamos mesmo sair desta mesmice !

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 19 novembro 2014 às 7:38

VANT EM AÇÃO

https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=5qTd23H...

(Meu intento não é fazer propaganda da empresa, que nem conheço além de ouvir falar).

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 19 novembro 2014 às 7:21

DRONE Vs CELULAR

Li um dia desses uma aplicação curiosa de celulares descartados mas ainda em condições de uso. Eles seriam colocados na copa de árvores em zonas sujeitas ao desmatamento, munidos de minúsculas placas solares e, caso detectassem o ruído de motosserras, enviariam um sinal para uma Central, que tomaria as providências cabíveis.

Os drones poderiam vigiar a área do mesmo jeito, com a vantagem de detectarem o início de fogo (pela fumaça), dispensando as torres de observação.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 18 novembro 2014 às 12:28

Gilberto,

Não tem o que agradecer e fico lisonjeado com a sua aprovação pelo compartilhamento de informações. Acho que não apenas os jovens precisam ser incentivados. Os mais rodados, como nós, precisam participar mais. Ah se todos os colegas tivessem a felicidade de ter passado pelo magistério, para aprender a lição de que divulgar informações trás consigo o milagre de aprender tanto ou mais do que se ensinou. Aliás, basta ler a oração de São Francisco e guardar pra si aquele pedacinho: 'É dando que se recebe'. Um abraço cordial.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 18 novembro 2014 às 8:22

José Luiz,

Agradeço e parabenizo sua iniciativa em compartilhar experiências profissionais.

Precisamos mais disso na Rede, especialmente para os jovens entenderem a importância da criatividade na inovação (que nem custa caro, pelo contrário).

abração

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 17 novembro 2014 às 14:12

MAIS USOS INUSITADOS PARA OS DRONES

Se os drones podem ser usados para inspecionar obras em edifícios (link abaixo), por que não como peão para conduzir uma boiada (numa comitiva, p.ex.) ?

http://www.revistadae.com.br/novosite/noticias_interna.php?id=10502

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 16 novembro 2014 às 14:51

DISSIPADOR DE ENERGIA HIDRÁULICA

(com fileiras de tijolos perfurados)

Imagem tirada num laboratório de hidráulica.

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