Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Começaram ontem à noite as aulas do curso online grátis Processamento Digital de Imagens com QGIS, ministrado pelo Professor e Geógrafo Jorge Santos, no portal Instituto Geo Sem Fronteiras.

Por já ter participado em Outubro de 2017 do Curso Licenciamento Ambiental com QGIS, no mesmo portal, eu o recomendo.

Aqui na Rede Agronomia se discute muito a questão da valorização profissional e, sendo a atualização do currículo uma das bandeiras desse movimento, sugiro que os colegas embarquem nessa plataforma (do Geoprocessamento). Motivo não falta: Cadastro Ambiental Rural, agricultura de precisão, aerofotogrametria com drones e agora, a possibilidade até de praticar a Fitopatologia através das imagens de satélites.

O Curso que se inicia, p.ex., tratará da técnica do NDVI, que é a sigla em inglês para Normalized Difference Vegetation Index que em uma tradução livre significa Índice de Vegetação da Diferença Normalizada. Explicando de forma prática, é um índice que analisa a condição da vegetação no campo através de sensoriamento remoto.

Não pense que perdeu o bonde porque as aulas começaram ontem. As inscrições ainda estão abertas no portal (https://www.geosemfronteiras.org/p/cursos) e as aulas são gravadas. Uma das vantagens dos cursos gratuitos desse site é que eles disponibilizam, também de graça, os softwares com que as aulas são dadas. No Curso iniciado dia 22 p.p. de AutoCAD 2D, p.ex., será possível utilizar gratuitamente o AutoCAD 2017 por 3 anos, numa licença para estudantes. O QGIS você deve saber que já é gratuito por ser de domínio público.  

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 5 abril 2018 às 10:07

Copiei o link (do livreto). Tomara que funcione, para você.

https://prismic-io.s3.amazonaws.com/dronedeploy-www%2Fb6ac1117-09c8...

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 5 abril 2018 às 10:05

DRONES NA AGRICULTURA

Estava 'voando' no meu Facebook e peguei.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 4 março 2018 às 10:02

PROCURAM-SE CARTÓGRAFOS

(Época Negócios, Fevereiro de 2018, página 16)

Mais satélites e novas tecnologias resultaram em abundância de dados geográficos. Agora, é preciso gente que saiba interpretá-los. Acontece que não são apenas os Cartógrafos as pessoas habilitadas a trabalhar com mapas digitais embora eles, logicamente, tenham prioridade. Os cursos online grátis de Geotecnologias estão dando sopa por aí.

No caso da Engenharia Agronômica, eu citaria a montagem e interpretação de mosaicos com fotos tiradas por drones, a Agricultura de precisão, o Cadastro Ambiental Rural e muitos dados e informações que tem surgido com a evolução da Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês).

Eu participei recentemente de um trabalho de consultoria para elaborar um projeto de irrigação de pastagens no interior do Maranhão e, como o fazendeiro não tinha uma planta da propriedade para me fornecer, pedi-lhe que me enviasse um print-screen (captura da tela) do Google Earth, mas com os marcadores dos pontos notáveis do polígono que delimitava a propriedade, mostrando as suas coordenadas geográfica. Aqui em casa, passei esses pontos para o QGIS e fiz o projeto para ele. Essa é uma das aplicações dos mapas digitais.

Mapas do Relevo estão disponíveis para todo o Brasil no portal da Embrapa (*) e, com esses dados e o QGIS (que é gratuito e tem centenas de tutoriais no Youtube), você pode traçar, p.ex., curvas de nível e muita informação útil.

(*) https://www.cnpm.embrapa.br/projetos/relevobr/download/

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 24 fevereiro 2018 às 14:12

NOVO CURSO EM VISTA

(ou melhor, INVISTA)

Nos encontraremos lá.

Bom proveito

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 24 fevereiro 2018 às 11:07

ROBÓTICA NA AGRICULTURA

Um texto com esse título, autoria de Neusa Hackenhaar e aux., da Universidade Federal do Tocantins, escrito em 2014, mostra a evolução dos robôs na agricultura nas últimas décadas.(*)

Diz que o primeiro robô para aplicações agrícolas de campo foi desenvolvido em 1998, por Astrand  e Baerveldt para o controle de ervas daninhas. Em outra citação, refere-se a um pulverizador seletivo desenvolvido por Lamm et al. (2002), que foi capaz de identificar corretamente e pulverizar 88% das plantas daninhas em uma lavoura de algodão. Em 2004, Bak e Jakobsen desenvolveram um pequeno robô capaz de viajar entre as linhas das culturas para registrar a localização de plantas daninhas usando uma câmera e um Sistema de Posicionamento Global (GPS) receptor. Imagino que tenha sido algo parecido com a imagem que peguei na Internet de um robô desenvolvido recentemente pela Universidade de Madri, apelidado de Rosfera.

Em 1999, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA) desenvolveu um sistema integrado para controle da produção agrícola que considera a variabilidade dos parâmetros do solo.

Em princípio pode parecer um desperdício, num país tão grande e com tanto desemprego, se pensar em robôs na agricultura. Por outro lado, a aplicação de agrotóxicos por drones e o uso de tratores autônomos, podem evitar a morte de agricultores e a exposição à condições insalubres.

Trator sem cabine

(*)http://www.scielo.br/pdf/inter/v16n1/1518-7012-inter-16-01-0119.pdf

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 29 janeiro 2018 às 8:03

COMBATE AOS BANDIDOS COM DRONES

Vi ontem na TV um uso inusitado das Geotecnologia: o uso de drones durante um confronto da polícia com os traficantes, numa favela do Rio de Janeiro. Vigiados do alto e sem serem percebidos (ao contrário do que seria se fosse usado um helicóptero), os policiais eram avisados por rádio da sua localização e ações.

Só não levaram em conta que, da próxima vez, os fora-da-lei também poderão usar veículo similar (ou mais sofisticado) para vigiar os policiais.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 25 janeiro 2018 às 15:09

COMO SELECIONAR AS IMAGENS DE SATÉLITE

No mapa mundi que aparece na página de abertura do site canadense que disponibiliza as imagens de satélite (https://remotepixel.ca/projects/satellitesearch.html), nós damos um zoom sobre a nossa área de interesse e indicamos a imagem que queremos baixar. Na figura abaixo, colocamos um círculo em vermelho sobre o número da imagem, que abrange grande parte da cidade de São Paulo.

Uma vez escolhida a imagem com a menor cobertura de nuvens (0% no caso em pauta) e que é reproduzida abaixo na figura, basta selecionar com um clique as bandas que nos interessam; no caso, as bandas 2 (azul), 3 (verde), 4 (vermelho) e 8 (infravermelho próximo), todas com 10 m de resolução.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 25 janeiro 2018 às 6:30

Obrigado pelo apoio, Gilberto.

De fato, não é só uma dica; é um empurrão. Observo que somos muito acomodados. Achamos que o nosso curso de Agronomia foi bom e que não precisamos de novidades tecnológicas para exercer a nossa profissão. Geotecnologias são "modismos". Tenho colegas de turma que não sabem mexer num Excel. Uma pena.

Abraço.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 24 janeiro 2018 às 21:26

Excelente dica José Luiz!

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 24 janeiro 2018 às 9:33

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