Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Engenheiro Agrônomo, o profissional chave a serviço do desenvolvimento nacional

Segundo a FAO o Brasil na próxima década será o maior exportador de alimentos. Para esse ano segundo IBGE dados atualizados em abril teremos uma safra 26,2% maior que 2016, algo em torno de 233,1 milhões de toneladas. Esse processo é reflexo de uma serie de fatores entre elas a forte pressão do crescimento populacional e a transformação da condição tropical brasileira em seleiro de produção continua e integrada das atividades produtivas no setor agropecuário. Nesse cenário onde agregou-se a importância do fator sustentabilidade a preservação dos solos e a elevação dos conhecimentos a cerca da produtividade e maximização por área propiciado apenas em nossas condições climáticas de sol e temperatura o ano todo, coisa impensável nas regiões temperadas. Mas tudo tem como base décadas de esforço de profissionais que tem construído um alicerce de conhecimentos invejável seja na agricultura ou pecuária como a fixação biológica e o melhoramento genético vegetal, o desenvolvimento de novas forrageiras para uma pecuária imbatível, o processo de integração das atividades produtivas com produção de grãos, madeira e carne na mesma área e ao mesmo tempo e outros tantos avanços no mesmo grau de importância tendo sempre a frente ou em conjunto o Engenheiro Agrônomo

E quem vem a ser o grande ator desse processo?

Desde 1875 com a criação da primeira escola de Agronomia na Bahia e massificação da formação do profissional de formação plena, ator indissociável dos ganhos ambientais e econômicos frente ao agressivo processo de crescimento populacional, vive no desafio de conciliar produtividade, qualidade e sustentabilidade dos recursos naturais. O Engenheiro Agrônomo profissional de formação multidisciplinar que atua na área de zootecnia seja na nutrição ou melhoramento animal, na fitotecnia seja na base alimentar animal como as forrageira ou produção de grãos e culturas energéticas como o complexo cana, na recuperação de áreas degradadas e na importante área de mecanização agrícola e paisagística como atenuante e condicionadora para a melhor qualidade de vidas nos grandes centros urbanos.

Somos hoje 100 mil profissionais registrados no conselho federal de Engenharia e  Agronomia e outra enorme quantidade de colegas sem registro, o certo é que devemos nesse  momento em que o país começa a despertar para uma realidade de crescimento quantitativo e qualitativo de grãos, carne e energia levar a classe agronômica a trilhar o caminho do planejamento a médio e logo prazo no sentido de fortalecer a bases  politico e educacional da nova geração que terá pela frente os desafios de agregar conhecimento tradicional as tecnologias que avançam no campo e somente isso será possível com uma formação dinâmica que esteja atenta aos mudanças dos rumos e exigência do mercado aos futuros profissionais valorizando a formação holística  como sempre foi dentro da visão plena dos conhecimento agronômicos potencializado ainda a capacidade de gerenciamento e domínios dos conhecimento agroeconomicos e tecnológicos e por fim estimulando o associativismo como estratégia máxima de defesa e valorização profissional mostrando aos gestores e a sociedade o papel dos mais relevantes do Engenheiro Agrônomo no projeto de crescimento nacional

Francisco Lira

Engenheiro Agrônomo Esp.

CREA-PI 18.222/D

Conselheiro Câmara de Agronomia CREA

Ex Diretor e sócio ativo da Associação de Engenheiros Agrônomos do Piaui.

 

Bibliografia consultada

http://saladeimprensa.ibge.gov.br/noticias?view=noticia&id=1&am...

http://www.fao.org.br/download/PA20142015CB.pdf

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 13 maio 2017 às 12:40

Francisco e colegas,

Hoje entendo que um dos grandes desafios seria encontrar mecanismos para fornecer Assistência Técnica ao agricultor familiar. Representa 75% das propriedades e emprega 85% da mão de obra no campo. 

Não há como estabelecer, em escala nacional, apenas em bases filantrópicas, mas é preciso um Política Pública de ATER que saia do papel e dos debates nos Conselhos para operacionalizar e contribuir para o desenvolvimento social!

abraços

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