Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Como ex ACARPEANO que sou. Costumo dizer a todos, poucos orgulhos tenho em minha vida, mais um que muito me marcou foi fazer parte desta maravilhosa empresa que infelizmente acabou a ACARPA- PR.
Onde o " Engenheiro Agrônomo" era respeitado profissionalmente e financeiramente, onde aprendi muito e convivi com pessoas simples, que somaram muito em minha vida pessoal e profissional. Tive excelentes colegas e chefes, que eram mais amigos do que chefes, sabiam respeitar e valorizar o profissional.
Esta empresa marcou no meu coração. Nela fui "Assessor de Cooperativismo na CAMAS de Primeiro de Maio - PR" e "Chefe do Escritório Local de Assaí - PR", antes na fase de experiência trabalhei na COROL de Rolândia.
Aprendi muito na convivência e trato diário com os produtores rurais e suas famílias. Com os colegas dos outros escritórios locais em nossos constantes encontros e reuniões. E com os diversos cursos, palestras e dias de campos que eram constantemente nos oferecido pela empresa, visando o nosso crescimento profissional e consequentemente um melhor atendimento na ponta, o Produtor Rural e sua Família.

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Comentário de joão carlos flôres em 1 agosto 2010 às 16:56
Prezados colegas MAURO/GILBERTO e outros que se interessarem no assunto
Como ex-ACARPEANO - Agradecido e Orgulhoso, também venho prestar minha homenagem à esta grande empresa e a esta época aurea de minha vida profissional e ÉPOCA AUREA dos Serviços prestados pela EXTENSÃO RURAL. Concordo com todas as colocações do colega MAURO MACHADO. Éramos profissionais respeitados. Éramos o orgulho da empresa e do serviço brasileiro de Assistencia Técnica e extensão rural.
Trabalhei no Escritorio Local de Campo Mourão, onde pudemos - eu e vários colegas agrônomos, idealizar, implantar e assistir ao desenvolvimento da grande prosperidade da cultura da soja, que impulsionou a economia regional. Algumas técnicas implantadas na época, tem aplicação adequada até os dias de hoje : como exemplo o plantio direto. Para citar um dos que me vem mais fácil na memória. Também um dos primeiros programas de Conservação de Solos e Águas foram iniciativas da ACARPA na região.
Grandes lideranças técnicas, sociais e até políticas surgiram na época da ACARPA.
Parabéns a todos. Não citarei nomes para não cometer nenhum esquecimento !!!
Comentário de Gilberto Fugimoto em 3 janeiro 2010 às 19:11
Mauro,
Seus comentários são um registro histórico importante.
Temo que seja o retrato de uma realidade distante.
De fato não trabalho com Assistencia Tecnica, mas somos testemunhas do processo de desmonte do estado brasileiro que se abateu sobre as EMATERs.
Assim compartilho o temor sem "sentir na pele" os desafios atuais da extensão.
Com a palavra os colegas que se encontram nesses órgãos.
Comentário de Mauro P. Machado em 3 janeiro 2010 às 16:54
Gilberto, estou afastado há mais de 15 anos da profissão e do Paraná estado este no qual casei e constitui família, pois sou carioca da Penha e formado na Universidade Rural - UFRRJ.
Então seria leviandade da minha parte tecer qualquer comentário sobre o assunto, nos dias de atuais. Posso lhe dizer sim que na época a ACARPA dava um show nas EMATERs, nenhuma EMATER tinha a estrutura da ACARPA.
Vou lhe citar um exemplo, você é jovem e não lembra da história do "Feijão do Figueiredo" no qual as EMATERs obrigavam ao técnico local a incentivar o plantio do feijão em seus municípios, custasse o que custasse, era uma determinação governamental, não importava se fosse viável tecnicamente ou não o cultivo em seu município, sua função era incentivar o cultivo, com metas já pré-definidas do Regional ou Central. Era aquele comunicado que você recebia da Secretaria da Agricultura assinado pelo secretário e no final vinha escrito "Cumpra-se esta determinação".
Pergunto: onde ficava você, tècnico local? Conhecedor da sua realidade municipal? E o seu diploma servia para que? Se os pacotes vinham pré-resolvidos.
Enquanto nós na ACARPA recebiamos um memorando explicando da necessidade de ajudar na campanha governamental e que cada técnico dentro da realidade do seu município verificasse a viabilidade da implantação do processo, traçando suas metas e cronogramas e enviando-os para o Regional ou o Central.
A diferença é que o técnico local era respeitado como tal, não recebia imposições políticas partidárias ou governamentais. E se em seu município não fosse viável a implantação deste cultivo, simplesmente você como técnico local relatava este fato embasando técnicamente o seu comunicado e tudo estava resolvido, sem penalidades.
Bem isto posto, acredito que nos dias de hoje está realidade não deve ter sofrido grandes mudanças.
Comentário de Gilberto Fugimoto em 2 janeiro 2010 às 13:37
Olá Mauro,

Vejo que vc teve uma trajetória de valorização profissional que certamente permitiu contribuir com o desenvolvimento rural daquele estado.
Como vc ve a Assistência Técnica Rural nos dias de hoje?
abração

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