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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 abril 2017 às 16:19

TELHADOS VERDES

https://youtu.be/lCoqlWjmlpE

Eu advogo os telhados verdes, não apenas para as grandes mansões mas, principalmente, para os casebres feitos com laje aqui na Baixada Fluminense.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 21 abril 2017 às 16:08

DATAPEDIA

http://www.datapedia.info/public/

Tradução: dados gratuitos saindo pelo ladrão (lembrei-me do infográfico da TV Globo, no JN, quando anuncia os casos de corrupção -- aquela dinheirama saindo de canos enferrujados de ferro fundido).

Aproveite-os, colega !

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 10 abril 2017 às 16:58

MÉTODOS PRÁTICOS

Como a Norma da ABNT não fornece dados numéricos, tomei como referência um dos livros sobre Captação de Água da Chuva do Eng. Civil Plínio Tomaz, especialista no assunto, para ilustrar as equações dos chamados Métodos Práticos para cálculo do volume dos reservatórios de água captada dos telhados das residências.

Aliás, o Método Prático Brasileiro, também é chamado de Azevedo Neto por uns e Método da ABNT/2007 por outros. Neste caso, o número de meses com pouca chuva ou sem chuva, foi tomado do exemplo do Método Prático Australiano, que apresenta a precipitação mês a mês. 

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 8 abril 2017 às 11:32

ÁGUA DE CHUVA E ABNT

O aproveitamento da água de chuva de coberturas em áreas urbanas para fins não potáveis, tem os seus requisitos normatizados pela Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Mais especificamente, pela NBR 15.527/2007, e contém 8 páginas. (*)

O volume de água, segundo a ABNT, é calculado pela equação:

V = P*A*C*η  onde:

V = volume de água de chuva (m³)

P = altura de chuva registrada no local (m)

A = área de coleta ou do telhado (m²)

C = coeficiente de runoff

η = eficiência do sistema.

A Norma não dá exemplos numéricos (o que eu acho um erro, por omissão) mas, tomando como referência os dados de outra fonte (que comentaremos adiante), fizemos um. Seja um telhado de 100 m² (A), uma altura de chuva anual de 1.569 mm (P) ou 1,569 m, Coeficiente de deflúvio (C) de 0,95 e um aproveitamento (η) de 90%. O volume de água de chuva seria, então, de V = 1,569*100*0,95*0,9 = 134 m³/ano = 0,37 m³/d = 370 litros por dia. Ora, dividindo-se este valor por 120 L/hab.dia (considerando-se a água como potável), ela atenderia a 3 pessoas, ou uma família de filho único.

Entre os métodos de cálculos para o dimensionamento dos reservatórios, a Norma cita os seguintes: Rippl, Simulação, Azevedo Neto, Prático Alemão, Prático Inglês e Prático Australiano.

Voltando à fórmula do volume de água da chuva, a área de captação pode ser obtida, também, no Google Earth e, os dados de chuva, no site do Instituto Nacional de Meteorologia - INMET ou no da própria Prefeitura do Rio de Janeiro, através do sistema Alerta Rio, no endereço:

http://alertario.rio.rj.gov.br/download/dados-pluviometricos/

(*) A Norma da ABNT NBR 15.527/2007 pode ser baixada gratuitamente no site http://espiral.net.br/apoio-agua/2007-ABNT-águadachuva-aproveitamentodecoberturaemáreasurbanas.pdf

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 7 abril 2017 às 17:07

Mário, no projeto de (irrigação de jardins) que participo, a água da chuva só vai atender mesmo a hortinha do Shopping e um dos vários canteiros. E se os meus cálculos estiverem certos, apenas aquele telhadinho de 602 m² situado a Sudeste da Figura vai ser necessário. A fonte hídrica com que contamos, será a rede pública de abastecimento que serve ao prédio. Mas, até nisso a água da chuva é superior, pois não contém Cloro (prejudicial às plantas) como a que vamos utilizar.

Em se tratando de prevenção de enchentes urbanas, é claro que a área "não coberta" (como você chamou) é mais importante que a dos telhados, seja pela área maior, como pela possibilidade de ser construída com material permeável ou semipermeável. Pena que aqui no Rio, tanto as ruas (asfalto e cimento) quanto os morros (granito), não ajudam muito, daí a necessidade dos piscinões.

Quanto à importância de captar a água da chuva (início da sua manifestação), além de com ela podermos economizar uma fonte escassa (dependemos da água do Rio Paraíba do Sul, que vem de São Paulo, desviada na altura do Rio Guandu), nos condomínios, a conta de água é a segunda em valor, logo depois da dos empregados. Acho que foi falta de visão da Gerente ter recusado o projeto completo de captação da água de chuva, que serviria tanto à irrigação, quanto às privadas e lavagem das áreas impermeáveis do Shopping.

Comentário de Mario Sergio Alves de Godoy em 7 abril 2017 às 12:29

Não tenho dados, mas por intuição me parece que coletar águas de telhados é muito favorável ao município pela diminuição de água tratada (custo). Mas, em se tratando de enchentes, GILBERTO, creio que a área "não coberta" é muito mais importante. (No Rio de Janeiro, particularmente, tem a área dos morros além dos estacionamentos, vias, quintais... As obras teriam que ser de "Piscinão" e drenagem dos córregos). No Projeto do JOSÉ LUIZ, a água coletada permite o cultivo de uma Horta (que também é um ganho considerável!) e de um amplo espaço gramado (que favorece infiltração).

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 7 abril 2017 às 10:04

MINICURSO ONLINE ENSINA A CONSTRUIR SISTEMA DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DA CHUVA

http://ciclovivo.com.br/noticia/minicurso-online-ensina-a-construir...

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 6 abril 2017 às 15:35

Gilberto, desde quando eu concluí o meu Mestrado em Saúde Pública (Fiocruz, 1968), sustento que a água de chuva 'é potável sim' (contrariando todos os engenheiros que dizem o contrário). Quem a polui é a atmosfera, quando contaminada, e o telhado, quando está sujo. É como a água encanada; sai pura da ETA e se contamina com o cano enferrujado e fora dele. Uma pesquisa feita com água da chuva em telhados, na Austrália, também concluiu que a contaminação dos telhados é mínima.

Também discordo um pouco de você quando diz que 'a metodologia é excelente para conscientizar a população'. Quem deveria se conscientizar somos NÓS, técnicos, convencendo a população da sua potabilidade.

Até os políticos estão conscientes da importância da água da chuva para as enchentes urbanas, daí terem criado a lei que obriga os Condomínios (a partir de dada área de cobertura) a captar a água da chuva.

Mas, voltando à Figura que preparei dando um print-screen (PrtScn) do Carioca Shopping. A Gerente de Serviços do Shopping nos informou que, além do Projeto de Irrigação dos Jardins, pretende captar a água da chuva para uma horta na cobertura e um jardim que fica no térreo. Então, fiz os seguintes cálculos, com base na equação do Método Prático Australiano:

Comentário de Gilberto Fugimoto em 6 abril 2017 às 11:17

Jose Luiz,

Exclente a metodologia empregada para conscientizar a população do potencial de uso da água da chuva evitando tantas inundações urbanas!

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 6 abril 2017 às 9:26

MODO DE USAR

Dando um zoom na área de interesse, é só clicar nos polígonos (retângulos) em azul que representam os telhados, que o site indica sua área e as chuvas registradas mensalmente no local. Tomei como exemplo o Carioca Shopping, situado próximo à estação do metrô de Vicente de Carvalho (onde, no momento, desenvolvo um projeto de irrigação dos seus jardins).

Observe que quanto mais intensa é a tonalidade do azul, maior a área do telhado e, portanto, maior o volume de água da chuva com potencial de captação.

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