Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Mesmo sabendo da vastidão do tema e não sendo experto no assunto, vou levantar o problema, pela sua importância e para convidar os colegas entendidos a porem mais lenha nessa fogueira, para o estado da arte em sua prevenção.

Já falei alguma coisa na minha página sobre Riscos de Acidentes na Zona Rural, no endereço http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/fogo.htm

Mas o Google está repleto de informações à respeito. O assunto é pertinente, pois haverá em Dezembro próximo a Conferência Internacional do Clima, em Paris, e o Brasil, como sabemos (com o seu 'arco do fogo' em volta da Amazônia) é um grande vilão do meio ambiente por causa das queimadas.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 10 outubro 2015 às 16:04

Antônio Carlos,

Passei alguns dias em Jequitaí-MG quando conduzi Testes de Sulcos do Projeto de Irrigação Jequitaí para a Geotécnica, à pedido da Codevasf, anos atrás; de fato, lá, eles usavam muito eucalipto e outras madeiras para produzir carvão em grandes fornos de terra. Combater incêndio florestal como manda o figurino, requer mesmo muitos conhecimentos e investimentos (em torres de observação, homens treinados, aviões-tanque, etc.). Quando cursei Agronomia na UFRRJ não ouvi qualquer orientação sobre combate a incêndios. Ao contrário; na ocasião, era indicado o incêndio de canaviais para se proceder à colheita.

Um abraço

Comentário de Antônio Carlos Coutinho em 9 outubro 2015 às 11:45

Parabéns José Luiz pela excelente contribuição!

Trabalhei numa firma de Reflorestamento, Exploração Florestal e Carvoejamento em Minas Gerais e embora mantivéssemos os aceiros externos limpos e brigadas anti incêndio de prontidão, o risco era eminente!

Combater as chamas numa área florestal, seja nativa ou reflorestada é uma tarefa exaustante, cansativa e de risco!

 Abraços.

  Coutinho.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 8 outubro 2015 às 12:03
Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 7 outubro 2015 às 18:21

ÍNDICE DE PERIGO DE FOGO

Sabemos que o fogo exige a presença de ar, calor, combustível e condições meteorológicas favoráveis, como temperatura do ar elevada e baixa umidade relativa do ar. Justamente com essas duas variáveis, foi desenvolvido na Suécia um Índice de perigo de fogo ou índice de Angstron. Ela é apresentada com o símbolo I (vide Tabela) ou B (vide equação, onde H é a umidade relativa do ar, em % e T é a temperatura média do ar, em oC).

Elaborei uma planilha que, após calcular o índice, com o comando SE (), verifica se ele é menor que 2,5 e anota na coluna RISCO a palavra "sim".

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