Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Aproveitando o ensejo da minha matrícula no Curso de Licenciamento Ambiental no Estado do Rio de Janeiro, a ser realizado aqui na Cidade Maravilhosa dia 2.6.18 (mês que vem) pela Embarque Cultural e conduzido pelo Dr. Felipe Brasil, achei oportuno compartilhar com os colegas algumas informações sobre o tema e disponíveis na Internet. Inclusive o Mapa Mundi vegetal de uma publicação do SEBRAE, que deu o fundo ao título do tópico.

Quem quiser colaborar, fique à vontade, pois é sempre bom tentarmos nos livrar dessa pecha de poluidores contumazes, por causa dos agrotóxicos.

A primeira informação é sobre a composição de uma equipe mínima para estudos dessa natureza, mostrada numa publicação da FIRJAN. Eu sempre tive curiosidade de saber 'com quantos paus se faz uma jangada'.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 4 junho 2018 às 10:21

OS AGROTÓXICOS NA BERLINDA

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 1 junho 2018 às 18:59

INTERPRETAÇÃO DO BOXPLOT

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 31 maio 2018 às 9:20

ESTATÍSTICA DE DADOS AMBIENTAIS

A primeira coisa que se faz com um novo conjunto de dados é calcular as suas estatísticas: média, mediana, desvio padrão, coeficiente de assimetria e intervalo. Esses parâmetros resumem o ponto médio dos dados, a dispersão em torno dele, a simetria da distribuição e a diferença entre o maior e o menor valor.

Tomemos como exemplo 60 amostras de chumbo no solo do livro "Environmental Monitoring and Characterization".

Esses cálculos, feitos no software R mostram os seguintes resultados: média = 48,9 mg/kg; mediana = 31,6; desvio padrão = 56,9; coef.assimetria = 0,91; e intervalo = 301,5 mgChumbo/kgSolo.

Usando o pacote fBasics (do R) fica ainda mais fácil pois, com uma única linha de comando são calculadas todas as estatísticas básicas da série de dados. Veja na Figura abaixo:

Quando os dados são altamente assimétricos (média >> mediana), então os logaritmos dos dados podem resumir melhor as suas características. A plotagem dos dados sob a forma de gráfico de dispersão (conhecido como gráfico X Y) e o histograma (gráfico de coluna vertical 2D) também pode facilitar a interpretação da assimetria, como podemos constatar nos cálculos e desenhos da Figura abaixo. Os 2 primeiros gráficos usaram os dados normais e os outros, depois de transformados em logaritmo neperiano (LN ou log no R).

No Excel, podemos usar a janela Inserir função, da aba Fórmulas e o menu Inserir Função (fx). Ou clicar no ícone Mais Funções > Estatística, para fazer o mesmo.

Quando os pontos médios das barras verticais do Histograma são unidos entre si, formam uma Curva, como pode ser visto nas duas últimas da direita da Figura abaixo. Aliás, a Lognormal que, ao contrário da Normal, é assimétrica, se assemelha ao último gráfico da Figura acima, com a diferença que o pico da curva fica à direita e não à esquerda. Confira.

Um outro tipo de gráfico muito útil em estudos de dados ambientais é o Boxplot, visto na vertical e na horizontal da Figura abaixo. Aliás, é o único que detecta os pontos fora da curva. A média dos valores, representada pela linha grossa dentro da caixa (que contem os Quartis), quando não está no seu centro, identifica uma distribuição assimétrica, como no nosso caso.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 29 maio 2018 às 11:10

A ESCADA DO SABER

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 27 maio 2018 às 21:16

BENZENO NO SOLO

O Benzeno, componente da gasolina, é um dos maiores contaminantes do solo e costuma estar presente, também, no ar (máx. 0,1 ppm), na água (máx. 5 ppb) e até no cigarro (12 a 48 ug/un). Num trabalho feito no Texas-EUA, foram coletadas 90 amostras de solo de um derramamento de gasolina e, destas, ordenei os valores e tomei 10 a intervalos iguais, que são mostradas na Figura abaixo.

Trata-se de calcular a probabilidade de uma amostra retirada aleatoriamente do solo de uma refinaria ou de um posto de gasolina, apresente uma concentração que exceda o limite de 100.000 microgramas de Benzeno por kg de solo (ug/kg).

Ordenadas de modo decrescente e usando a função SE do Excel, na terceira coluna da Figura, apenas 2 valores excederam o limite aceitável. Então, a probabilidade  será de 18% (com os valores da tabela).

Com os dados completos, pode-se montar um gráfico que relacione o Número de Amostras com o Logaritmo da Concentração das amostras, como mostra a Figura abaixo.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 26 maio 2018 às 11:45

CRITÉRIOS DE ACEITABILIDADE

(Em números)

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 26 maio 2018 às 11:43

CRITÉRIOS DE RISCO

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 25 maio 2018 às 18:49

AVALIAÇÃO DE RISCOS

No trabalho "Avaliação de Riscos Ambientais em Áreas Contaminadas: uma Proposta Metodológica", TCC de Daniel B. Viana na COPPE/UFRJ em 2010, no capítulo Estimativa e Avaliação de Riscos (pág.39/162), ele diz que o modo mais comum de apresentar os riscos é dividindo-o em Risco Social e Risco Individual, com ilustrações que reproduzo na Figura abaixo, enxertada com uma tabelinha de Frequência de Riscos, que tomei emprestada de outro trabalho na Internet.

E para ilustrar a Curva F-N, tomei como exemplo o caso do acidente aéreo de 2 anos atrás com o Clube Chapecoense, que fez 71 vítimas.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 maio 2018 às 19:47

MODELO

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 23 maio 2018 às 18:19

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