Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Engo. Agro. José Luiz Viana do Couto

jviana@openlink.com.br

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Um dos grandes desafios para as prefeituras municipais, enquanto responsáveis pela destinação dos RSU, é mudar o atual modelo de gestão de resíduos, o que significa parar de simplesmente enterrá-los e investir maciçamente num sistema público que viabilize as chamadas "boas práticas", como a coleta seletiva, a triagem e o reaproveitamento dos recicláveis, preferencialmente com inclusão social (Grimberg, 2007). Segundo a autora, espelhar-se em experiências exitosas constitui uma das mais importantes estratégias políticas. (*)

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O trabalho “Indicadores de sustentabilidade para a gestão municipal de resíduos sólidos urbanos – RSU: um estudo para São Carlos-SP”, publicado pela Bióloga Carla Polaz e o Eng. Civil Bernardo Teixeira na revista Engenharia Sanitária e Ambiental (v.14, n.3, jul-set 2009), apresenta 15 indicadores associados a 5 categorias ou dimensões de sustentabilidade:

a)    Ambiental/ecológica;

b)   Econômica;

c)    Social;

d)   Política/institucional; e

e)    Cultural.

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A Figura abaixo mostra um desses indicadores e, para não cansar os amigos (que não se interessam pelo tema), os demais encontram-se no endereço lá de baixo.

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IMPORTÂNCIA DO PROBLEMA

Apesar d´eu ter classificado os RSU em 4ª. Prioridade na Hierarquia dos Problemas Ambientais no 1º. post deste tópico, porque fede, normalmente fica em 1º. Lugar para as Prefeituras Municipais. Ela que atrase por uns 3 dias a coleta nas portas das residências, para ver a choradeira da população.

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Dia desses li no jornal uma notícia curiosa. Fizeram uma enquete para indagar se as pessoas sabiam o que acontecia com os dejetos jogados na privada (que, por incrível que pareça, longe de ser apenas urinas-e-fezes), e a maioria disse ignorar. Com o lixo, depois que o caminhão pega, acontece a mesma coisa. Vai p´ra ONDE ?

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Pra debaixo do tapete, costumam ir as atividades e providências das Prefeituras que poderiam minimizar o volume de lixo jogado diariamente nos lixões e aterros (nesta ordem), tais como:

a)    Educação ambiental;

b)   Coleta seletiva (seguida de compostagem e reciclagem);

c)    Reaproveitamento de material de construção e demolição (RCD);

d)   Uso do gás do lixo (GDL) na cozinha, motores e geração de eletricidade;

e)    Etc.

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Pior é que até os Engenheiros, que deveriam conhecer bem o problema, cometem gafes como, p.ex., o da construção sobre um antigo lixão desativado, daqueles shopping centeres que quase foram interditados pelo perigo de explosão, em São Paulo – Capital.     

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(*) www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-41522009000300015&script=sci...

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