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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 31 março 2017 às 9:38

Francisco Cezar, completo 75 anos no próximo dia primeiro de maio. Estou aposentado desde 2002, trabalhei na Cohidro em tempo integral até 3 anos atrás e, estudo (em casa) pelo menos 4 horas por dia. Essa questão de tempo, no meu entender, 'é você quem faz'. Acho também que, melhor até do que aprender, é 'passar adiante' o conhecimento. Um dos momentos profissionais mais gratificantes da minha vida, ocorreu quando eu dava (na UFRRJ ou Rural do Rio) uma aula de Hidráulica (e abordava um capítulo quase esquecido da ementa: "Noções de Saneamento Rural"). Falava sobre RSU (resíduos sólidos urbanos ou simplesmente lixo). Quase no final da aula, um aluno pediu licença, levantou-se e disse solenemente: "Professor! É isso o que eu quero". É claro que eu não entendi. "O que é mesmo o que você quer, rapaz ?".E ele respondeu: "Lixo, Professor. Quero me especializar nessa área". Continuei incrédulo. Ano seguinte, eu soube que ele seria o primeiro Eng. Agr. da Comlurb (a empresa que cuida do lixo aqui no Rio de Janeiro). Talvez este fato tenha aumentado a minha vontade de estudar e ensinar. Além de ter nascido no Dia do Trabalhador (risos), é claro. Um abraço.

Eduardo Mendes, como disse antes ao Gilberto Fugimoto, eu não tive a felicidade de cursar essa disciplina quando era aluno da UFRRJ, até 1966. Mas, desde aquela época, me encantava ver meus professores dessa área (um dos que me recordo era o Prof. Camargo), passando-nos tanta informação, extraídas de uma simples trincheira do solo. Não esqueço também das provas práticas de Química Analítica, quando recebíamos do Professor um pacotinho de sal e, apenas com uma haste metálica e um bico de bunsen, tínhamos de dizer qual o cátion e qual o ânion. Não sei se é por medo do Alzheimer mas, para mim, aprender (sempre) dá um prazer danado. Abraço.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 31 março 2017 às 6:06

Puxa, por um momento pensei que era Papai Noel ou o próprio Cristo. Olha a gana do José Luis e veja se não nos dignifica a continuar. Só não entendo porque os novos têm tão pouco tempo para ler e aprender. Eu estou com 59 anos e você, José Luis, poderia declinar sua idade?

Comentário de Eduardo B. Teixeira Mendes em 31 março 2017 às 1:04

Realmente o solo ainda é um grande desconhecido para muitos, não importa se estamos recém formados ou formados há muito tempo, Tive oportunidade de assistir algumas aulas com a professora Elke, durante a minha graduação e realmente é surpreendente o quanto desconhecemos o solo.

Agora, Jose Luiz, realmente nunca é tarde para apreendermos. Eu testemunhei um exemplo deste durante a minha graduação. Certo dia, chegamos logo pela manhã, para assistir uma aula de bioquímica, quando entramos na sala, havia um senhor muito idoso, sentado logo na primeira fileira, que demoramos um pouco para reconhecer.

Quando nossa professora chegou na sala, com seu ritmo acelerado, já ligando os equipamentos, observou rapidamente aquele senhor, pensando que fosse mais um aluno do programa de Universidade Aberta da Terceira Idade.

Logo que a professora iniciou sua explanação.... ela reconheceu aquele senhor sentado na primeira fileira e ficou quase catatônica. O senhor que estava sentado, teve levantar para acalmá-la... realmente foi um momento cômico. E as palavras dele para ela foram. Fique calma, eu estou aqui somente para reavivar os meus conhecimentos, pois como deixei de ser aluno a muito tempo, mas continuo estudante pensei que poderia acompanhar algumas aulas.

A professora se acalmou, retomou a sua aula, ainda um pouco nervosa, pois aquele senhor era o Decano de nossa escola, já havia sido diretor, professor da pós Graduação e do alto dos seus mais de 90 anos de idade, diariamente se dirigia ao Campus para coordenar os trabalhos do Laboratório de Plantas Medicinais. Mesmo já estando aposentado há mais de 25 anos.

Essa lição que o saudoso professor Walter Radamés Accorsi, deu para nossa turma, nos ensinou que nunca devemos parar de aprender e que sempre temos que ter a humildade, com o conhecimento das demais pessoas, mesmo que elas já tenham sido nossas alunas.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 março 2017 às 14:48

Francisco Dias, a satisfação é recíproca. Para encurtar caminho de aprendizado, não conheço outro caminho melhor que o Google. Vou dar um exemplo. A irrigação urbana (campos de futebol e jardins, principalmente) é bem diferente e mais modernizada que a rural, que aprendemos na Escola de Agronomia. Pois bem, eu sempre atuei nesta, do campo, e só tomei conhecimento da outra um ou 2 meses atrás. De lá pra cá, já fiz 2 projetos de Consultoria. Sem a Internet, seria difícil essa proeza. O mesmo aconteceu com a Arquitetura Paisagística, que em duas semanas de estudo (no Google), já estou praticamente 'formado'. Agora, comecei este 'cursinho' de solo, no link que 'furtei' do meu facebook. Um abraço.

Gilberto, você ainda está com sorte, pois na minha época de estudante (1962/66), nem havia esta disciplina na UFRRJ. Eu não me admiro tanto dos avanços da tecnologia (pois já vi vários deles) mas, também, da qualidade das ilustrações. Por que você acha que eu resolvi 'espichar' este post, com os meus pitecos ? (Foi pelas lindas e bem ilustradas figuras do tal livro. Como disse, parecem obras de arte).

Comentário de Francisco Cezar Dias em 30 março 2017 às 13:29

Jose Viana, satisfação conhece-lo. Muito obrigado pelo presente. Estou deparando com muitos Pivôs improdutivos, variados são os motivos (químico, físico, excesso de grade, conservação, etc). Trabalho a 36 anos com produção, muito focado em solo. Nunca precisei utilizar irrigação para atender meus clientes. Estou pensando em voltar à sala de aula para relembrar os conceitos de Irrigação e drenagem. O problema é tempo. Gostaria de pedir a você se tem alguma alternativa para que encurte o caminho?

Comentário de Gilberto Fugimoto em 30 março 2017 às 10:36

Lembro que na graduação tive que estudar Microbiologia do Solo em apostilas, uma vez que, segundo o professor, não havia, na época, livros em português disponíveis! 
Hoje temos livros sobre o tema para baixar gratuitamente! 

Mudam os tempos e as vezes não reconhecemos os avanços!

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 30 março 2017 às 9:51

QUAL É A SUA PRAIA ?

A minha praia é, literalmente, água, já que sou especialista em irrigação. Mas, como Eng. Agr. eu me rendo aos encantos do solo que, infelizmente, poucos de nós conhece como deveria.

Esta figura que ilustra a dinâmica do potencial hidrogenionte (pH), p.ex., merece ser apreciada como se fosse uma obra de arte abstrata. Seja por sua dinâmica, como pela importância no entendimento do trato da terra.

Nesse 'quadro' nos chama de imediato a atenção a linearidade do Fe, Cu, Mn e Zn que diminuem (sua disponibilidade no solo) com o aumento do pH. Ao contrário do Mo e Cl, que aumentam, também de modo linear e acentuado.

Entretando, outras perguntas surgem desse entrelaçado de linhas. Por que os demais elementos apresentam essa forma ? qual a razão dos seus picos ? o que aconteceu no solo para que variassem assim ? o que as práticas culturais e a rotação de culturas têm a ver com esses 'desenhos' que parecem rabiscos de criança num papel ?

Boa parte dessas dúvidas devem ser tiradas com a leitura (que ainda estou fazendo) desse belo livro disponibilizado gratuitamente na rede.

Na década de 70, quando a empresa em que eu trabalhava (Hidroesb) executou um projeto de irrigação (que seria implantado nos gramados do Eixo Monumental de Brasília-DF) para o Departamento de Parques e Jardins, nós ficávamos admirados com a variação de cor da grama que passava de marrom na seca para verde na época das chuvas, sem qualquer adubação. Em estudos de amostras de solo e grama nos laboratórios da UFRRJ e do IPEACS (embrião da Embrapa, que ficava no mesmo campus), descobriu-se que a grama, como a soja, também fixava Oxigênio do ar com as bactérias que existiam em suas raízes, e em quantidade grande (que não me recordo agora).

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 29 março 2017 às 17:55

CONHEÇA MELHOR O SUBSTRATO QUE CARACTERIZA A NOSSA PROFISSÃO

Achei interessante e reproduzi este croqui que esquematiza a composição do solo. À propósito você sabe o que são arquéias e o que elas fazem com a Amônia em solos com pH baixos (<5,5)?  Caso negativo, vá até a página 32/225 para descobrir.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 29 março 2017 às 16:07

Gilberto,

A sua iniciativa também foi excelente. Lá no Face, quando coloco algo em 'duplicata' com a Rede, termino dizendo: (Publicado na Rede Agronomia). A minha homenagem aos autores, foi a reprodução dos seus nomes na propaganda do livro pois, para poupar espaço (tem colegas que publicam aqui imagens muito compridas), poderia ter feito o banner apenas com o título do livro e as 4 fotos de seres que compõem a microbiologia do solo. Tomara que os colegas não tenham preguiça de lê-lo, pois são mais de 200 páginas !

Um abraço.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 29 março 2017 às 15:09

Excelente iniciativa,

Baixei o livre e fiz questão de parabenizar no Face da Editora a iniciativa dos autores e editores em disponibilizar gratuitamente a obra. E o mínimo que podemos fazer em reconhecimento da atititude de compartilhamento!

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