Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Necessidade de repensar ambos ensino e atividade profissional do engenheiro agrônomo.

Caros colegas do Grupo dos Engenheiros Agrônomos, Olá,
Venho aqui compartilhar parte de mensagem que coloquei no ‘REDE AGRONOMIA’, há uns três dias. Comecei falando da questão de produção de mudas e paisagismo. Mas entendo que esses assuntos específicos refletem um problema BEM MAIOR e que atinge TODA A PROFISSÃO do Engenheiro Agrônomo que se encontra, esfacelada, dividida, desvalorizada, incompreendida, mercantilizadas e por ai... Cada um pensando a partir de sua especialidade, do PARTICULAR para o GERAL, quando deveríamos INVERTER NOSSO RACIOCÍNIO: passar a pensar do GERAL para o PARTICULAR.
O buraco do poço pode ser bem mais profundo. A começar, entendo que as Escolas de Agronomia estão com o currículo desatualizado. Criam currículos desvinculados da vida prática. Pouco evoluíram nos últimos 55 anos (minha experiência de vida desde a entrada na universidade). E nesse espaço de tempo o mundo teve uma evolução cientifica e técnica inimaginável para alguém que se formou em 1963 como eu. Penso que chegou o momento de REPENSARMOS NOSSA PROFISSÃO. Considerar também que o mundo todo está em grave crise econômica. Mas que está não é nossa única crise. A CRISE NO MUNDO atual é principalmente MORAL, ÉTICA (dever ser), ESPIRITUAL e especialmente CULTURAL.
Enfim, fico pensando se não devemos “parar para pensar”. Nós, habitantes do Brasil e do Mundo, em crise geral. Pensar do início, do significado de cada ser humano para a VIDA NO MUNDO. Pensar em ‘QUALIDADE DE VIDA’ para toda humanidade e direcionada a todos, a cada habitante do planeta – e aqui o nosso papel é de extrema relevância. Isso é tema para um CONGRESSO NACIONAL DE AGRONOMIA, específico sobre ENSINO E ATIVIDADE PROFISSIONAL DO ENGENHEIRO AGRÔNOMO, já em 2017.

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Comentário de Francisco Lira em 6 dezembro 2016 às 11:48

Engrosso o coro do nobre colega. Infelizmente vejo que no ensino agronômico mentes engessadas pensando apenas do bolso e no lattes, estudantes alheios a realidade pós formando, muitas vezes mais preocupados em defender ideologias ou pensamentos políticos partidários esquecendo-se se defender seu futuro profissional, nossas entidades cheias de velhas praticas que em nada se acrescenta ao crescimento da profissão, no final muito do que se critica esta justamento no que o colega citou a falta da ÉTICA.

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