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novidades de soja para região da Bahia 2011


Já testadas e aprovadas, e com teto produtivo superior ao das melhores cultivares comerciais,seis novas tecnologias em soja estão saindo direto dos canteiros experimentais da FundaçãoBahia e Embrapa Cerrados para o mercado na safra 2011/12. São quatro variedadesconvencionais, e dois eventos transgênicos (RR), com alta adaptabilidade e estabilidadegenética reafirmada em todas as áreas onde foram testadas, além de “arquitetura” e porteadequados para garantir mais facilidade no manejo e controle de pragas e doenças.  Três dessas novas tecnologias, desenvolvidas para as condições de clima e solo do Oeste daBahia, serão apresentadas ao grande público durante a Passarela da Soja, o tradicional dia decampo que a Fundação Bahia promove há 13 anos, e que este ano acontecerá no dia 12 demarço, na Fazenda Maria Gabriela, em Roda Velha, distrito de São Desidério (BA). As trêscultivares que serão mostradas na Passarela da Soja já possuem nome. São a BRS 313, aBRS 314 e a BRS 315. As outras três estão em fase de registro, e as denominações ainda sãoconfidenciais. De acordo com o pesquisador da Embrapa Cerrados, Sebastião Pedro da SilvaNeto, estas novas cultivares minimizam o uso de agroquímicos, garantindo maissustentabilidade, tanto econômica, quanto ambiental ao agronegócio.“A introdução de novas cultivares é muito importante para quebrar a resistência e aespecialização que os patógenos vão adquirindo com o tempo, e que comprometem opotencial produtivo das lavouras e a sustentabilidade do sistema”, diz Silva Neto. Um programade melhoramento de soja, como o realizado pelo consórcio Fundação Bahia, Embrapa eEmbrapa Cerrados requer investimentos altos, dedicação e paciência, pois, até chegar aomercado, uma variedade leva de 10 a 12 anos. “Este trabalho em conjunto entre as instituiçõesde pesquisa e desenvolvimento é fundamental para garantir o acesso do produtor às novastecnologias. Os produtores do Oeste, através da sua instituição privada de P&D, a FundaçãoBahia, garantem que um investimento que individualmente seria quase impossível, torne-serealidade, através da organização e da união do setor”, diz o gestor Comercial da FundaçãoBahia, Luciano Andrade. De acordo com Luciano Andrade, outras sete cultivares desenvolvidaspela Fundação Bahia, Embrapa e Embrapa Cerrados estão em fase de conclusão paralançamento. Ele adianta que as novas tecnologias trarão diferenciais como superprecocidade,resistência a nematóides, resistência ao mofo branco, à seca, além de ferrugem asiática,percevejos e a herbicidas específicos. O presidente da Fundação Bahia, Amauri Stracci, nãoesconde o orgulho do trabalho da instituição. “Estamos na elite do desenvolvimento tecnológicodo nosso país. Este trabalho tem de continuar evoluindo para o bem do agronegócio da Bahia”,afirma Stracci

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