Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Ponto de vista: Um novo conselho profissional para Agronomia?

A agronomia vive um momento crítico de sua história, a fragmentação da profissão na década de 60 e 70, e o surgimento de novos cursos de curta duração mais recente. A não priorização das especialidades latu sentu e estrictu sensu hoje cobram caro a umas das mais importantes profissões do país. A arte de produzir alimentos pela ciência tem levado ao reconhecimento da Agronomia, entretanto o empirismo, a falta de fiscalização e a fragmentação da profissão tem impedido o maior reconhecimento da sociedade. É preciso então buscar novos rumos. O outrora tão sonhado conselho uniprofissional(Engenheiros Agrônomos) deve ser o grande aglutinador de forças para uma nova era da profissão

Nesse sentido proponho a discussão das vantagens desse novo conselho composto único e exclusivamente por Engenheiros Agrônomos, defensor da sociedade e regulador da profissão e fiscalizador das atribuições do Engenheiro Agrônomo.

1.(Atualização) do nosso decreto 23.196/33 com novas atribuições e definições claras e  atualizadas.

2.Fiscalização única e exclusiva direcionada as áreas de atuação do exercício profissional do Engenheiro Agrônomo.

3.Fim dos conflitos internos em um conselho com mais de 300 profissões que só aumenta em função  e dos sombreamentos e engessamento de um super conselho com milhares de resoluções e conflitos insolúveis

4.Aumento dos quase 95 mil profissionais para uma possível  número de 150 mil registros em virtude da grande rejeição ao sistema Confea.

5.Criação das câmaras especializadas de engenharia rural, produção animal, meio ambiente e agroquímicos, entre outras valorizando nossa atuação e fortalecendo as mesmas dentro da Agronomia.

6.Registro das especialidades junto ao MEC fortalecendo nossas atribuições em engenharia rural, produção animal e vegetal, energia e fibras.

7.Criações das comissões de educação e maior fiscalização do ensino de Agronomia para formação plena do Engenheiro Agrônomo.

8.Ampliação da fiscalização e maior pressão sobre o exercício ilegal da Agronomia, defendendo a sociedade do exercício ilegal e valorizando os Eng. Agrônomos registrados no conselho federal de Agronomia.

9. Campanhas massivas na mídia mostrando a importância de contar com os serviços do engenheiros agrônomo nas áreas de produção animal, produção vegetal, engenharia rural, meio ambiente, energias e áreas afins para maior conhecimento e reconhecimento da sociedade

 

 

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Comentário de Francisco Lira em 4 novembro 2016 às 23:27

Thelma o objetivo da postagem e chamar a todos ao debate, a critica no sentido tentar  acordar uma classe que não discute seus problemas e ameaças e que tem aceitado passivamente a inanição da profissão. Quanto aos dados dos profissionais, no site confea temos  informações confiáveis sobre a quantidade de profissionais com registro. Com relação ao numero de associações, creio que isso seria tarefa da confeab que não sei se dispõem desses dados. Realmente o debate tem que ser a nível nacional por isso a postagem na pagina mais representativa da classe agronômica brasileira.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 27 março 2016 às 17:44

Thelma, seria uma boa maneira de vc contribuir para o tema, que ainda não passa de uma troca de opiniões. Vamos lá colega, levante os números e coloque aqui.

Com todo respeito, não vi e não vejo discussão nacional. Vejo meia dúzia de palpiteiros colocar uma ideia e pronto. Sem sequência ou consequência.

Eu vou batalhar para criar uma entidade de Engenheiros Agrônomos e, depois, vender a ideia para ver no que dá. De minha parte, nada mais do que isso. Se tiver a adesão de 50% da classe mais um, perderei tempo na sua expansão pelo território brasileiro. Oficialização e funcionamento. Resgatar nossas atribuições e garantir recursos federais e os de fato com fiscalizações, etc.

Comentário de Thelma Santos de Mélo em 27 março 2016 às 16:16

Vejamos se entendi bem, já estamos votando então, a discussão começou a tão pouco tempo, mas parece que já amadureceu total e está prestes a apodrecer.

Vemos como se cria um conselho e já se fecha. Velocidade cibernética.

Colegas, não levem muito a sério meu humor, apenas uma tentativa de apaziguar os ânimos e percebermos como é difícil conversarmos apenas por este meio que o fazemos agora, ponto para o Gilberto que chama à discussão presencial.

Francisco, no que pese a força do MT, a discussão é nacional, então que tal fazermos, como nos projetos de iniciação científica, começarmos por levantarmos (levantamento bibliográfico), por estado, as associações profissionais de EA, nº de profissionais em cada uma delas, lideranças e chamarmos através destes o debate e a mobilização, (o sistema Confea/Crea tem recursos para isso), fazer plenárias estaduais, regionais e depois nacionais?

Seria um bom começo, para o objetivo de formação de opiniões sobre a pergunta inicial do Gilberto que, pelo que entendi, ainda está colocando a pergunta em pauta.

Outra sugestão?

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 18:56

Não falo aqui por mim. Fiz uma pesquisa do norte do MS até O Norte do MT e o clamor dos colegas de campo será o que pediram e não o que quero. Mas o que entendi com eles o que seria o melhor caminho.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 18:54

Gilberto, se você não fosse voto vencido, me preocuparia com você. Mas, não aposte nisto que você afirma.

Você não tem a menor noção do que diz. Está mais para Lula do que para democracia. Vamos em frente meu amigo.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 26 março 2016 às 10:01

Caro Francisco Cezar,

Entendo a sua dificuldade em compreender o alcance de uma proposta de ampliação da participação, especialmente vindo de alguém que nunca militou em política profissional e não tem o menor conhecimento do que está propondo.

Essa sua sofreguidão em criar uma instituição sem se dar conta que o que fará diferença real é um processo participativo ao invés de uma nova instituição é típico de quem atribui à estrutura a solução de um problema político e social. 

Essa atitude é reveladora de quem acredita na democracia como discurso, mas que não tem paciência para construção de um processo realmente democrático.

abraços

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 5:17

O fato é que não temos nada. Se errarmos não perdemos nada mesmo.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 5:16

De novo, Gilberto. Fatalista e derrotado. De-se o direito de errar amigo. Assim você ficará feliz. Se não tentar, você continuará frustrado como está para sempre.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 5:08

Estaremos dando voz e cara aos Engenheiros Agrônomos de forma profissional e legal.

Paralelamente criando a teia de entidades estaduais. Com relação a Associações, fica a critério de cada um sua participação. Nada contra, até porque pode acontecer aí a discussão de problemas locais. Principalmente porque, em vários estados talvez não exista adesão suficiente. Aí a nacional providenciará sua criação e estabelecimento, com recursos que sobrarão dos estados com maior adesão. Não só monetária, mas onde agropecuária ocorre de forma mais intensa, até porque vamos buscar o direito de fiscalizar e arrecadar com notificações, etc. Isto incluso o meio ambiente.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 26 março 2016 às 5:01

Bom dia, Plinio. A coisa não é bem assim. Cria-se e pronto. Primeiro adesão. Depois distribuição nas capitais brasileiras. Até aí a discussão deve ter tomado forma e conteúdo. Dai, sair do CREA. Buscar nossos direitos junto ao Estado, mas, agora, voltado para nossos interesses. Para isso, já existe estatuto. Precisa agora oficializar, criar o portal com a discussão do estatuto para seu registro. Abertura de conta corrente e criação da primeira chapa para que tudo aconteça de forma legal e com a participação de todas as adesões.

Não vamos sair pela portas dos fundos com canetaço. Vamos sair de forma clara, demonstrando que precisamos juntar interesses. Sem afirmar insatisfações, até porque elas não deveriam existir. Somente estamos promovendo a luta de classes. e criando um foro privilegiado.

Parabéns xará pelas colocações.

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