Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Projeto de Lei do COLLOR - PRECISAMOS REFUTAR ESTA PROPOSTA

PRECISAMOS REFUTAR ESTA PROPOSTA
ABSURDA QUE FERE A HIERARQUIA DO CONHECIMENTO NO NOSSO SISTEMA

A PROPOSTA QUE PROPÕE A PROPORCIONALIDADE DE REPRESENTAÇÃO NAS INSTÂNCIAS DELIBERATIVAS DO SISTEMA CONFEA/CREA E TAMBÉM ABRE POSSIBILIDADE DE UM NÍVEL MÉDIO ASSUMIR A PRESIDÊNCIA DE UM CONSELHO DE ENGENHARIA E AGRONOMIA ESTÁ SENDO ENCAMINHADA PARA O CONGRESSO NACIONAL.

NÃO SOMOS UM CLUBE SOCIAL PARA QUALQUER UM PODER SE CANDIDATAR..

GOSTARÍAMOS QUE TODOS OS AGRÔNOMOS(AS) DA REDE AGRONOMIA ASSUMAM ESSA LUTA DA AGRONOMIA BRASILEIRA  E MOBILIZEM OS DEPUTADOS DESTE ESTADO.

SOLICITO QUE TODOS DIVULGUES ATRAVÉS DOS E-MAILS NUMA CORRENTE BRASILEIRA DE DEFESA.


CONTAMOS QUE TODOS OS ENGENHEIROS(AS) AGRONOMOS(AS) ARTICULEM AS LIDERANÇAS PARA COBRAR DOS DEPUTADOS A REJEIÇÃO DA PROPOSTA ABSURDA.

 

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 11 dezembro 2013 às 8:55

Ola Ricardo,

Espero fazer isso até o final de semana.

No momento estamos em eleição na AEARJ e isso tem nos tomado um tempo.

Aliás agradeço contribuições para redação do texto inicial da petição.

abração

Comentário de Ric. Anônimo em 10 dezembro 2013 às 22:24

Gilberto, redija o abaixo-assinado online e solte na Rede... vamos começar...

Comentário de Ric. Anônimo em 10 dezembro 2013 às 22:15

Exatamente José Leonel. Eu mesmo sou inspetor do CREA e diretor técnico da AMEA (Maringá). Dá resultado, eu garanto! Basta os profissionais se envolverem. Agora temos também a Confaeab atuante, que congrega todas as Federações de EA do Brasil, e as Federações de cada estado congregam todas as Associações Regionais. Paralelamente temos o Senge atuando na questão salarial e também de defesa da classe. O CREA repassa 16% dos valores das ART's para nossas Associações para fomentar a valorização profissional.

O que acontece é que 99,9% dos profissionais não sabem e não conhecem como funciona as entidades de classe, e também não participam... Classe unida é classe forte!

Comentário de José Leonel Rocha Lima em 10 dezembro 2013 às 22:10

Caro Gilberto,É como conversamos aqui no RJ a baixa participação. O pouco conhecimento do sistema e confusão nas atribuições e uma série de questões importantes acontecendo.

Acho os esclarecimentos do Braido quanto o que é o sistema e para que serve são  muito importantes, pois nem todos colegas engenheiros agrônomos conhecem e dominam.

Gosto do questionamento de quantos participam de sua entidades de classe??? Eu participo. Me traz satisfações em participar.

Quem tem que montar conselho próprio são os técnicos e não nós engenheiros agrônomos.

Entendo que devemos ocupar os espaços deixados com a saída dos arquitetos.

A precária fiscalização do exercício profissional da agronomia não contribui para a valorização.

Com a ótima informação do grande tamanho da agronomia no sistema temos que aumentar a representação das entidades que terão conselheiros na plenária dos CREAs.

Estimular os colegas a serem inspetores para apoiar o acompanhamento do exercício profissional e comercio de agrotóxicos.

Nos organizarmos e acionar o apoio parlamentar do Confea para atender nossos interesses.

E o Deputado Augusto Coutinho

Parlamentar de Pernambuco, coordenador da Frente Parlamentar de Defesa da Engenharia e Agronomia, que confirmou seu compromisso com a engenharia e agronomia recentemente no CBA foi acionado???

A Confaeab vai se reunir 19/12 em Curitiba e certamente vai se posicionar contra.

Está acontecendo o CNP e os delegados do RJ estão levando o PL do Collor para discussão.

Esse assunto, postado a 7 dias com 722 exibições e dezenas de comentários, representa uma grande inquitação dos profissionais.

Essa situação é importante e urgente.

Vamos construir o abaixo assinado e estipular uma meta nacional para obtenção  das assinaturas.

Saudações a todos os colegas,

Leonel

Comentário de Gilberto Fugimoto em 10 dezembro 2013 às 20:57

Caro Bortoli e colegas,

Excelente análise! Se os técnicos almejam voz e vez, melhor que eles criem seu próprio Conselho. Se eles desejam ou não perder o status que o Crea lhes confere, já é outra questão. Como havia comentado, o desnível de formação é algo intransponível para abrir espaço de representatividade no Sistema criado para a engenharia e outras carreiras de nível superior.

Mobilização da Categoria

Tenho visto uma imensa confusão sobre a desmobilização da categoria e o povo taxando o Crea como o Judas da Semana Santa. Aliás, longe de mim, com isso, elogiar ou referendar os erros administrativos, despachos mal feitos e maus tratos certamente cometidos pelo Sistema país afora. 

Só não dá pra embarcar no equívoco de achar que, só porque criou uma estrutura semelhante, mudou o nome e até mesmo de administração vai solucionar os problemas de valorização profissional do engenheiro agrônomo.

Ledo engano: só quem não milita na política profissional pode confundir instâncias e receitar fungicida para combater desnutrição.

Quer saber? 

Não tem órgão oficial que valorize profissão se não partir de seus próprios integrantes.

Alguém disposto?

Grande abraço!

Comentário de Ric. Anônimo em 10 dezembro 2013 às 11:55

Prezado José Luiz Bortoli Azambuja, deu para ver que você está por dentro e entende do assunto. Só mesmo quem está envolvido para saber o que se passa. Eu tbm sou inspetor do CREA (cargo honorífico) e diretor de Associação de Engenheiros Agrônomos (AMEA, de Maringá). Temos feito um trabalho intenso de valorização profissional.

O grande gargalo é o desconhecimento por mais de 99% dos profissionais e a falta de participação e envolvimento da classe. Tudo isso deve começar através da participação em suas Associações de EA locais.

Comentário de José Luiz Bortoli de Azambuja em 10 dezembro 2013 às 11:48

Estimados colegas Braido e Gilberto, acho as colocações de vocês pertinentes quando falam da baixa participação nas nossas entidades de classe. Isso é um fato que precisa ser revertido. É preciso mais conscientização  e apoio. Eu, com muito orgulho, sou Presidente do SENGE-RS e aqui temos um grande número de sócios engenheiros agrônomos. Temos uma atuação muito forte em defesa da nossa categoria. Estamos atentos e fomentando a mobilização. Não tenho dúvidas que os decretos que deram atribuições sem base nos conhecimentos para os técnicos de nível médio só passaram porque nós fomos relapsos, displicentes e desorganizados. Da mesma forma este PL do Collor, vai ser aprovado porque continuamos, no mínimo, desorganizados. Continuo afirmando que precisamos nos mobilizar e trabalhar para que o "maior conselho do mundo" não seja deturpado em suas finalidades. O Conselho é autarquia para fiscalizar o exercício profissional de engenheiros e agrônomos. É isso que está na Lei 5.194/66 que estabelece apenas em um artigo a obrigatoriedade dos técnicos de nível médio se registrarem. Só isso. Convém lembrar que eles (os técnicos) tem legislação própria que regulamenta a categoria profissional (Lei 5.264/68) e que, portanto, deveriam lutar para terem o seu Conselho próprio, ao invés de buscarem ocupar um espaço que claramente a Lei não lhes reserva, nem poderiam já que há um abismo de conhecimentos técnicos entre nossas categorias. Isso não é demérito aos técnicos que são extremamente importantes, cujo trabalho é digno e necessário. Mas, a formação técnica impõe limites que impedem uma participação na discussão de atribuições profissionais envolvendo nossa área de atuação. Eu só apoio a retomada da discussão de formar o nosso próprio Conselho em caso de insucesso na derrubada do PL do Collor. Minha sugestão é concentrarmos esforços para impedir a aprovação desta aberração. Se não der...

Comentário de Ric. Anônimo em 10 dezembro 2013 às 11:42

É culpa dos próprios profissionais que nem sabe o que é uma entidade de classe (Volto a perguntar quantos participam de suas Associações de Engenheiros Agrônomos ou do Senge, cujo papel desses sim é defender a classe). 

Engano seu ao dizer que CRM e OAB são extremamente pró-ativos. Quanto à classe dos médicos, conseguiram aprovar o Ato Médico? Conseguiram barrar a entrada dos cubanos?

Nosso conselho (o Confea/CREA) é muito mais forte do que CRM, e nós Engenheiros Agrônomos temos a segunda maior representatividade do conselho.

Querem saber mais sobre o que os mesmos têm feito pela classe, basta acessar o site do Confea, dos CREA's, da Confaeab, das suas Associações de Engenheiros Agrônomos locais. 

O problema é que 99,9% dos profissionais não sabem que as entidades de classe existem e nem quais são o seu papel. As academias (universidades) tbm não despertam o senso corporativista nos futuros profissionais. Então a falha é sistêmica, não é culpa do conselho.

Classe forte é classe unida em torno de suas entidades de classe.

Comentário de Jefferson G. Acunha em 10 dezembro 2013 às 11:33

Prezado colega Ricardo Braido, demais colegas, boa tarde!

Ainda que o papel de defensor da classe não caiba, do ponto de vista oficial, ao Conselho, haveria Conselhos extremamente pró-ativos na defesa das suas categorias profissionais, como no caso dos CRM e OAB regionais, não é mesmo?

Algumas classes talvez "pequem" pelo excesso de corporativismo. Nós, em todas as instâncias (das esferas privadas às públicas), "temos pecado" pela falta...

Abraços a todos!

Comentário de Ric. Anônimo em 10 dezembro 2013 às 11:04

Conforme já citei em outros comentários, se desligarmos do sistema Confea/CREA a classe se acabará de vez, assim como está ocorrendo com os arquitetos.

O conselho não tem influência nenhuma na questão da representatividade e defesa da classe, embora fomente isso via entidades de classe. O papel da defesa, representação e blindagem dos interesses da classe é das entidades de classe, através da participação dos profissionais. Quantos aqui, por exemplo, participa de suas Associações de Engenheiros Agrônomos locais??? E do Senge??? Então não adianta culpar o conselho...

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