Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Agronomia: CREA ou Novo Conselho?

CREA atual: uma engrenagem complexa e pesada

Cumprindo o papel de divulgar informações e fomentar debates de questões relativas à Agronomia, sempre vem à tona a voz de vários colegas que reclamam ou defendem a criação de um novo Conselho Profissional.   

Interessante notar que essa voz de renovação vem de quem nunca participou da política profissional, o que faz pensar: como propor soluções sem conhecer o problema? E afinal qual é o grande problema que se deseja resolver?

A crítica mais pertinente apresentada é que o CREA tornou-se uma instituição inchada que atualmente abrange 306 profissões. Neste contexto torna-se muito difícil qualquer luta pela garantia das atribuições profissionais do Engenheiro Agrônomo.

Criar um novo Conselho, resolve?

Por outro lado noto também que há muita ilusão e desconhecimento sobre o papel de um Conselho Profissional e outras estruturas representativas.

Um Conselho Profissional fiscaliza o exercício da profissão no interesse da sociedade, que se estrutura como uma autarquia, com poder fiscalizatório. Este órgão é mantido pela contribuição compulsória dos profissionais e das empresas sob sua jurisdição seja através de anuidade e outras contribuições com ART.

É bom lembrar que um Conselho Profissional não tem como missão a valorização profissional ou a defesa de seus interesses. Ainda que faça isso indiretamente, como a garantia do SMP e as ações fiscalizatórias, são as Associações de Engenheiros Agrônomos e os Sindicatos (de Engenheiros ou Engenheiros Agrônomos) que tem a função de defender o E.A. e valorizar a Agronomia.

E afinal, somos suficientes em número e mobilização para mantermos a estrutura (cara) de um Conselho Profissional exclusivo?

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Comentário de Francisco Cezar Dias em 10 maio 2016 às 13:13

Irineu, esta discussão é monótona e desinteressante. Infelizmente porque de extrema importância para nossa classe. Então, tento descontrair dando uma repaginada em nosso relacionamento. Sem esta conotação que vc e o Gilberto colocam de pessoalidade. Vocês chagam a ser hipócritas com esta conotação. Acrescento que só faço isto com quem considero de competência e bom humor. Assim entendo você e o Gilberto. Só que o Gilberto posa de bezerro mamão como forma de defesa e ataque. Mas, sei bem que seu motivo foi uma derrota nas urnas recente. Já se supera e volta a ficar interessante novamente.

Quanto a certo ou errado, estou longe de ter bola de cristal, mas, não morrerei sem tentar. A valorização de um novo conselho só dependerá de nossa atuação e importância social que atingiremos na mídia. Ser solução para os problemas da comunidade.

Considero o sistema de sindicatos inútil para o nosso tamanho e realidades locais.

CONFEA/CREA não comento porque é piada de mal gosto. Falo de classe dos Engenheiros Agrônomos. Repetindo, social, profissional e fiscalização. Mantido e tocado por nós.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 9 maio 2016 às 14:55

Caríssimo Irineu,

Suas observações são intocáveis!

Entretanto seus argumentos pouco servirão para quem não conhece nada de política profissional e tem uma obstinação cega contra Crea, movida por ódios pessoais  e rancores que não me dizem respeito.

Louvo sua chamada à manter o debate no campo das ideias, mas temo ser infrutífera sua iniciativa para quem, por temperamento, gosto ao debate ou falta de equilíbrio é reincidente no ataque pessoal quando faltam ... ideias. 

Não peça, Irineu, para defender uma proposta, por que proposta, não há. Apenas um ajuntamento de intenções. Quem sabe alguém consegue escrever mais que 5 linhas a respeito?

Mas de que adianta? Como eu disse, credibilidade é algo que se conquista com trabalho prestado e, acrescento, postura pessoal.

Comentário de irineu zambaldi em 9 maio 2016 às 11:04

Francisco

Vamos manter um nivel de discussão no campo das idéias e dos planos. Levar discordancias para o campo pessoal em nada contribui, ao contrario, só complica e promove o distanciamento de colegas que podem contribuir.

Como já afirmei antes, tive momentos de simpatia pela ideia de um conselho para eng. agronomica.

Conforme fui avaliando no decorrer do tempo e entendendo a estrutura necessária, passei a ver a ideia como quase utópica. Isto ficou evidenciado após entender quais as atribuições de um conselho de profissionais.

É preciso legislação federal própria para criação. Regimento interno e portarias para regular suas ações. Corpo fiscalizador, administrativo, juridico, conselheiros, inspetores, etc. Não existem verbas públicas para isto. Tudo deve ser arrecadado entre os registrados.

Voce citou o CAU como exemplo, porém as noticias que tenho é que seu funcionamento é precário e os arquitetos que extrapolam atribuições e leis não tem sido responsabilizados por falta de estrutura. 

Assim, prefiro incentivar eng. agronomos a participarem mais de suas associações, sindicatos e instituições a fim de aumentar nossos representantes no confea/crea. Mais profissionais nestas entidades significa mais conselheiros participando e interagindo para os melhores interesses da sociedade e dos proprios profissionais.

gd abç 

  

Comentário de Francisco Cezar Dias em 9 maio 2016 às 10:21

Agora, com freios de mão como você e o Irineu, será difícil, mas não menos prazeroso.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 9 maio 2016 às 10:19

Gilberto, ninguém faz nada sozinho. Tenho pessoas ótimas do CREA, valorosos colegas que estarão no apoio.

Agora, conhecimento de causa é maravilhoso. Como se tivesse mistério nisso. Nesta você foi fundo.

Por quem me tomas Jatobá!

Comentário de Francisco Cezar Dias em 9 maio 2016 às 10:16

Gilberto, as urnas tornaram você ranzinza. Tenho competência, disposição, inteligência e calo de mão. Diferente de você que tem de bunda.

Comentário de Francisco Cezar Dias em 9 maio 2016 às 10:13

Irineu, bom dia. Quando comecei em minha cidade a discussão sobre a OEAB, recebi o apoio incontinenti dos colegas na cidade. Criamos o Estatuto, montamos o que seria a primeira chapa. Paramos porque precisávamos de algo em torno de 8 mil reais para registro, abertura de contas e criação do portal. Consegui 5 mil na cidade e deixei em compasso de espera. Hoje deve estar algo em torno de 20/25 mil.

Na ocasião, estava contratado para fazer algumas palestras em MT, então sai e fiz contato com os consultores em São Gabriel do Oeste, Coxim, Rondonópolis, Cuiabá, Diamantino, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e ??? (esqueci). Todos demonstraram favoráveis a criação. Quem está na produção é extremamente favorável. Vou criar com recursos próprios. Quando o portal estiver ativo, proporei a adesão e discussão para melhoria do Estatuto. Se tiver ampla maioria, sigo em frente. É tudo o que tenho.

Comentário de Gilberto Fugimoto em 9 maio 2016 às 9:11

Irineu,

Agora vc apertou sem abraçar, rsrsrs...

Vc está pedindo algo a alguém que não tem conhecimento de causa, apenas uma proposta idealista.

Comentário de irineu zambaldi em 9 maio 2016 às 7:12

Francisco vou devolver a bola...

Mostre pra nós em dados confiáveis que seu pretenso plano pode ser viável.

Prometo avaliar com imparcialidade. 

 

Comentário de Francisco Cezar Dias em 9 maio 2016 às 1:57

Gilberto, seu comentário foi inoportuno. Irineu, quero novidade. Tudo isto é sabido.

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