Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Redes Sociais

Em mais 5 anos, não lembro de ninguém questionando o porquê do nome Rede Agronomia. Será só o modismo ou há um conceito por trás? 

Para explicar, preciso falar um pouco da minha experiência: trabalhei com redes sociais e organização comunitária por mais de 10 anos. Resolvi então aplicar o conceito utilizando esta plataforma virtual como meio de estimular a comunicação e conexão entre os Engenheiros Agrônomos. Surgiu assim, em 2009, numa reunião da AEARJ, a Rede Agronomia.

Mas afinal qual a proposta da Rede Agronomia? Por que criar uma rede social de engenheiros agrônomos? Porque foi a melhor forma que eu encontrei de fortalecer a organização profissional

O que são redes?

Redes são sistemas de nodos e conexões, formas de organização de pessoas ou entidades. No caso das redes sociais, os nodos são pessoas e as conexões são relações entre essas pessoas. 

Redes propriamente ditas são apenas as redes distribuídas

Estudando formas de organização, Paul Baran (1964), realizou um estudo que mais tarde se converteria na Internet, na sua versão original (1).

Baran concluiu que há três formas de organização. Veja gráfico abaixo: uma organização centralizada, isto é, com um único centro; uma organização descentralizada, que na verdade tem vários centros; e uma organização distribuída, onde não há um ponto central. 

Uma rede social propriamente dita, no entanto, é uma rede distribuída. Para compreender isso é preciso começar dando uma boa olhada nesses diagramas. 

Redes centralizadas são hierarquias 

Reparou? Nos três desenhos acima (do diagrama de Baran) a distribuição dos pontos (nós) é a mesma. O que varia é a forma de conexão entre eles. Redes propriamente ditas são apenas as redes distribuídas (o terceiro grafo). As outras duas topologias – centralizada e descentralizada – podem ser chamadas de redes, mas apenas como casos particulares (em termos matemáticos). Ambas são, na verdade, hierarquias.

 

Mas o que Redes Sociais têm a ver com Agronomia e valorização profissional?

É o que espero responder nos próximos blogs.

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Comentário de Gilberto Fugimoto em 6 setembro 2015 às 20:38

Valeu Coutinho e Leonel,

A falta de interação nos põe a refletir: estamos dispostos a contribuir ou queremos que "os outros consertem tudo que está aí"?

Comentário de Antônio Carlos Coutinho em 6 setembro 2015 às 12:34

Valeu Gilberto!

Gostei da explicação, muito didática!

Uma pena que os membros da Rede Agronomia se interagem muito pouco!

Pensei que essa "meninada" ia ser mais atuante, mas que nada!

Um ótimo domingo e feriado para você!

Até os dias 11, 12 e 13 de dezembro em Viçosa!

Abraços.

Comentário de José Leonel Rocha Lima em 5 setembro 2015 às 16:35

Respondendo sua pergunta "O que vc acha?"

Eu acho ótimo e super oportuno.

Além de necessário!!!

 

Comentário de Gilberto Fugimoto em 5 setembro 2015 às 13:26

E afinal, entender as causas, nos permite agir com mais eficiência!

Comentário de Gilberto Fugimoto em 5 setembro 2015 às 13:24

Valeu Francisco,

O tema Redes Sociais me permitiu olhar em perspectiva e entender causas do esvaziamento profissional. 

Na verdade é um fenômeno bem mais amplo.

Comentário de Francisco Lira em 5 setembro 2015 às 13:21

Gilberto existe a necessidade urgente de dialogo e aproximação entre a classe agronômica brasileira, em face de nossas varias especialidades muitos colegas ficam meio que soltos ou e pequenas grupos e a falta de articulação e  união desses mais de 100 mil profissionais tem prejudicado por demais a nossa classe. Essa sua proposta tem que avançar!!!

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