Rede Agronomia

Rede dos Engenheiros Agrônomos do Brasil

Lendo hoje um artigo sobre o assunto no meu Facebook, observei que o autor focava a sua admiração no fato da comunidade, assente sobre palafitas e com água embaixo, ter conseguido solucionar a sua coleta de lixo, deixando limpa a lâmina d´água. Daí, como advogado do diabo, pensei que nada foi dito sobre os esgotos.

Vejam que situação difícil de resolver. Aqui no Brasil, mesmo nas estações de tratamento de esgotos - ETEs tradicionais, cuida-se apenas da matéria orgânica, permanecendo nos efluentes elementos como o Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K), sabidamente responsáveis pela eutrofização dos mananciais.

Quando a comunidade está em terra firme, esses elementos podem até ser reutilizados depois do tratamento de esgotos, através de fossas sépticas biodigestoras (como a desenvolvida pela Embrapa) ou em sistemas como as wetlands construídas, transformando-se em fertilizantes para as plantas. Mas, nas palafitas, onde grande parte da população usa a água debaixo das casas para consumo, o aspecto sanitário se agrava ao extremo.

Na Figura abaixo, tirada do livro Tratamento de Esgotos Domésticos em Comunidades Isoladas, Unicamp, Campinas - SP, 2018, caso se cogitasse proceder o saneamento local, poderíamos nos perguntar: de onde vem a água potável ? o barraco resiste ao peso de uma caixa d´água de 500 litros (meia tonelada) ? como coletar e armazenar o lixo ? onde e para onde vai correr a canalização de esgoto ? como e onde ele vai ser tratado ? e o risco de acidentes (crianças) ?

Antes de continuar o papo, eu quero fazer uma reflexão  sobre o que o Engenheiro Agrônomo tem a ver com isso tudo, uma vez que o Saneamento Básico é seara dominada pelos Engenheiros Civis, desde sempre ?

À primeira vista, como a nossa urbanização passou dos 85% (ou seja, de cada dez brasileiros, mais de 8 moram nas cidades) e a atuação profissional do Agrônomo é predominantemente no campo, poderíamos responder à pergunta anterior como: Nada.

Acontece que não podemos tirar o corpo fora, principalmente por dois motivos: 1) no campo existem as endemias rurais; e 2) os dejetos animais provocam os mesmos males que os humanos, com o agravante de serem bem mais volumosos.

Além do mais, nós estamos tão atrasados na coleta e no tratamento de esgotos, que os Engenheiros Civis já estão aceitando a colaboração dos seus colegas (Engenheiros Agrônomos, Agrícolas, Ambientais, Biólogos e similares) no projeto e operação de novas unidades.

Em assim sendo, a minha proposição é que este nicho digital sirva de repositório de fotos, fórmulas e soluções voltadas ao Saneamento Básico, de modo que possamos acessá-los de qualquer local que estejamos e com acesso à Internet. E é bom lembrar que, a partir desse ano, deverá haver um boom nos projetos e obras de saneamento no País, com a possibilidade de muitos empregos.

Qual a sua opinião ? Qualquer que seja, já está convidado a colaborar.

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Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 15 junho 2019 às 9:06

BIODIGESTOR MODELO INDIANO

Dimensionamento de Biodigestores Indiano para a cidade de Campina Grande - PB, Maria Araújo e auxiliares., 5o. Encontro Regional de Química, 2015.

Considerando que a cidade de Campina Grande, Paraíba, possui 402.912 habitantes e que cada habitante produz em média 700 gramas de lixo orgânico por dia, teremos uma quantidade diária de 282.038,4 kg. Nesse contexto o sistema deverá ser projetado para suprir a necessidade diária do município.

Para a produção do biogás é necessário homogeneizar a biomassa com água, que deve ser adicionada a uma proporção que varie de 10 a 50% em razão mássica a depender do tipo de biodigestor utilizado.

A produção de biogás é função também da quantidade de biomassa, razão biomassa/água, varia de 10 a 50% em razão mássica a depender do tipo de biodigestor utilizado, tempo de residência, custos das instalações, custos operacionais, produção e aplicação do biogás e aplicação do biofertilizante. De acordo com Carneiro (2007) são necessários 20 kg de lixo para a produção de 1 m³ de biogás.

Os resíduos sólidos urbanos provenientes do município de Campina Grande, Paraíba, serão recebidos para inicialmente uma triagem manual e após isso um pré-tratamento para o posterior envio para os biodigestores para a produção do biogás e biofertilizante.

O desenho esquemático do biodigestor (Modelo Indiano) utilizado é mostrado na Figura abaixo.

O dimensionamento hidráulico do Biodigestor, elaborado em planilha Excel, é apresentado à seguir.

Na linha 14 da planilha consta o volume do biodigestor projetado para apenas um dos 6 (seis) necessários para atender a toda a cidade.

Bom proveito.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 8 junho 2019 às 10:50

MANEJO DE DEJETOS DE SUIÍNOS

(Embrapa Suínos e Aves, Março de 1998)

2) TRATAMENTO PRIMÁRIO

Lagoas anaeróbias

A principal função dessas lagoas é reduzir a carga orgânica do efluente. As lagoas devem ter em torno de 2,2 m de profundidade útil e uma relação de comprimento x largura de 2 a 3:1, devendo serem dimensionadas em função da carga orgânica (DBO5) e tempo de retenção hidráulica. A profundidade em torno de 2,2 m é fundamental para o desenvolvimento das bactérias anaeróbias. O tempo de retenção hidráulica deve ficar entre 30 a 40 dias. Para dejetos de suínos a DBO5 depende da concentração dos dejetos no efluente e da categoria animal que está produzindo os mesmos. A vazão diária dos dejetos líquidos depende da quantidade de fezes, urina e água “produzida” pela criação. Para reduzir a DBO5 do efluente em níveis razoáveis, há necessidade do efluente passar por duas lagoas de estabilização anaeróbias.

A Figura abaixo apresenta os cálculos do tratamento primário dos dejetos suínos através de lagoas anaeróbias.

Bom proveito.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 7 junho 2019 às 16:34

O SANEAMENTO VAI SAIR DO PAPEL

(pra não falar em algo fedorento)

https://oglobo.globo.com/economia/nota-10-diz-mourao-sobre-aprovaca...

Fonte: Facebook

Data: hoje

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 6 junho 2019 às 16:25

DIMENSIONAMENTO DE FOSSAS SÉPTICAS

http://agronomos.ning.com/profiles/blogs/dimensionamento-de-fossa-s...

(Aqui, na Rede Agronomia)

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 6 junho 2019 às 15:42

MANEJO DE DEJETOS DE SUÍNOS

(Embrapa Suínos e Aves, Março de 1998)

1) TRATAMENTO PRELIMINAR

Decantador de Fluxo Ascendente

Esse equipamento pode ser utilizado para separar a parte sólida da parte líquida dos dejetos de suínos, aumentando a eficiência dos processos subsequentes e valorizando o material resultante (o lodo) para uso como adubo orgânico. O decantador remove aproximadamente 50% do material sólido dos dejetos, num volume em torno de 15% do total dos dejetos líquidos produzidos por uma criação.

A Figura abaixo apresenta os cálculos do tratamento preliminar de 3,74 m³/d de dejetos suínos.

Bom proveito.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 4 junho 2019 às 17:17

BANHEIRO SECO COMPOSTÁVEL

Uma solução um pouco mais sofisticada da Fossa Seca é o Banheiro Seco Compostável que, além de tratar os esgotos, os transforma em adubo pela compostagem (mistura de matéria orgânica e restos de vegetais, no caso, representado pela serragem).

A Figura abaixo, do livro sobre Saneamento em Comunidades Isoladas, mostra alguns detalhes construtivos.

Na década de 70 eu visitei uma comunidade carente (favela) em Niterói - RJ, onde um Professor da Universidade Federal Fluminense - UFF fazia experiências com um protótipo de banheiro em fibra de vidro que constava de um livro alemão de Saneamento. A inclinação do terreno facilitava, por escorregamento, a coleta do material resultante da compostagem (fezes, urina, papel e lixo doméstico) na parte debaixo do barraco.

Há experiências que fazem uso de microorganismos específicos para acelerar o processo de decomposição do material e minimizar o uso de material seco. Em outros casos, apenas a desidratação do material é feita dentro das câmaras, e o material depois é compostado, separadamente.

A Figura abaixo mostra a face posterior de um banheiro seco em Itacaré - BA, construído em duplicidade, com destaque para as câmaras de compostagem à esquerda e os 2 tubos pintados de preto, no centro, para a exaustão dos gases.

A área necessária para até 5 pessoas é de 3 a 5 m².

O sucesso do banheiro seco depende do cuidado de quem faz o seu manejo. Durante a remoção do material da câmara e manuseio da pilha de compostagem, equipamentos de proteção individual (EPIs) devem ser sempre utilizados, especialmente luvas.

Dependendo do tipo de construção e do clima local, o composto pode levar até 6 meses para ficar completamente curtido e pronto para ser manuseado.

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 3 junho 2019 às 10:26

A FOSSA SECA

O que é

Unidade de tratamento de dejetos humanos que não utiliza água para a descarga. Esta pode ser uma boa alternativa de tratamento simplificado para locais com escassez hídrica ou sem atendimento da rede pública de abastecimento de água.

A fossa seca consiste em um buraco escavado no solo, sobre o qual é construído um piso e uma “casinha” que, além de proteger a fossa, aumenta o conforto para o usuário. O buraco que receberá as fezes e a urina pode ou não ser revestido. Como opções de revestimento, podem-se empregar concreto, alvenaria ou outros materiais disponíveis. Quando atinge o lençol freático, passa a se chamar "fossa negra"; quando é impermeabilizada, "fossa estanque"; se tiver duas câmeras independentes, "fossa de fermentação"; e se adotar a compostagem, "banheiro seco compostável".

O per capita para cálculo é de 1 litro/hab.dia de fezes, urina e papel higiênico e volume de 365 litros por habitante, que se reduz a cerca de 60 litros. Ex.: família de 5 pessoas e vida útil de 4 anos: 60 l/hab.ano x 5 hab. x 4 anos = 1.200 litros.

Sendo uma solução individual, o buraco ou cova deve possuir dimensões compatíveis com o número de usuários (normalmente de 4 a 6) e com o período de tempo que se deseja até o seu completo enchimento, que pode ser de 4 anos.

A figura abaixo mostra, em corte, detalhes construtivos da fossa seca e, à direita, como ela é construída na maioria das vezes na zona rural brasileira.

Eu, particularmente, não concordo com o revestimento da fossa, por ser justamente uma solução econômica. Se for para usar alvenaria ou concreto, por que não construir logo uma fossa séptica, que é mais eficiente ? Além disso, o contato das fezes e urina com o solo ajudam no tratamento e redução do volume, por infiltração da parte líquida.

Aspectos construtivos

  • A fossa seca pode ser feita com uma abertura circular de 90 cm de diâmetro, ou quadrada com 80 cm de lado. Sua profundidade varia principalmente de acordo com as características do solo e do nível de água do lençol freático, sendo comum o valor aproximado de 1,88 m mas podendo chegar a 2,50 m.
  • Recomenda-se que fique afastado do poço raso (água potável) pelo menos a 15 m de distância, para não contaminá-lo.
  • São lançados na fossa somente dejetos (fezes e urina) e papel higiênico. Esse material se decompõe no interior da fossa por digestão anaeróbia.
  • Se houver mau cheiro ou presença de insetos, recomenda-se a cobertura total dos dejetos com terra, cinzas ou cal. O tubo pintado de preto (D = 100 a 200 mm) funciona como exaustor natural dos maus odores.
  • Deve ser evitada a presença de água no interior da fossa seca. Assim, deve ser construído (o fundo) acima do lençol freático em, no mínimo, 1,5 m na vertical.
  • Quando a fossa ficar cheia, deve ser coberta com terra e outro sistema de fossa seca deve ser construído.
  • Área necessária para até 5 pessoas: 2 a 4 m².
Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 2 junho 2019 às 11:51

ESGOTOS EM COMUNIDADES ISOLADAS

O saneamento básico é definido pela lei nº 11.445 de 5 de janeiro de 2007 como o conjunto de serviços, infraestruturas e instalações operacionais em quatro áreas: abastecimento de água potável, esgotamento sanitário, limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais (BRASIL, 2007).(1)

Em pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Trata Brasil, foi estimado que cerca de 10 milhões de pessoas habitam áreas irregulares urbanas nas 100 maiores cidades brasileiras.

Apesar de representarem uma parcela relativamente pequena da população total (16%), atualmente cerca de 30 milhões de pessoas vivem na zona rural brasileira (IBGE 2010), o que equivale à população de países como Peru, Venezuela ou Canadá. Dados do IBGE (PNAD, 2013) indicam que aproximadamente 8% dos domicílios rurais pesquisados estão conectados à rede coletora de esgoto e que 13% não possuem nenhum tipo de sistema de tratamento de esgoto.

Boas práticas de saneamento são fundamentais não apenas para evitar doenças — especialmente as de veiculação hídrica — mas também para promover a saúde, proteger o meio ambiente e aumentar a qualidade de vida da população.

A Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - Seção São Paulo (ABES-SP) criou, em 2007, a Câmara Técnica de Saneamento e Saúde em Comunidades Isoladas, com o objetivo de fomentar a discussão e a criação de políticas públicas que atendam às demandas técnicas e de gestão de serviços de saneamento básico em comunidades isoladas. (1)

Publicações importantes sobre o tema já foram elaboradas no país, especialmente no que se refere ao aspecto tecnológico, como, por exemplo, o Manual de Saneamento (FUNASA, 2015) e as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT (NBR 7229/1993–Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos) e NBR 13969/1997 (Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação).

As tecnologias abordadas aqui incluem sistemas unifamiliares e algumas vezes pequenos sistemas semicoletivos para o tratamento de esgotos sanitários, especialmente em localidades não urbanas. A maioria das alternativas é mais adequada a áreas rurais ou regiões pouco adensadas, já que é necessário contar com o solo para a implantação das unidades de tratamento e disposição final do esgoto, o que fica comprometido em regiões densamente ocupadas como a maioria dos núcleos urbanos.

O  foco é o tratamento e disposição final de esgotos de origem doméstica, de uma residência ou de um pequeno agrupamento de residências, e também de pequenos coletivos como escolas, centros comunitários, pousadas e comércios locais.

O que é e como é feito

O esgotamento sanitário pode ser definido como o conjunto de atividades, infraestruturas e instalações operacionais de coleta, transporte, tratamento e disposição final dos esgotos sanitários, desde as ligações prediais até o seu lançamento final no meio ambiente (BRASIL, 2007).

Nos municípios brasileiros como um todo, o destino mais comum para os esgotos domésticos ainda são fossas rudimentares (53,17%), havendo também fossas sépticas (8,03%) e valas a céu aberto, disposição direta em corpos d’água e outras formas de disposição incorreta (3,35%) (LANDAU e MOURA, 2016). Essa situação é mais comum em municípios e distritos de menor porte (menos de 50 000 habitantes), localidades preponderantemente rurais e com população mais dispersa (IBGE, 2010). Logo, se no Brasil como um todo a universalização dos serviços de esgotamento sanitário ainda é uma meta distante, a situação nas comunidades isoladas das redes públicas é ainda mais grave.

Sistemas descentralizados

De modo geral, sistemas descentralizados são aqueles que coletam, tratam e fazem a disposição final ou reuso do esgoto em local próximo à sua geração, diferentemente do que ocorre nos sistemas centralizados tradicionais.

Os sistemas unifamiliares (ou individuais) se referem àqueles que atendem uma família que habita um ou dois domicílios muito próximos. Sistemas semicoletivos são aqueles que fazem o tratamento de um pequeno agrupamento de casas ou espaços destinados a comércio ou prestação de serviços (exemplo: vilas, igrejas, pequenas escolas, mercearias, comércios e galpões rurais), que atendem até 20 pessoas. As estações de tratamento atendem a vilas e cidades através de coleta prévia com rede de esgoto.

Apesar do baixo índice de cobertura das áreas rurais do Brasil por redes coletoras de esgotos, isso por si só não é um agravante para as condições sanitárias (SOUSA, 2004; FUNASA 2015). Os sistemas locais de tratamento de esgoto (também chamados de descentralizados) — se bem projetados, construídos e operados – são boas alternativas para garantir a saúde da população e ao mesmo tempo manter a integridade ambiental dessas localidades (MASSOUD; TARHINI; NASR, 2009), especialmente de áreas menos densamente habitadas (USEPA, 2002).

Aspectos ambientais

Os aspectos técnicos e ambientais são normalmente os mais abordados quando se discute a escolha de um sistema descentralizado de tratamento de esgoto. Segundo a Agência dos Estados Unidos de Proteção Ambiental (USEPA, 2002), alguns dos principais problemas ambientais relacionados à implantação dos sistemas descentralizados são:

  1. a) a sobrecarga e contaminação de solos com baixa capacidade de infiltração ou de solos com boa drenagem localizados em locais muito adensados;
  2. b) a contaminação da água por nitratos, fosfatos e patógenos provenientes de sistemas localizados muito próximos a reservas de água superficiais ou subterrâneas; e
  3. c) a eutrofização de corpos d’água superficiais.

Outras características ambientais e do local de instalação que merecem destaque na escolha da tecnologia de tratamento de esgoto mais adequada (MARTINETTI, 2015) são:

  1. a) Presença de água nos banheiros (há água encanada nos banheiros?);
  2. b) Tipo de esgoto gerado (águas de vaso sanitário, águas cinzas ou esgoto doméstico);
  3. c) Área disponível para a implantação do sistema (tamanho da área e declividade do terreno);
  4. d) Tipo de solo local (arenoso, argiloso etc.);
  5. e) Profundidade do lençol freático;
  6. f) Presença de nascentes e cursos d’água superficiais; e
  7. g) Clima.

A escolha da tecnologia de tratamento de esgoto passa também pelo custo de implantação, operação e manutenção. O custo de implantação é o custo com materiais e mão-de-obra necessários para a instalação inicial.

REF.:

(1) http://www.mpsp.mp.br/portal/pls/portal/!PORTAL.wwpob_page.show?_do...

Comentário de Gilberto Fugimoto em 2 junho 2019 às 11:33

José Luiz,

De fato o PL 3189/19 pode ser um impulso importante para deslanchar uma política nacional de saneamento de forma mais robusta. Ficamos na torcida.

Segue o link do PL 3189/19

Proposta estabelece novo marco legal do saneamento básico

Comentário de JOSÉ LUIZ VIANA DO COUTO em 1 junho 2019 às 19:00

Gilberto,

O que me faz pensar que haverá um boom são notícias da imprensa (declarações favoráveis do Ministro de Infraestrutura; necessidade urgente de criação de empregos; e Projeto que está para ser aprovado na Câmara dos Deputados sobre o tema) e a movimentação que está ocorrendo na Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental - ABES (da qual sou associado), em especial a de São Paulo. Como disse em outra ocasião, assisti a um webinar recentemente sobre Saneamento Básico, e os técnicos estão animados.

Abraço.

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